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Encontrado 15 registros

  1. Clique e Olha essa preparação desse gol
  2. Carro até 115 mil (Semi-novo)

    Bom dia galera, Estou na dúvida entre qual carro comprar na faixa de uns 115 mil, as opções que pensei são: - Civic Touring 16/17 (Acho por uns 110k) - Jetta TSI Highline Premium 15/16 pra cima (Acho por uns 96k) - Fusion AWD 15/16 ou 16/16 (Acho por uns 100/110k) - SUV, porém ainda não pensei em uma opção boa. Todos estou procurando bem novos, tipo com 10 mil km á 20 mil km, o carro tem que ser sedan ou até um SUV porque é de uso familiar (Preciso de porta-malas as vezes), uso o carro todo dia para ir para a faculdade. É um carro que pretendo ficar por uns 2 anos e vender novamente e aí pegar um carro melhor. Estou preocupado com questões como desvalorização, seguro, manutenção e tal. Por mais que seja um carro de família eu prezo por um carro que me dê também prazer em dirigir, que não seja aquele carro chato e tal, além de ter uma boa aparência ne, ninguém gosta de andar em carro feio hahaha
  3. Boa Noite galera, recentemente ganhei uma turbina com valvula(k16), .42/48 para meu motor ap 1.6, não tenho o restante das peças ainda, mas gostaria de estar adquirindo, porem meu carro possui ar condicionado, e preciso de um coletor deslocado, porem falei com um vendedor e não tem como colocar a turbina com válvula nele(não tem espaço no cofre), gostaria da sugestão de vocês do que posso fazer, cortar a lata do carro não é uma opção kkkkkkkkkk, o ar não funciona, poderia tirar o compressor, mas pretendo arrumar quando sobrar uma grana e a ideia é fazer algo meio oculto para dificultar a visualização para eventuais multas kkkk Sugestões? Obrigado pelo tempo de vocês em ler e se possível ajudar :D
  4. Bom dia galera, recentemente eu coloquei filtro de ar cônico e válvula de alivio em um fiesta ecoboost, porém não me dei conta de que por ter um cambio de dupla embreagem o turbo não esvazia nas trocas de marcha e dessa forma o carro não espirra, oque eu posso estar fazendo para que haja o espirro?
  5. bom galera sou novo no forum e tambem no mundo de carros turbo tenho 18 anos e meu carro e uma parati 2.0 gti e gostaria muito de turbina-la pra rua mesmo um kit basico que possa dar uns 250 cv sem arriscar muito o motor, tambem de saber se sera necessaria a modificação de freio, suspençao, embreagem.Pois entao quais equipamentos, kits voces me indicariam? desde ja agradeço
  6. Uma reflexão sobre a atual situação dos dias de hoje, observadas durante uma viagem: https://andreaovolante.wordpress.com/2017/01/29/viagem-ao-passado-pelas-estradas-do-pais-a-realidade-passada-do-nosso-presente/
  7. Avaliações By DESONERADO - BMW M2(F87)

    Última da série das série "M", fechando com chave de ouro, a "M2". O texto está no blog "andreaovolante.wordpress.com". BMW M2 (F87) BMW M2 (F87). “Um capeta em forma de guri”. A grande composição poética, digna dos clássicos infantis dos anos 80, foi o que me veio à cabeça ao começar a falar da M2. A menor das “M”, tinha a missão de substituir, ou preencher o espaço deixado pela excelente 1M, conhecida por ser muito esportiva, além do claro “man pedal” numa caixa de 6 marchas no tração traseira. “Ela é disparado a mais agressiva de todas”, me falou meu amigo piloto quando me passou a chave do carro. “Mais agressiva que as outras?”, pensei. A menor, e menos potente? O motor é o mesmo 6 em linha, mas turbo, não bi, como nas irmãs maiores, e possui 370 cavalos com 51kg de torque quando acionado o overbooster. Isso tudo num corpinho de menos de 1.500 kg. A caixa deixou de ser a mecânica (infelizmente não existe mais essa opção, e acho isso muito errado.) e é a excelente de dupla embreagem de 7 marchas. Acho que o papo sobre câmbio manual tradicional, com o man pedal x caixas dupla embreagem vai ser uma discussão eterna. Eu, no meu caso, o pé do punta-tacco chegar a tremer em alguns momentos pilotando carros AT ou DCT. Enfim… Visual dela é bem imponente, como da M3/4, e confesso que, olhando de longe, fica bem difícil distinguir se for ver apenas a frente. É muito parecida, como dá para ser ver nessa foto aqui, é ou não é? Mas ela remete bem a agressividade e esportividade ao se olhar para ela, ainda mais pela carroceria