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  1. Primeira rotação: Toyota Camry 2018

    Fonte pode ser conferida aqui. De 21 de junho de 2017. Em primeira mão aqui para vocês, logo sendo postado no meu blog Driving N' Reading. ATENÇÃO: ESTE TEXTO PODE HAVER ERROS DE TRADUÇÃO (OU MESMO DE PORTUGUÊS) POIS O AUTOR POUCO SABE SOBRE A LÍNGUA. CORREÇÕES SERÃO BEM-VINDAS. Confortável, espaçoso, confiável e eficiente e barato de manter (nos EUA, é claro), o médio da marca (usando padrões do EPA) ainda é um carro muito bem-sucedido no mercado, onde nesse segmento o destaque continua para ele e seu rival Honda Accord. Nesse ano ele estreia a oitava geração e abaixo a avaliação curta da mídia Consumer Guide. Toyota Camry XSE 2018 O Camry da Toyota tem sido o carro mais vendido em grande parte das últimas décadas, e seu redesenho de 2018 o traz atualizado com os principais rivais da classe. No entanto, provavelmente não vai contar o tipo de números de vendas que conseguiu acumular no passado. Isso não é devido a qualquer falha no novo Camry, no entanto. Pelo contrário, é uma coisa sociológica. A menos que você tenha acabado de se arrastar para fora de uma caverna, provavelmente você percebeu que os utilitários estão todos raivosos hoje em dia. Na verdade, os utilitários compactos¹ superaram os médios como o segmento mais vendido há alguns anos atrás, com muitas dessas vendas saindo de bolsos de carros médios. Portanto, os anos de vendas da Camry em seu recente ritmo anual de 400.000 unidades provavelmente são história. Modelos esportivos SE e XSE ficam com a frente desenhada mostrada no carro branco do topo, enquanto modelos L, LE e XLE ficam com o mesmo visual do carro acima Mas muitas pessoas ainda preferem carros, e nossa prévia do Camry de oitava geração - deve começar a vender no próximo mês - revelou que ainda é um veículo estelar. Dimensionalmente, o Camry é cerca de 2,5 cm mais longo em um entre-eixos 5 cm mais longo. O estilo é novo, com mais vincos ao redor da carroceria, sendo o objetivo geral uma presença mais agressiva. A aparência frontal difere entre os modelos, com as versões "padrão" L, LE e XLE, obtendo uma grade larga e baixa, enquanto o SE e XSE mais esportivos obtêm uma grade mais estreita e flanqueada por "cavidades" pretas. O topo de linha XSE (topo) oferece aerofólio traseiro, quatro saídas de escapamento, e um teto preto que flui para um vinco na coluna C. Um aspecto não-usual do Camry foi tocado na apresentação do produto. Enquanto a maioria dos veículos são direcionados para um restrito público, a Toyota diz que vai para compradores "de 16 a 86". E, de fato, com três diferentes motorizações e dez níveis diferentes de acabamento, parece haver um Camry para praticamente qualquer um. O novo adicionado modelo básico L começa a partir de $24 380 incluindo frete. Enquanto é um pouco mais que a versão LE listada no ano passado, a lista de equipamentos da versão L é impressionante. Além disso, o que já se tornou um recurso esperado, ele acrescenta significativamente o Toyota Safety Sense-P, um conjunto de itens de alta tecnologia que inclui aviso prévio de colisão e mitigação com detecção de pedestres, alerta e mitigação de mudança de faixa, faróis de facho alto automáticos e controlador de velocidade adaptativo. Ele também vem com uma tela sensível ao toque de 7 polegadas, o sistema de entretenimento da Toyota Entune 3.0, uma câmera traseira de manobras e assentos dianteiros com ajuste elétrico de 6 modos - tanto para motorista quanto para passageiro - com o assento do motorista obtendo o ajuste lombar elétrico. No entanto, ao contrário dos outros modelos, o L não possui um banco traseiro rebatível e não oferece opcionais. Notável item de série no Camry 2018 é o Toyota Safety Sense-P. Outros detalhes disponíveis incluem câmera de 360º, leituras individuais de pressão de pneus, freio de estacionamento eletrônico com modo Brake Hold e projeção de tela no para-brisa. Adicionados ao LE ($24 885) são rodas de alumínio de 17 pol substituindo as rodas de aço de 16 pol da versão L², assim como um banco do motorista com