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Farfus Acerta Na Estratégia E Vence Etapa De Abertura Do Dtm No Circuito De Hockenheim

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Farfus acerta na estratégia e vence etapa de abertura do DTM no circuito de Hockenheim

Competitivo do início ao fim neste final de semana, Augusto Farfus coroou seu bom rendimento com a vitória na etapa de abertura da temporada 2013 do DTM, em Hockenheim. O brasileiro acertou na estratégia e subiu no alto do pódio neste domingo (5)

Brilhou forte a estrela de Augusto Farfus em Hockenheim, neste domingo (5). O brasileiro foi competitivo em todo o fim de semana e coroou seu bom rendimento com a vitória na etapa de abertura da temporada 2013 do DTM no tradicional circuito alemão. Augusto acertou na estratégia de pit-stops e assumiu a liderança de maneira definitiva no fim da corrida, não sendo ameaçado pelos seus principais adversários.

Depois de triunfar na última corrida do ano passado, com Bruno Spengler, a BMW abre o ano com vitória e com direito a dobradinha, já que Dirk Werner, que antecipou ao máximo sua segunda parada para troca de pneus, fechou em segundo. Belíssimo resultado, já que o alemão simplesmente largou da última colocação. Christian Vietoris foi o melhor piloto da Mercedes neste domingo e garantiu seu lugar no pódio em Hockenheim. Gary Paffett foi o quarto colocado, seguido por Bruno Spengler, que fechou o top-5.

Pole-position, Timo Scheider não teve um grande rendimento em boa parte da corrida, mas fez o suficiente para se recuperar no fim da prova e terminar em sexto, sendo o melhor representante da Audi, que não teve um bom desempenho geral neste domingo. Joey Hand, também da BMW, foi o sétimo, seguido pela Audi de Mike Rockenfeller. Marco Wittmann e Roberto Merhi fecham o rol dos dez primeiros colocados.

Saiba como foi a etapa do DTM em Hockenheim

Scheider manteve a liderança da corrida após uma largada sem incidentes, seguido por Farfus, que sustentou a segunda colocação. Wickens passou Vietoris na largada e subiu para terceiro. Os jovens da Mercedes, aliás, contavam com grande torcida, já que nas arquibancadas de Hockenhiem, o tradicional mosaico tinha a seguinte mensagem: ‘Go, Juniors, Go’. Dentre os 22 pilotos, apenas o espanhol Miguel Molina ficou para trás com problemas em seu Audi.

Ainda sobre a largada, o experiente Martin Tomczyk cometeu um erro de principiante e ‘queimou’ a largada. Flagrado pelas câmeras da transmissão e pela direção de prova, o piloto teve de ir para os boxes cumprir um drive-through, arruinando suas chances de conquistar um bom resultado em Hockenheim.

Scheider e Farfus abriam boa vantagem na ponta, com o brasileiro pressionando demais o experiente piloto da Audi. Mais atrás, Spengler se destacava e vinha para cima dos jovens da Mercedes. Na quinta volta, o atual campeão do DTM era o terceiro colocado, ultrapassando Wickens e Vietoris, que antecipou sua primeira parada para troca de pneus.

Farfus ultrapassou Scheider na quinta volta e, com o auxílio da asa móvel, assumiu a liderança da corrida. Pouco depois, Wickens, que vinha bem na corrida, enfrentou problemas e abandonou. Adrien Tambay, o ‘Homem de Ferro’, virou ‘fumaça’ depois que seu carro, que trazia a propaganda do filme, pegou fogo. Assim, o safety-car foi acionado em seguida, levando vários pilotos para os boxes.

Pascal Wehrlein não fez seu pit-stop durante o período em que o safety-car esteve na pista e subiu para primeiro, seguido por Farfus, que vinha como grande favorito à vitória. Timo Glock e Daniel Juncadella, dois estreantes, assim como Pascal, também não fizeram suas paradas neste tempo, ficando em terceiro e quarto, respectivamente. Spengler, que já havia feito seu pit-stop, era em quinto. Scheider teve problemas e despencou para 18º.