coupé. O interior segue o padrão da marca, mas, repare ali ao lado da alavanca do câmbio: aqui não tem os “botãozinho” dos controles de modos conforto/eficiência para esportivo. Não papai… aqui o negócio é diferente. Se eu ficasse 3 meses com ela e pudesse ir a padaria ou pegar um transito pesado, eu falaria mais sobre o interior e afins. Mas te falar que nem prestei muita atenção. Até porque, ao ligar a coisa, um belo de um ruído alto e meio embolado tomou conta do ambiente. Isolamento acústico ruim? Não. M3 e M6 alteram o barulho quando se coloca no modo Sport plus, aqui, como falei, o bagulho é loko mano desde que se liga a chave. O “modo” dela é esporte. Saio dirigindo no local até pegar a estrada, aquela expectativa para sentar o pé no fundo igual o Fred e o Barney. “Ela só tem 370 cavalos, eles disseram, ela anda menos, eles disseram”. Que nada, piso fundo e o soco vem mais forte com uma entrada de turbo mais agressiva! Marchas curtas e sendo engolidas rápido, e aquele barulho maravilhoso vindo de todos os lados. 100, 150, 200km/h e a sensação de andar num trilho, nela parecia maior que nas outras. Uma sensação de controle muito forte, e tudo te instiga a ir mais e mais. Alguns carros à frente, ancoro nos freios que são potentes demais, e te levam a meio que achar que pode vir a qualquer velocidade e subir neles que o carro vai conseguir reduzir a tempo, bato duas vezes na borboleta esquerda, a marcha entra mais rápido que meu pensamento pra reduzir, pé no fundo e aquele folego de Usain Bolt querendo entrar em velocidade Mach1 se fosse possível! Ah, eu acho que poderia fazer isso só pelo restinho dessa minha vida que me resta, até uns 114 anos por exemplo, pra não exagerar. Mas ok, acelerar é ótimo. Mas meu negócio é curva, freio, redução, punta-tacc… ops, chama na borboleta, dá pedal, coloca a frente, traseira que se vire pra acompanhar, aqui é 50/50 baby… Uma curva em “u”, de raio longo e 3 pistas se aproxima. A 180 km/h me sinto tentado a entrar desse jeito mesmo. A, que se dane. A curva começa e não dá pra ver além de 40% dela, já que é um “U”. Entro confiante e na hora já sinto como a M2 tem DNA de pista mesmo. Ela mesmo com os controles ligados, mostra bem que, se você não sabe o que está fazendo, você vai ter problemas. Realmente bem mais arisca que as outras, e isso é delicioso! Agora, no meio da curva, eis o motivo que não se deve entrar em curvas assim acima da velocidade: um carro que estava lá na direita, de repente muda totalmente a trajetória pro meio da minha tangência, quando eu já estava pisando fundo para retomar, indo próximo a 200 km/h na saída da curva! Tiro o pé do acelerador, puxo a trajetória para uma linha mais “reta” e aí o inevitável, piso no freio porque ainda não desenvolvi meus poderes de X-man de teletransporte ou de ficar invisível. Ela não gostou muito da atitude, e pressenti aquela saída de traseira, momento que o head up display mostrava no para-brisa algo perto de 170 km/h. Um leve contra, tiro o pé do freio, ela volta, mais uma freiadinha para não abalroar a traseira do carro da frente, uns 30 batimentos por minuto a mais no coração e tá tudo ok de novo. Sem um carro desse nível, e alguém que saiba o que fazer, isso não seria possível ok? Lembre-se disso: curvas que não se vê o fim, caso algo aconteça, é grande a chance de dar merda. Fiz a rotatória depois, e parece que a M2 quase que pede pra andar de lado. “Mano, isso aqui é uma rotatória, o controle de tração tá ligado porque”? Bom, dessa vez não podia… Mas o apetite dela para andar, curvar, freiar forte, retomar, parece não ter fim. E para qualquer tipo de situação, ela é tipo um Golden Retriever querendo brincar, não interessa se é curva curtíssima, rotária, serra, curvas de alta, altas velocidades (com o pacote “M Driver” ela vai a 270 km/h). Se for comprar uma M2, não faça isso para passar na porta de bares devagar, passear nas praças para chamar a atenção das pessoas, ou para fazer coisas do dia a dia num transito horrível de cidade brasileira. Ela foi feita para ser exigida, essa é a palavra. É intensa e pede que você vá em busca do limite, da adrenalina, do pneu saindo fumaça, do carro saindo de lado, encontrar amiguinhos para depois postar vídeos no “benga é benga”, e por aí vai. M2, #tamojunto .