ajustes elétricos em 8 modos (adicionando uma almofada inclinável), e banco rebatível com divisão 60/40 (bipartido). Mas o real apelo é que isso também faz disponível um número de opções desejáveis, incluindo o Convenience Package (acesso ao carro e partida sem chave, transmissor Homelink, e espelho retrovisor interno com bússola e eletrocrômico), Audio Package (carregamento sem-fio Qi, tela sensível de 8 polegadas, toca CD's³ e rede WiFi), teto solar elétrico e alerta de ponto cego e de tráfego pela traseira do carro. Interiores cinza e bege de dois tons (topo) estão disponíveis no lugar de interiores exclusivamente pretos, mas somente o XSE V6 pode ter o vermelho claro O SE de $26 085 é um modelo de tema esportivo que tem uma frente distinta, rodas de 18 pol, dupla saída de escapamento cromada e ar-condicionado com controle automático de temperatura, e oferece os mesmos opcionais que o LE. Indo mais acima, o novo XSE estende o foco esportivo do SE, enquanto o XLE é mirado em compradores de luxo(4). Ambos estão disponíveis com o motor 2,5 litros de quatro cilindros em linha que equipa todas as versões, mas exclusivamente oferece versões com um 3,5 litros V6. (Mais sobre eles em breve) XSE ($29 885 para o quatro-cilindros, $35 835 para o V6) adiciona os itens do anteriormente mencionado Convenience Package mais ar-condicionado com duas zonas de ajuste, revestimento em couro, bancos dianteiros com aquecimento, banco dianteiro do passageiro com ajustes elétricos de 8 modos, modos Eco/Normal/Sport, projeção de tela no para-brisa, e retenção de freio, que permite o motorista remover seu pé do freio ao sair do Drive - conveniente enquanto estiver esperando em longas filas de carros (o freio é automaticamente desativado quando o acelerador é pressionado. Versões V6 também adicionam elementos do Audio Package, e exclusivamente oferece quatro saídas de escapamento e o opcional teto preto "sobreposto" (a cor vai até a coluna C) e interior vermelho em dois tons. Híbridos são identificados majoritariamente por esses emblemas; note o fundo azul no logo da Toyota. XLE tem preço e equipamentos similares ao XSE, mas sem os recursos "exclusivos" do XSE. Como antes, o 2,5 litros quatro-cilindros é padrão, mas a potência aumenta de 178 cv para 203 cv (206 no XSE), enquanto o consumo medido pelo EPA aumenta em 1,7 a 3,4 Km/l [nota do tradutor: quer dizer, a economia aumenta nessa proporção] é de 12,3/17,4 Km/l no modelo L (cidade/estrada), 11,9/16,6 Km/l no LE, SE, XSE e XLE. O 3,5 V6 da mesma forma ganha mais potência, pulando de 268 cv para 301 cv, e as medições do EPA aumentam levemente para 9,3/14 Km/l (9,3/13,6 Km/l no XSE). Em todos os modelos movidos a gasolina, uma transmissão automática de oito marchas substitui a de seis marchas. Híbridos permanecem na linha - oferecido nos acabamentos LE, SE e XLE - e também conseguem mais potência e economia de combustível: uma potência combinada de 208 cv (de 200) e classificações do EPA de 21,7/22,5 Km/l no modelo LE, 18,7/20 Km/l para os demais (melhora de 0,8 a 4,7 Km/l). O modelo LE usa um pacote de bateria de iões de lítio; os outros usam uma bateria de níquel-metal-hidreto. Os bons botões e comandos antigos ajudam a tornar o sistema de entretenimento bastante fácil de ajustar, e também servem bem para os comandos de ventilação e de ar-condicionado. Como antes, Camry é muito espaçoso dentro, embora motoristas esguios possam desejar mais espaço na cabeça. Visibilidade é muito boa para as colunas da frente, boa para as colunas laterais e traseiras. Materiais de interior são compatíveis com o preço, com muitas superfícies almofadadas e combinações disponíveis de dois tons. O sistema de áudio básico usa uma tela sensível de 7 polegadas rodeada com comandos de volume e sintonização com oito botões, e há 36 botões de predefinição de estação virtual que podem ser percorridos na tela. O sistema de navegação de série padrão Scout usa o seu celular conectado, e requer um sinal de celular para funcionar. Padrão nos V6s e opcional nos demais exceto na versão L é um sistema de entretenimento aprimorado que inclui um