Quando o safety-car deixou a pista, Wehrlein seguiu na liderança e forçou o ritmo para abrir vantagem sobre Farfus e fazer sua estratégia dar certo. O brasileiro era seguido por Glock, Juncadella e Spengler. Mais atrás, Ekström viu o capô do seu Audi decolar, mas seguiu normalmente na corrida, não antes de se envolver em um toque com Mortara, que rodou e ficou para trás.

A corrida era cheia de alternativas em Hockenheim. Entre os ponteiros, Farfus tinha um ritmo mais lento e era pressionado por Glock. Tanto que o alemão, ex-Marussia na F1, conseguiu fazer a ultrapassagem na volta 13 e vinha com ritmo para tentar se aproximar de Wehrlein. O brasileiro, por sua vez, era pressionado pelo menino Juncadella. Assim como Farfus, Spengler vinha com rendimento inferior. O canadense ‘vendeu caro’ sua colocação, mas acabou sendo ultrapassado por Paffett, que assumiu o sétimo lugar.

Na volta 15, não teve jeito. Farfus acabou sendo ultrapassado pelo promissor Juncadella e caiu para quarto, mas ainda era o líder entre os pilotos que fizeram a primeira parada para troca de pneus. Na sede de querer se aproximar de Wehrlein, Glock cometeu um erro na entrada do estádio e caiu de segundo para sétimo. Assim, o brasileiro subiu uma posição e vinha em terceiro, à frente de Vietoris, Paffett e Tomczyk, que estava muito bem depois de ter cumprido sua punição por ‘queima’ de largada.

O erro de Glock acabou comprometendo sua estratégia. Assim, o novo piloto da BMW foi aos boxes para fazer seu pit-stop. Mas a MTEK BMW acabou não fixando corretamente a roda traseira direita do seu carro. Timo conseguiu andar apenas alguns metros, quando a roda se soltou, encerrando sua participação em Hockenheim na estreia no DTM.

Perto da metade da corrida, Farfus não conseguia andar no mesmo ritmo das Mercedes. Wehrlein disparava na liderança e era seguido por Juncadella, mas os dois primeiros colocados ainda não haviam feito seus respectivos pit-stops. Mas o brasileiro não conseguiu segurar o melhor ritmo de Paffett, que fez a ultrapassagem e deixou Augusto pressionado por Vietoris, que vinha em uma boa quarta colocação. Mehri, depois de um começo bem complicado de corrida, fazia boa recuperação e estava em oitavo mesmo com duas paradas já feitas.

Farfus acabou não conseguindo segurar a melhor performance de Vietoris e foi ultrapassado pelo alemão. Mas o piloto da BMW não tinha o melhor rendimento dos seus pneus e rapidamente passou a ser superado por Dirk Werner, também da BMW, que lutava pela quinta posição em Hockenheim. Fato era que a Mercedes sobrava e tinha as quatro primeiras colocações. A Audi, por sua vez, sequer figurava entre os dez primeiros após 24 voltas completadas.

Farfus acabou abrindo sua segunda janela para troca de pneus justamente na volta 24. Um giro depois, foi a vez de Wehrlein ir para os boxes, mas para fazer sua primeira parada. O gesto seria seguido por Juncadella na sequência. Assim, Paffett assumiu a liderança da corrida, seguido de perto por Vietoris e Dirk Werner.

Pascal voltou na quarta colocação, à frente de Roberto Merhi, que largou em 20º e já tinha feito duas paradas, e Juncadella, com um pit-stop. Farfus, que já havia feito seus dois pit-stops obrigatórios, seguia em uma boa sétima colocação após 28 voltas.

Foi exatamente no giro 28 que o então líder Paffett realizou sua parada derradeira e voltou logo atrás de Farfus. O brasileiro seguia abrindo caminho após voltar dos boxes com um rendimento muito melhor e passou Juncadella pouco depois, subindo para a quinta colocação e era o piloto mais rápido dentre os primeiros colocados na pista. Ekström, sem o capô, não conseguiu seguir na corrida e abandonou na volta 29 numa corrida desastrosa para a Audi.