  8. Avaliações by Desonerado -BMW M3 (F80)

    BMW M3 (F80) BMW M3. M3, para os íntimos. Ou “íntimos”. Digo isso porque, o nome por si só já é representativo para muita gente. Especialmente para quem está próximo da faixa dos 30 anos. O modelo marcou uma época como talvez, o objeto de consumo máximo de muita gente apaixonada por carro. Até porque, a M3 era “comprável”, algo que a mítica Ferrarri 355 não era… falando aqui da época da M3 E36 (nome dado para a carroceria). O que é bom não poderia ser melhorado, até que veio a lenda M3 E46. Carro que hoje está na lista dos 10 mais de cada 10 gearheads. E, com toda razão. Até hoje o carro é lindo, tem bom desempenho, e o 6 em linha aspirado girando altos 8 mil rpm é de viciar qualquer um. Mas vamos lá, o que eu tinha na minha frente era o mais novo modelo da M3, uma F80 que renascia das cinzas (esse termo é ótimo. E sim, eu sempre lembro do Fênix dos Cavaleiros do Zodíaco, aquele que era irmão do Andromeda…) o 6 em linha, após um período de V8 aspirado. Não que o V8 era ruim… longe disso, 4.0 com 420 cavalos. Só que estamos na era turbo. Não, peraí… a era turbo não foi nos anos 80, com o realmente veloz e furioso Grupo B, e os motores de mais de 1000 cavalos na F1? Engraçado né… voltamos a era turbo então. O novo 6 em linha biturbo, tem apenas 11 cavalos a mais que o antigo V8, que atingia os 420 cavalos a altas 8300 rotações. Agora, o propulsor novo chega a mil RPM a menos, 7.300. Mas o pulo do gato aqui, está no torque. Que aliás, é o motivo da volta do uso do turbo na indústria automotiva hoje: A capacidade de gerar torque em giros baixos, e manter curvas plenas até o pico. O V8 gerava bons 40,8 kg de torque, mas a 3.900 RPM. O 6 biturbo arrebenta com esse número: Gera altos 56,1 kg mas a baixos 1850 RPM! O que isso significa? Que você leva uma porrada nas costas a menos de 2 mil giros, resumindo. Não só isso: o 0 a 100 caiu de 4,8 segundos, pra 4,1 no modelo turbo. Grande diferença. O consumo da V8… eu não sei, e o da 6 em linha eu não quero saber. Deve beber menos a biturbo com certeza. Mas, e daí… O modelo que eu ia ter o prazer de dirigir era azul! Oh cor bonita demais (Azul Yas Marina que chama). Nessa ditadura de “preto-prata-branco” de hoje, essa cor agrada aos olhos. Mesmo na versão 4 portas, (A M3 é o modelo da série 3 “M” sedan, e a M4 é o modelo da série 3 “M” coupe. Ou seja, a “M3” que a gente estava acostumado a ver, de 2 portas, agora chama M4) ela é linda, chamativa e instigante. O conjunto óptico agressivo está lá, bem como o desenhos dos para-choques da frente que não possuem faróis de milha, pois ele tem generosas entradas de ar, as belas rodas aro 19, enfim, dá pra ficar namorando o carro um tempo. Mas eu tava mais preocupado com a parte de dentro… Dentro do cockpit, tudo que a BMW oferece de bom, como o iDrive (que não parei pra mexer até hoje, ainda me parece confuso, mas vendo quem já tem familiaridade com ele, parece simples), a tela acima do painel central, o belo console no meio com a alavanca do câmbio e os botões mágicos de desempenho. O velocímetro não economiza e mostra até os 330 por hora (e muito entendido vai dizer que essa é a velocidade que o carro atinge…), alias, a velocidade é limitada aos 250 km/h como sempre, mas existe o pacote “M Driver” que libera até os 280 km/h, e a unidade que eu iria dirigir possuía ele. Bom saber… não gosto que me limitem em nada na vida. O conta giros segue o padrão da M3 com as marcações em amarelo e vermelho nos giros mais altos, giros estes que sempre que atinjo lá, a octanagem que corre no meu sangue costuma borbulhar mais. Como é fantástico