toca CD's e navegador com GPS. Ambos foram bastante fáceis de operar, o que não pode ser dito para todos esses sistemas. Os controles de ventilação e ar-condicionado também eram fáceis de usar. A tampa do porta-malas abre de maneira ampla para facilitar o acesso ao suporte de carga de bom tamanho, mas as dobradiças mergulham na área de carga e as costas dos encostos traseiros dobrados (padrão em todos, exceto a L), ficam sete centímetros acima do chão do porta-malas. Espaço para objetos no interior é bom, destacado por um grande porta-objetos no console, uma larga e coberta bandeja de console com entradas auxiliar e USB e tomada 12 volts, e um porta-objetos do lado esquerdo. O porta-malas é amplo na parte traseira e muito espaçoso, e embora a tampa abra para criar uma grande abertura, suas dobradiças tipo "pescoço-de-ganso" mergulham um pouco no espaço de carga. Além disso as costas dos encostos traseiros dobrados ficam cerca de sete centímetros acima do nível do chão do porta-malas, tornando mais difícil deslizar itens longos para frente. Embora o modelo híbrido anterior tenha sacrificado algum volume do porta-malas e a maior parte da área de passagem do porta-malas para sua bateria, o modelo 2018 tem essencialmente o mesmo espaço que os modelos a gasolina, pois a bateria está montada no túnel central. Os modelos quatro-cilindros obtêm uma boa resposta ao pisar totalmente no acelerador, e a transmissão reduz rapidamente para obter mais potência; a maioria das pessoas provavelmente achará esse conjunto perfeitamente adequado. Para aqueles que querem mais, as versões V6 são visivelmente mais rápidas - muito fortes, na verdade -, mas essa força é paga na hora de abastecer (e no preço inicial). Um breve teste em um modelo híbrido mostrou que era um pouco menos disposto em aceleração inicial do que qualquer um de seus irmãos movidos a gasolina, mas respondeu bem em acelerações nas entradas de velocidade, embora os resultados nem sempre fossem perfeitos. Não tivemos a oportunidade de medir o consumo, mas as estimativas da EPA - especialmente para o LE híbrido - são estelares. Embora os sedãs sejam uma venda difícil nos dias de hoje(5), aqueles que ainda estão no mercado em busca de um médio devem encontrar no Toyota Camry um excelente exemplo que oferece muito valor para o dinheiro. E embora os volumes de vendas possam não corresponder aos do passado, o Camry provavelmente continuará a desfrutar da primeira posição. O redesenho do Camry traz um novo visual e novos recursos que o tornam uma escolha forte na classe altamente competitiva dos médios. (6) ¹ Utilitários compactos são carros que, aqui no Brasil, seriam considerados médios, exemplificando Honda CR-V, Subaru Forester e Toyota RAV4. ² Você se incomoda em ter um Camry com calotas? Eu não. ³ Toca CD's? (4) E desde quando Camry é carro de luxo nos EUA? (5) Porque eles não viram ainda como é o mercado brasileiro (6) Aqui fiquei em dúvida se eles estão falando da classe média de carros ou a classe média referente ao padrão de vida de uma determinada fatia da população
  2. Auto-serviço Autodefesa: embreagem do Toyota Etios dura pouco, dizem donos Sistema antigo de embreagem utilizado no compacto chega a durar menos da metade do tempo em comparação com demais modelos da marca Por Waldez Carmo Amorim access_time15 nov 2017, 19h06 Priscila: “Parecia uma porta rangendo” (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas) São comuns casos de embreagens que duram mais de 100.000 km no Corolla e até 200.000 km na Hilux. Pena que o mesmo não se aplica ao Etios, que segundo alguns proprietários mal chega a 50.000 km. A razão estaria na tecnologia empregada: enquanto os dois primeiros têm embreagem hidráulica, o compacto é equipado com o sistema por cabo. “No Etios, a Toyota voltou no tempo e passou a usar cabo de embreagem, fonte de reclamações, porque o cabo lasca, solta fios”, explica Hilton Vinicius Venzon, consultor técnico da Toyosul, oficina especializada em Toyota de Porto Alegre (RS). “Esse sistema não é usado nos outros modelos da marca desde 1993.” Quem sentiu na pele a baixa