A corrida começou a ser definida na volta 32, quando Wehrlein e Mehri foram para os boxes para realizarem suas respectivas segundas paradas para troca de pneus. Vietoris e Werner ainda tinham mais uma parada por fazer, e Farfus vinha logo atrás, em terceiro, só esperando a hora certa de assumir a liderança e seguir para a vitória. No giro seguinte, Vietoris finalmente foi para os boxes.

Werner vinha na liderança, mas ainda precisava realizar seu pit-stop. Farfus vinha em segundo, logo à frente de Paffett, mas não era ameaçado pelo britânico. Vietoris voltou em quarto, seguido por Spengler. No fim das contas, a tática adotada por Augusto funcionou muito bem, ao contrário do que foi adotado pela Mercedes com Wehrlein, que caiu para 11º, e com Juncadella, que despencou para 13º na corrida.

Farfus acabou não conseguindo segurar a melhor performance de Vietoris e foi ultrapassado pelo alemão. Mas o piloto da BMW não tinha o melhor rendimento dos seus pneus e rapidamente passou a ser superado por Dirk Werner, também da BMW, que lutava pela quinta posição em Hockenheim. Fato era que a Mercedes sobrava e tinha as quatro primeiras colocações. A Audi, por sua vez, sequer figurava entre os dez primeiros após 24 voltas completadas.

Farfus acabou abrindo sua segunda janela para troca de pneus justamente na volta 24. Um giro depois, foi a vez de Wehrlein ir para os boxes, mas para fazer sua primeira parada. O gesto seria seguido por Juncadella na sequência. Assim, Paffett assumiu a liderança da corrida, seguido de perto por Vietoris e Dirk Werner.

Pascal voltou na quarta colocação, à frente de Roberto Merhi, que largou em 20º e já tinha feito duas paradas, e Juncadella, com um pit-stop. Farfus, que já havia feito seus dois pit-stops obrigatórios, seguia em uma boa sétima colocação após 28 voltas.

Foi exatamente no giro 28 que o então líder Paffett realizou sua parada derradeira e voltou logo atrás de Farfus. O brasileiro seguia abrindo caminho após voltar dos boxes com um rendimento muito melhor e passou Juncadella pouco depois, subindo para a quinta colocação e era o piloto mais rápido dentre os primeiros colocados na pista. Ekström, sem o capô, não conseguiu seguir na corrida e abandonou na volta 29 numa corrida desastrosa para a Audi.

A corrida começou a ser definida na volta 32, quando Wehrlein e Mehri foram para os boxes para realizarem suas respectivas segundas paradas para troca de pneus. Vietoris e Werner ainda tinham mais uma parada por fazer, e Farfus vinha logo atrás, em terceiro, só esperando a hora certa de assumir a liderança e seguir para a vitória. No giro seguinte, Vietoris finalmente foi para os boxes.

Werner vinha na liderança, mas ainda precisava realizar seu pit-stop. Farfus vinha em segundo, logo à frente de Paffett, mas não era ameaçado pelo britânico. Vietoris voltou em quarto, seguido por Spengler. No fim das contas, a tática adotada por Augusto funcionou muito bem, ao contrário do que foi adotado pela Mercedes com Wehrlein, que caiu para 11º, e com Juncadella, que despencou para 13º na corrida.

A parada de Werner finalmente veio na 37ª volta. O pit-stop do alemão da BMW permitiu a Farfus retomar a liderança da corrida para não mais perde-la, já que sua diferença para Werner, que ainda conseguiu voltar em segundo, era muito confortável, acima dos 6s. Assim, depois de 42 voltas, o brasileiro cruzou a linha de chegada em Hockenheim e alcançou sua segunda vitória no DTM, abrindo sua segunda temporada na categoria da melhor maneira possível.

Fonte: http://grandepremio.com.br/dtm/noticias/farfus-acerta-na-estrategia-e-vence-etapa-de-abertura-do-dtm-no-circuito-de-hockenheim

Para quem nao se lembra, Farfus venceu a ultima corrida da temporada do ano passado, com a faca nos dentes. Tenho certeza q o futuro do automobilismo brasileiro nao estará na F1. Go Ninho !!!

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Bom saber que tem brasileiro brilhando lá fora! E o vídeo do Ninho é épico! kkkkkkkkkkkk

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