ver aquela subida do giro, o pé afundado no acelerador, o barulho do motor crescendo e a pressão nas costas do carro ganhando velocidade. Saí dirigindo ela com aquela sensação “finalmente estou pilotando uma M3”. Dá até pra colocar um “visto” naquele papel de “metas da vida”. Eu havia acabado de dirigir a poderosa M6… pensei comigo “bom, devo ter uma percepção não tão boa do desempenho do carro, já que venho de uma besta de 560 cavalos”. Ledo engano. A aceleração da M3 é muito forte, e na saída de velocidade, mais forte que da M6. A questão é que ela consegue colocar a força no chão. O câmbio de 7 marchas de dupla embreagem é a 8 maravilha do mundo, mas se você colocar tudo no modo esportivo e tirar o pé na troca de marcha, você leva um coice na “cacunda” sem igual. Seguidos dos pipocos do escape… arrepiante. Colando o pé, a sinfonia do 6 em linha subindo até os 8 mil giros invade forte o habitáculo, e me passa a sensação que com pouco, eu já teria o feeling do giro do motor ali no lóbulo da orelha. A velocidade cresce rápido, vem os 100, os 150, os 200, passa de 200… e nada de parecer perder o folego. Nas vezes que andei, não tive chão e espaço pra ir além, mas é incrível sentir esse carro acelerando! Dá vontade de fazer isso umas 5 horas seguidas… tipo uma viagem de BH ao Rio… se bem que nela, em 5 horas eu iria de BH a São Paulo, já contando pedágios, paradas, chegadas, café, papo com o frentista do posto, pausa pra carselfie, post no instagram e etc… A primeira curva que pude entrar mais forte, era uma dos meus tipos favoritos… rotatória!! Louvado seja o ser humano que inventou as rotatórias! E um salve salve pros engenheiros de transito que decidem fazer elas… O asfalto na chegada da rotatória era péssimo, e a entrada era no meio de curva subindo… tudo de “errado”, pra perder o controle…vim freiando forte, deixando a direção dar aquela ajustada pelo asfalto horrível debaixo dos pneus, chamando cada marcha na borboleta até que entrei forte… estava com todos controles de tração ligados, e na hora nitidamente senti que era apenas uma questão de desliga-los para iniciar uma saída poderosa de lado e contornar toda a curva assim. O carro tinha força demais disponivel, e tinha que dosar o pé muito pra manter ele na linha… ah, eu preferia estar com o pé embaixo, comendo pneu de lado e dando aquele contra. Na saída, uma reta em descida que o carro engoliu o velocímetro, e quase perto da entrada do local de parada, vindo a quase 200 km/h quase, a metros de entrar, eu subo nos freios com tudo. Vou te falar que, do mesmo jeito que ela impressiona ao acelerar, ela ancora ao freiar. Foram os freios mais fortes que já tive debaixo do pé. Nessa hora os passageiros estavam quase arrancando o puta merda, um pedaço dos bancos, achando que o carro ia passar reto… bobinhos, aqui é M3 rapaz, respeita! Dei mais algumas voltas depois, sempre com a adrenalina a mil nas acelerações, e cada vez mais buscando o limite nas curvas de alta. A cada curva, a nítida impressão que eu estava sendo gentil demais com ela. Se ela falasse, acho que seria algo tipo “André, deixa de frescura e vê se entra rápido”. Não tive tempo de ir buscando mais esse limite… só digo que saídas de curvas a 200 por hora estavam ficando frequentes. Mais frequente ficou a vontade de continuar acelerando, testando os limites nas curvas, os freios, aquele barulho maravilhoso, a posição de dirigir perfeita, os belos bancos que te envolvem, o volante com pegada na medida para pilotar, enfim… A M3 continua sendo o que todo apaixonado por carro se espera: linda, emblemática, agressiva, perfeccionista, alucinante !