durabilidade da embreagem do Etios foi o aposentado José Luiz Mancilha, de Porto Alegre (RS). “Percebi o problema aos 30.000 km, porque o carro patinava muito nas arrancadas. Depois disso, só piorou. O pedal foi ficando muito duro e tive de trocar, o que me custou R$ 2.600”, conta o proprietário de um Etios XS 2013. Foi esse sintoma que indicou ao bancário Carlos Alberto Machado, de Fortaleza (CE), que a embreagem de seu Etios Sedan 2014 chegara ao fim. (Reprodução/Quatro Rodas) “Desde os 30.000 km eu me queixo à concessionária que a embreagem está dura. Na revisão dos 40.000 km, constataram que a peça precisava ser trocada. Como a garantia não cobria, tive de pagar o conserto”, diz Carlos. “Na internet, encontrei vários casos de carros com menos de 20.000 km com problemas na embreagem.” Outra característica comum é a trepidação do pedal e os ruídos em excesso no sistema, como relembra a jornalista Priscila Queiroz, de São Paulo (SP). “O barulho estava bem esquisito, parecia uma porta rangendo. Dava a sensação de que o cabo ia arrebentar. A autorizada disse que isso era comum acontecer”, afirma a proprietária de um Etios 2014. Procurada, a Toyota do Brasil respondeu que os veículos dos proprietários consultados na reportagem foram reparados sem custo. O POVO RECLAMA “Já troquei embreagens com menos de 30.000 km rodados.” Hilton Venzon, especialista em mecânica Toyota, Porto Alegre (RS) “Quando relatei os estalos nas arrancadas, a autorizada alegou que era problema de lubrificação. Quando o pedal começou a tremer, disseram que era desgaste da peça e que a garantia não cobria.” Francisco Garcia, representante, Curitiba (PR) “Por causa do problema da embreagem que patinava demais, preferi vender o carro.” Kazuyuki Fukamizu, engenheiro, São Paulo (SP) Caramba, que vergonha a embreagem desse carro... Acho que irei descartar a compra dele. Sei que pode aparecer ainda quem vai justificar ou falar que é exceção... (aqui eu creio que não mas no Reddit americano eu já peguei praticamente ódio do pessoal de lá, principalmente do subreddit /WhatCarShouldIBuy, vou poupar adjetivos indevidos aqui). Pode parecer até evidência anedótica (o que geralmente usam com outras marcas e modelos de carros) mas isso já me deixa cético quanto ao carro (vou sempre me lembrar do PHAER de quando ele precisou trocar a caixa de direção do carro que, fora da garantia, teria um custo considerável). E olhem que eu gosto da linha da marca, principalmente do Camry, só que eu tento não ser fanático por nenhuma marca ou modelo de carro. O link original pode ser conferido aqui. Deixe a sua opinião.
  3. Boa noite pessoal, Gostaria de saber suas opiniões referentes a compras de carros topo de linha mais antigos, de forma a aproveitar sua desvalorização natural, sem abrir mão do acabamento, conforto e segurança que nunca ficam datados. Eu sonho em ter um Toyota Corolla, infelizmente não posso comprar um recente devido ao seu valor e ao seu custo anual, porém posso comprar um mais antigo. Modelos entre 2008 e 2010 cabem perfeitamente no meu orçamento. Minhas duvidas são: Isso é uma boa ideia? Se sim, quais carros, além ou melhores encaixam-se na minha busca? Questionário: - Qual o valor máximo pretendido? R$ 25.000 - 35.000 - Existe limite de idade para o carro/modelo? 2002 - Precisa de espaço (tipo casado com dois filhos e cachorro) ou isso não é problema (tipo solteiro que nem viaja muito)? Isso não é problema - Existe limite mínimo de potência (pode ser 1.0, não pode ser menor que 1.6, ter pelo menos 120cv, essas coisas)? Exceto 1.0 - Preferência por algum tipo de carro em específico (sedã, hatch, perua, picape)? Seda, hatch ou SUV - Qual o uso principal do carro (trabalho, viagem, ir pro shopping, ir pra balada..)? Trabalho, Lazer e Viagem - Existe preocupação com seguro, manutenção, consumo (além do normal em algum item)? Nao farei seguro, peças de fácil reposição e rendimento superior a 10km/l na cidade - Existe algum item/opcional indispensável no carro (câmbio automático, ar-condicionado, piloto automático...)? Confiabilidade Mecânica, Dirigibilidade e Conforto. Obrigado.
  4. Flagra do novo Toyota Corolla hoje no Rodoanel, em SP. Sedã será reestilizado neste mês e o lançamento será na próxima semana, entre os dias 16 e 17 de março, com início imediato das vendas. Ver preços, detalhes, consumo - versão Brasil - http://www.querosericosim.com/2017/03/novo-toyota-corolla-e-flagrado-andando.html
  5. Etios 2017 mudou o que mais precisava e foi além

    Por Bob Sharp - 21/04/2016 Já havia vazamento de informação, mas agora está consumado. Nesta terça-feira (19), em Mogi das Cruzes (SP), a Toyota apresentou à imprensa especializada, em Mogi das Cruzes (SP), o Etios 2017, em que a maior (e mais aparente) novidade é novo quadro de instrumentos digital (foto de abertura) em substituição ao analógico que tantas reclamações gerou — menos de proprietários, mais dos críticos por esporte — mas que mudou a cara do Etios, mudou, e para muito melhor. O visor do quadro é em TFT (Thin Film Transistor), de notável visibilidade, além do desenho primoroso. Como já comentei aqui, há exatamente um ano um pequeno grupo de jornalistas, o AE incluído, foi convidado para um jantar na casa do presidente e executivo-chefe da Toyota América Latina, o americano de ascendência italiana e nascido em Detroit, Steve St. Angelo Jr. Na ocasião eu disse ao presidente que não era necessário mexer na posição do quadro do instrumentos, que apenas trocar os instrumentos analógicos por digitais teria um custo relativamente baixo e daria novo ar ao Etios, derrubando todas as reclamações de má leitura do velocímetro e do conta-giros. Pelo visto, valeu a sugestão. Mas não ficou só nisso. Quatro anos depois de lançado, o Etios passa a ser disponível com câmbio automático epicicloidal de quatro marchas. Novidade também no câmbio manual, que passa a ser de seis marchas com sexta sobremarcha (v/1000 38,6 km/h, 3.100 rpm a 120 km/h), tudo disponível desde a versão base, o Etios X. O Etios 2017 no momento em que era mostrado à imprensa Mudança importante, os motores estão mais potentes. Com gasolina, o 1,3-litro (1.329 cm³) agora desenvolve 88 cv a 5.600 rpm (era 84 cv, mesma rotação) e 12,3 m·kgf a 4.000 rpm (antes, 11,9 m·kgf a 3.100 rpm). Com álcool, vai a 98 cv (era 90 cv/5.600 rpm) e 12,8 m·kgf (torque não mudou e a rotação passou de 3.100 para 4.000 rpm também). No motor 1,5-litro (1.496-cm³), com gasolina, a potência subiu para 102 cv (era 92 cv, às mesmas 5.600 rpm) e o torque, para 14,3 m·kgf a 4.000 rpm (antes, 13,9 m.kgf a 3.100 rpm). Com álcool, a potência agora é de 107 cv a 5.600 rpm (antes, 96,5 cv à mesma rotação) e o torque passou para 14,7 m·kgf, também a 4.000 rpm (antes o torque era igual com gasolina e álcool, a 3.100 rpm). Para chegar ao novos números foi adicionado variador de fase na admissão e escapamento (nenhum antes), atuação de válvulas indireta por alavanca-dedo roletada com fulcrum hidráulico (era atuação direta por tucho-copo sem compensação de folga), revestimento das saias dos pistões com carbono endurecido (DLC, diamond-like carbon) para redução de atrito e taxa de compressão mais alta, 13:1 em lugar de 12,2:1 no 1,3 e 12,1 no 1,5. Novo coletor de admissão tem formato que leva a mistura ar-combustível (a injeção é no duto) a dar uma “cambalhota” (tumble), homogeneizando-a ainda mais. Como antes, o acionamento dos comandos de válvulas é por corrente. O resultado é que os motores, que já tinham bloco e cabeçote de alumínio e eram bons, ficaram melhores e ainda mais elásticos em função dos comandos variáveis. Mas o corte de rotação é muito baixo, ocorre a 5.800 rpm, quando poderia ser a 400 rpm acima sem nenhum problema. O maior curso de pistões, o do 1,5-litro, é 90,6 mm e a 6.200 rpm a velocidade média do pistão ainda é contida, 18,7 m/s. O curioso é que no Etios 2012 o corte era a 6.000 rpm. Não existe mais injeção de gasolina para partidas a frio com álcool sob temperaturas inferiores a 18 ºC, sendo o pré-aquecimento do álcool feito pela válvulas de injeção com aquecedor (fornecedor Denso). Interior é simples, mas o quadro de instrumentos digital deu um