  9. Caros, vou iniciar uma série de avaliações dos veículos que tive o prazer de trabalhar nos últimos tempos. Além de postar todo conteúdo aqui, também postarei em um blog (andreaovolante.wordpress.com). Começando com essa máquina incrível: BMW M6 (F06). BMW M6 Gran Coupé (F06): 4.4 V8 Biturbo, de 560cv (entre 6k e 7k RPM) e 69,3 kilinhos de torque. Força essa passada para as rodas traseiras apenas, por meio de uma caixa de dupla embreagem (chamada “M DKG”). “DKG” no caso, vem do Alemão “Doppelkupplung”, nome bonito pra dar pro seu Rottweiller de estimação. A série 6 da BMW existe desde os anos 80, já naquela época com modelos belíssimos, e motores 6 em linha que são marca registrada da marca. Estas linhas atuais surgiram na série 6 em 2005 (E63/E64), e na versão “M” vinha com o sensacional V10 5.0 de 507 que equipava a M5 E60 (carro este que dirigi na época, e ainda tenho boas lembranças). Esta nova carroceria novíssima surgiu em 2012, agora com o nome “Gran Coupé”. Eu já achava a antiga bonita, mas essa… hum… me agrada aos olhos de uma forma diferenciada. Entusiasta e apaixonado por carros desde sempre, purista dos motores aspirados, punta-tacos em toda redução de marcha e carros sem controles eletrônicos, eu não deveria gostar das “barcas” estilo Titanic navegando na rodovia, mas sei lá, eu curto demais. Acho que eu gosto de carro mais do que devia, pode ser. O visual dela é muito imponente, com suas linhas baixas mas fluídas e compridas. Lindas rodas aro 20, sistema de 4 escapes, faróis full led com belas entradas de ar, finalizam o visual. O interior trás a essência do 2+2, com amplo espaço para passageiros nos bancos da frente e de trás. Talvez os mais altinhos sintam a cabeça chegar perto do teto no banco traseiro. Mas eu também não quero sentar lá de qualquer jeito. Francamente, para se descobrir todas funcionalidades do carro, eu precisaria ficar com ele 1 mês só fuçando nos botões igual menino pequeno. Resumindo, o Idrive dá um pau no seu, no meu e em qualquer smartphone por aí, parece que dá pra regular o carro para ele virar um food-truck se você quiser. Enfim… acho incrível, mas vamos ao que interessa: Pilotar a nave. O barulho do V8 é grosso, não muito alto quando se liga o carro, mas marca presença. Um toque na alavanca pra direita, “drive” selecionado, e saio ela. O volante tem pegada de carro de pista, a altura do banco é perfeito, e na frente o “head up display” me mostra a velocidade no para-brisa. Bem útil alias, no nosso querido Brasil cravejado de caça niqueis chamados radar. A troca das marchas é perfeita e a sensibilidade humana não consegue identificar atrasos ou trancos. O carro desenvolve suave, até que… com a tecla “M1” no volante configurada para os modos super sport acionados, 2 chamadas na borboleta e afundo o pé. O estampido do cambio junto com o soco nas costas, e a brutal aceleração é simplesmente incrível! Ver o contagiros comendo a faixa dos 8k rpm, enquanto a velocidade sobe igual velocímetro digital de superbike, também. As marchas são engolidas e logo logo os 200 km/h chegam! Um pouco de trânsito à frente e um pouco de juízo também, tiro o pé. Mais um pouco de pista livre, flat no acelerador, e o folego insano de aceleração se mantém em todas marchas, mesmo já passando dos 200 por hora. O barulho tende a ficar mais agudo nos giros mais altos e é simplesmente viciante. Saindo de uma entrada lateral a estrada, em 1 marcha num ligeiro aclive, vejo as luzes de todos controles acesas freneticamente enquanto exijo tudo do motor, que não consegue passar tudo para as rodas. Se não fossem os controles, estas girariam em falso por vários metros, deixando uma assinatura bonita no asfalto. A M6 aliás é isso: uma engolidora de pista. Feita para andar em altíssimas velocidades, numa boa. Além da não impressão de velocidade, se tem total sentimento de segurança e solidez na rodagem. Uma curva