ar de relativa sofisticação ao comparar com o modelo anterior, ficou bem melhor (foto Divulgação Toyota) Tanto os motores a partir de agora, quanto o câmbio manual de seis marchas, são fabricados no Brasil na nova fábrica de motores e transmissões da Toyota em Porto Feliz (SP), a pouco menos de 40 quilômetros da fábrica-mãe em Sorocaba, no mesmo estado. O câmbio utilizada sincronizador 1ª-2ª de cone triplo, de três cones de frenagem em vez do normal de cone único. A caixa manual traz duas novidades. Uma, a embreagem de comando hidráulico. Outra é o que a fábrica chama de Monitor Inteligente de Aceleração, sistema que evita que motor morra numa arrancada menos cuidadosa. Uma das novidades do Etios 2017 é o câmbio manual de seis marchas (veja o gráfico delas abaixo); essa manopla corresponde à do XLS, no X testado não tem o aro cromado (foto divulgação Toyota) Houve recalibração da suspensão para aumentar o conforto de rodagem e foram adotados amortecedores dianteiros com batente hidráulico na distensão para evitar a pancada quando a roda “cai” ao passar por uma lombada (prática generalizada na indústria nacional). A assistência elétrica da direção também passou por recalibração para reduzir ainda mais o esforço em manobras, mas sem comprometer o “peso” adequado em velocidades de rodovia. Vale lembrar que o excepcional diâmetro mínimo de curva do Etios foi mantido, 9,6 metros no hatchback e 9,8 metros, no sedã. Preços O início de comercialização nas concessionárias é no dia 28 p.v. e os preços, em média R$ 2.000 mais altos, são: Hatchback X 1,3 manual R$ 43.990 X 1,3 automático R$ 47.490 XS 1,5 manual R$ 48.995 XS 1,5 automático R$ 52.495 XLS 1,5 manual R$ 53.895 XLS 1,5 automático R$ 60.895 Cross 1,5 manual R$ 57.395 Cross 1,5 automático R$ 60.895 Sedã X 1,5 manual R$ 48.495 X 1,5 automático R$ 51.995 XS 1,5 manual R$ 51.696XS 1,5 automático R$ 55.195 XLS 1,5 manual R$ 56.795 XLS 1,5 automático R$ 60.295 Vale notar que o câmbio automático acresce o preço em R$ 3.500, qualquer versão. É um desenvolvimento do antigo do Corolla e tem software de gerenciamento capaz de interpretar várias situações de tráfego (subidas, descidas, trânsito etc.), a demanda de potência segundo o pedal do acelerador e desse modo determinar a marcha mais adequada para cada situação. Não há o recurso de trocas manuais sequenciais, mas o motorista pode escolher ficar nas quatro marchas automáticas ou ir até à 3ª (D3), até à 2ª (2) e até à 1ª (L), no caso de querer usar freio-mot0r numa descida de serra, por exemplo. Em 4ª a v/1000 é 41,5 km/h, para 120 km/h a 2.900 rpm. As versões X, XS e XLS são as mesmas do lançamento em 2012 e desaparece a Platinum (que está sob teste de 30 dias com o AE). Saliente-se que por não haver versão 1-litro, o Etios recolhe IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) com alíquota de 13% e não 7%. Andando com X 1,3 Fiz questão da andar com a versão base da escala, o Etios X hatchback 1,3 manual. Excelente, especialmente motor, câmbio e conforto de rodagem. O motor é liso, tem uma elasticidade de respeito. Todos os carros estavam com álcool. Pena que o corte de rotação seja tão antecipado, embora sejam pouco os proprietários que vão usar toda a potência. O câmbio tem padrão de seleção, engate e carga da alavanca, com manopla tipo pera, e “padrão Wolfsburg”. A ida para o canal 5ª-6ª é muito bem definida e fácil, e o movimento de 5ª para 6ª não requer atenção. A ré é vizinha à 1ª com pescoço na alavanca para chegar ao seu canal. Não cumpri o roteiro de teste proposto, que compreendia subir a serra de Mogi, pegar um trecho da Ayrton Senna e voltar. Em vez disso, procurei usar o carro na rodovia SP-039 Eng. Cândido do Rêgo Chaves, onde fica o Paradise Golf and Convention Resort, o hotel-base do programa, e na cidade de Mogi das Cruzes, pegando lombadas fora de padrão e ruas de paralelepípedo. Nessas rua, o carro como um todo (suspensão, buchas, pneus Pirelli P1) absorvem o piso à perfeição, não se escuta a suspensão funcionar, um louvável trabalho da engenharia de chassi de Toyota. Na rodovia, há algumas curvas de alta que deram para avaliar bem o comportamento, que se mostrou perfeito mesmo com pneus 175/65R14. O nível de ruído interno está mais baixo com providências como mais material fonoabsorvente, inclusive no capô, e até com o emprego de vidros mais espessos. O novo quadro de instrumentos “mudou a marca do carro”, de tão bem-feito e atraente. Pode-se alterar sua configuração entre conta-giros circular ou de escala horizontal, neste caso para exibição dos dados do computador de bordo. O velocímetro digital está sempre presente e é muito fácil ler a velocidade num relance usando com a visão periférica. Mas um problema é operar os controles do computador de bordo, feito por botões de empurrar no próprio instrumento, que não são tão próximos do motorista. É preciso certa “ginástica” para alcançá-los. Veja na foto de abertura sua localização. Ao contrário do publicado no teste de lançamento em setembro de 2012, em que foi divulgada a aceleração 0-100 km/h, desta vez faltou esse importante dado de referência. Como os pesos permanecem na mesma faixa, de 955 a 970 kg, ante 940 a 980 kg, as acelerações certamente são melhores, e se percebe isso claramente. Na ocasião (2012) foram informadas como sendo de: Etios 2012, 0-100 km/h, segundos Hatchback 1,3 12,2 (G), 11,8 (A) Hatchback 1,5 11,5 (G), 11,1 (A) Sedã 1,5 11,8 (G), 11,3 (A) Na mesma matéria cheguei, por cálculo, à velocidade de 170 km/h para o hatchback 1,3-L e 173 km/h com motor 1,5-l. O sedã, de melhor aerodinâmica, pelo cálculo chegaria a 185 km/h. Agora, com mais potência, pode-se certamente esperar números superiores. Desta vez, porém, havia a informação de consumo nas etiquetas do Programa de Etiquetagem Veicular com os consumos Inmetro. Veja abaixo como era em 2012 e como é hoje, lembrando que as fabricantes utilizam gasolina-padrão com 22% de álcool (E22): Como era Etios 2012, consumo Hatchback 1,3 Hatchback 1,5 Sedã 1,5 Cidade (km/l) 12,5 (G), 8,5 (A) 12,4 (G), 8,5 (A) 11,9 (G), 8,4 (A) Estrada (km/l) 13,0 (G) 9,0 (A) 13,4 (G), 8,9 (A) 14,0 (G), 9,3 (A) Como é Etios 2017, consumo Hatchback 1,3 Hatchback 1,5 Sedã 1,5 Cidade (km/l) 12,6 (G), 8,6 (A) 12,4 (G), 8,3 (A) n.d. Estrada (km/l) 14,2 (G) 9,8 (A) 14,1 (G), 9,8 (A) n.d. O Etios, embora não figure entre os mais vendidos, comercializou 61.000 unidades no mercado interno em 2015 e exportou 22.000 para os países do Mercosul (os de verdade, Argentina, Paraguai e Uruguai, não a palhaçada de incluir a Venezuela nesse mercado comum). Com as mudanças aportadas, deverá atrair ainda mais compradores pelas suas qualidades intrínsecas e indiscutíveis. Agora ganhou cintos de três pontos e apoios de cabeça para os três ocupantes do banco traseiro (que viajam sem apertos) e, muito importante, tem agora dois pares de engates Isofix para bancos infantis, juntamente com ponto de fixação superior (top tether). Pode o Etios melhorar? Como todo carro, pode. Falta a faixa degradê no para-brisa, anotada pelo recém-nomeado e competente vice-presidente executivo de Vendas e Marketing, o português Miguel Fonseca, com quem conversei bastante. Aliás, sua apresentação técnica foi brilhante, mostrando trazer uma cultura europeia nessas questões e a quem parabenizei e roguei para “não se deixar contaminar” pelo jeito brasileiro de achar que os jornalistas brasileiros não precisam de informações detalhadas (salvo poucas exceções). Pequenos detalhes são fáceis de corrigir, como colocar tampa corrediça nos espelhos de cortesia nos parassóis e introduzir o prático pisca-3 no indicador de direção. Chego ao exagero de vaticinar que o Etios, considerado “patinho feio” por muitos, poderá vir a ser vendido com ágio. O tempo dirá. BS Abaixo a ficha técnica e mais fotos a seguir. FICHA TÉCNICA ETIOS 2017 Hatchback Sedã X XS XLS X XS XLS MOTOR Tipo 4 cilindros em linha, duplo comando de válvulas no cabeçote, corrente, 16 válvulas,atuação indireta por alavancas roletas com compensação hidráulica de folga, variador de fase admissão e escapamento, bloco e