generosa, entro e acelero até no meio da curva atingir os 200 km/h novamente. Alguns sobressaltos no asfalto, os 1950kg simulam uma saída pro lado que eu não quero, uma consertada aqui, e pronto, ela segue devorando tudo. Carros à frente tendem a querer sair rápido da frente ao ver chegar a bela, que é uma fera. Aliás, adoro isso. Nada mais chato que motoristas na faixa da esquerda na estrada a 84 km/h se sentindo o rei da pista. Viajar neste carro te instiga a pelo menos manter velocidades de cruzeiro altas, qualquer coisa fora disso parece que você está segurando o Rottweiller “Doppelkupplung” na coleira! É muita potência e força querendo ser liberadas. Um total espetáculo de automóvel. Voltando a cidade, uma surpresa: como é gostosa de dirigir! Dá vontade de ficar ali, indo pra qualquer lugar, só pra não sair do carro. Sair do carro talvez apenas para dar uma olhada na sua beleza, mas logo, procurar alguns quilômetros de pista para ser devorado. Se olhando por fotos e lendo os dados ela me instigava, agora a M6 Gran Coupé deixou uma marca forte no meu pensamento. Um carro que reúne todo requinte e esportividade da BMW, mas vai além com um desing imponente e sensações incríveis ao volante. Definitivamente um dos desejos de consumo automobilísticos de mais alto nível hoje em dia!
  10. Gol G4 Por Audi A3

    Boa tarde galera!! Estou estudando a troca do meu gol g4 2008 1.0 4 portas com Direção Hidraulica e 90 mil km por um audi a3 2004 completo 1.8T, 4 portas 165 mil km com cabeçote retificado recentemente, correia trocada precisando de 2 amortecedores na frente, eae galera vale a troca?
  11. Audi 1.8T

    E ai pessoal blz! apresento para vocês a minha nova aquisição! Uma Audi 1.8T manual, Mais conhecido como Paulo....isso mesmo =D Paulo é o nome do carro. Apos me cobrarem uma fortuna para turbinar o Fiat Bravo, decidi comprar um carro já turbo. Agradeço já a todos que foram contra ou a favor da troca, pois ajudou bastante na minha decisão!. Tenho certeza que tomei a decisão correta é só sorrisos quando eu acelero o Paulo. Ate minha sogra que não entende nada de carro disse uma frase que não esqueço mais nunca: "ESSE BICHINHO ANDA EM!" kkkkkkk chorei de da risada com ela. Ai vai umas fotos da caranga e espero que ate 2016 chegar aos 200cv.
  12. Trocar Um Fiat Bravo Em Um Audi A3 1.8T

    Bom... como alguns aqui já sabe me cobraram 16 mil a 25 mil para turbinar meu Fiat bravo. Como sempre quis um bendito carro turbo pra mexer, surgiu uma oportunidade de trocar meu Fiat bravo em um Audi a3 1.8T 150cv cambio manual único dono, o carro esta impecável tudo funcionando e nem um botão descascado ou coisa assim. Mas sera que vale a pena? em bora a qualidade do Audi pareça superior!
  13. Minha esposa ligo para uma preparadora aqui do ABC em São Paulo e me deram esse orçamento estratosférico procede esse valor mesmo? sei que não é nem um motor AP para ser mais em conta, mas gasta 25 mil no carro so mais compra um volvo c30 turbo =D.
  14. Voyage Turbo Forjado Acelerando Forte

    Voyage turbo 1.9 forjado andando com 0.8 de pressão do meu mano, se gostarem do video curta e se inscreva no meu canal, já tem parte 2 andando com 1.0 e vou postar mais videos. >https://www.youtube.com/watch?v=nJJ2fM9ajkI&hd=1
  15. Golf Gti 98 2.0 Turbo

    Galera a cerca de um pouco mais e um ano vendi um carro que sempre desejei e que me animou por 10 anos, que foi um voyage 4 portas 95 turbo@450cv Essa venda foi para dar lugar a o sonho de criança, que na epoca era impossivel, pelo custo, mas hoje eu tenho o sonho na garagem, trata-se de um Golf Mk3 Gti 98 um dos ultimos mk3 e para complementar hoje esta turbo@329cv na medição recente com o acerto final! Chega de tc segue as fotos, espero que gostem! Foto do Voyage para entender o assunto comentado: *Fotos Atuais Golf* *Potencia Atual*
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