cabeçote de alumínio; flex, transversal Cilindrada 1.329 cm³ 1.496 cm³ Diâmetro e curso 72,5 x 80,5 mm 72,5 x 90,6 mm Taxa de compressão 13:1 Potência 88 cv (G) e 98 cv, (A), a 5.600 rpm 102 cv (G) e 107 cv (A), a 5.600 rpm Torque 12,5 m·kgf (G), 13,1 m·kgf (A), 4.000 rpm 14,3 m·kgf (G) e 14,7 m·kgf A), a 4.000 rpm Formação de mistura Injeção no duto TRANSMISSÃO Câmbio Transeixo dianteiro de 6 marchas manuais, tração dianteira Relações das marchas 1ª 3,538:1; 2ª 1,913:1; 3ª 1,310:1; 4ª 0,971:1; 5ª 0,818:1; 6ª 0,700 ré 3,333:1 Relação do diferencial 3,944:1 SUSPENSÃO DIANTEIRA Independente, McPherson, braço triangular inferior, mola helicoidal e amortecedor pressurizado, barra estabilizadora TRASEIRA Eixo de torção, mola helicoidal e amortecedor pressurizado, barra estabilizadora incorporada ao eixo DIREÇÃO Tipo Pinhão e cremalheira, assistência elétrica indexada à velocidade Diâmetro mínimo de giro 9,6 m 9,8 m FREIOS Dianteiros A disco ventilado Traseiros A tambor RODAS E PNEUS Rodas Aço, 5J x 14 Alumínio, 5,5J x 15 Aço, 5J x 14 Alumínio, 5,5J x 15 Pneus 175/65R14 185/60R15 175/65R14 185/60R15 DIMENSÕES Comprimento 3.777 mm 4.265 mm Largura 1.695 mm Altura 1.510 mm Distância entre eixos 2.460 mm 2.550 mm PESOS E CAPACIDADES Peso em ordem de marcha 915 kg 955 kg 965 kg 970 kg Porta-malas 270 litros 562 litros Tanque de combustível 45 litros Link original: http://www.autoentusiastas.com.br/2016/04/toyota-mexe-etios-que-mais-precisava/
  6. Boa tarde pessoal. Agora é pra valer! Estou com a carta de crédito no valor de 45 mil reais e é a hora da decisão. Anteriormente eu havia postado aqui um tópico sobre o assunto e a estimativa de gasto era de 42 mil reais. A conclusão foi que a melhor opção de compra seria o Toyota Corolla. Bom, ao buscar o veículo nessa faixa de preço encontrei alguns no ano 09/09, 09/10 e 10/10. Contudo, ao buscar veículos em geral, acabei me deparando com o Honda Civic ano 10/11, 11/11 e 11/12. Me veio a dúvida: mesmo o Corolla sendo ano 2009/2010 ainda é a melhor compra a se fazer? Segue o texto descritivo sobre o carro que pretendo comprar: "Estou em busca de um novo veículo até o valor de 45 mil reais que seja no mínimo ano 2010, que tenha um motor superior a 1.0, podendo ser hatch ou sedan e com câmbio automático. O principal uso do carro é para o trabalho, rodando diariamente uma média de 40km, sendo 30km em rodovia. Nos fins de semana rodo aproximadamente 100km na cidade, sem trânsito intenso. Durante o ano, faço em média 5 viagens, rodando em média 400km por viagem. Preciso de um modelo que possua um bom desempenho na estrada e com um custo de manutenção não muito elevado. Não possuo filhos, contudo, carrego uma boa quantidade de bagagem, pois sempre outras pessoas viajam comigo." Conto com o apoio/opinião de vocês para chegar a conclusão de qual o carro ideal a ser comprado. Caso tenham algum outro modelo que achem interessante, informem, por favor. Desde já, agradeço.
  7. Olá pessoal, estou pesquisando sobre a porta do Toyota Corolla 97, porém encontrei para vender, da Corolla 98 á 2002 Pela foto parece ser identico, alguem sabe me informar se são compativeis ou não? Eu sei que Corolla 93 até 97 são tudo mesmo carro, não sei se 98 mudou modelo do carro porem mantem as portas Obrigado
  8. Alguém poderia me dizer se posso substituir as rodas de aço que vem no Corolla Gli 2016 pela roda do Corolla Xei ou até mesmo do Altis? Vi que o aro 16' é o mesmo em todas as versões, mas não sei se a furação e o offset é o mesmo. Também não sei se os pneus também podem ser aproveitados. Obrigado
  9. Multimidia Corolla Gli 2015/16

    Estou pensando em adquirir um Corolla Gli 1.8 AT 2015/16 e gostaria de uma dica no modelo de Central Multimidia para esse modelo. Qual marca e modelo, bem como valor do aparelho e valor de instalacao. Obrigado
  10. Boa noite pessoal, Posto aqui a título de curiosidade planilha que tenho com consumo do meu carro Etios Hatch 1.3X 2014 - atualmente está com 15mil km pic upload
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