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  1. A postagem original pode ser conferida aqui (lá terão os respectivos links dos carros). Procurei fazer algumas adaptações para ficar o menos bagunçado possível. Deixe sua opinião e comentário abaixo! Guia de Compras Os Eleitos 2017: os carros mais amados pelos donos Com mais de 2 mil participações, pesquisa revela quais são os modelos que deixam seus donos felizes da vida Por Vitor Matsubara access_time8 dez 2017, 17h37 - Publicado em 8 dez 2017, 15h37 Up!, Kicks, Civic e Versa são os destaques em Os Eleitos 2017 (Reprodução/Quatro Rodas) Felicidade é essencial para qualquer relacionamento prosperar. E isso vale também quando escolhemos qual carro vamos comprar. Pensando nessa importante decisão é que QUATRO RODAS realiza há 17 anos a pesquisa Os Eleitos. Participaram do levantamento 2.349 clientes dos 45 veículos mais vendidos do país, que revelaram suas alegrias e tristezas sobre o modelo que escolheram. Dos automóveis elegíveis inicialmente, alguns não atingiram a amostragem mínima de entrevistas válidas. Sendo assim, a lista de concorrentes ficou restrita a 31 modelos. A edição deste ano teve um feito inédito: oito modelos alcançaram 100 pontos na nota final, indicando que eles superaram a expectativa de seus donos. São apenas eles, aliás, quem determinam o resultado de Os Eleitos. Não há interferência dos jornalistas de QUATRO RODAS no resultado final da estudo, que é realizado pela Pesquisa e Inteligência de Mercado da Abril Mídia. Além de conhecer quais modelos deixam seus donos mais satisfeitos, você descobrirá quais são as marcas preferidas no pós-venda e outros serviços de assistência técnica. Não vamos contar o fim do filme, mas tem muita surpresa por aí. COMO SE MEDE A FELICIDADE DO DONO Uma das razões que fazem Os Eleitos ser uma pesquisa diferente é seu critério de pontuação. Ele foi elaborado de maneira que se possam comparar modelos de segmentos distintos, analisando sempre o que o dono esperava e o que ele obteve depois da compra. Saiba como funciona: Satisfação / Expectativa = Índice de satisfação Índice acima de 100: o carro superou as expectativas Índice em 100: satisfação corresponde exatamente à expectativa que o dono tinha antes da compra Índice entre 100 e 80: expectativa foi razoavelmente atendida Índice abaixo de 80: o proprietário está insatisfeito Veja os 23 itens avaliados, divididos em nove categorias, que formam o índice: CUSTOS • Preço de revenda • Preço de compra • Preço de seguro • Preço de peças • Consumo urbano • Consumo rodoviário CONFIANÇA NA MARCA • Ser um fabricante confiável COBERTURA DA REDE • Ser um fabricante com ampla rede de concessionárias DESIGN / MODELO • Ser um projeto moderno • Design do carro DESEMPENHO • Rapidez no arranque SEGURANÇA • Estabilidade nas curvas • Transmitir segurança • Presença de itens de segurança DIRIGIBILIDADE • Facilidade de ultrapassagem • Oferecer boa visibilidade • Facilidade de acesso aos comandos CONFORTO • Acabamento interno • Baixo nível de ruído • Espaço interno • Espaço do porta-malas • Presença de equipamentos MANUTENÇÃO • Durabilidade/resistência das peças Além de empatar com o Fit em quatro títulos, o Civic faz com que a Honda se isole ainda mais como a maior campeã em Os Eleitos com oito vitórias (arquivo/Quatro Rodas) Levantar a taça não é novidade para o Civic. O quarto título do sedã como o Grande Campeão (quebra um jejum de três anos da Honda sem essa conquista) faz o Civic se igualar ao Fit, dono de quatro títulos seguidos entre 2004 e 2007. Agora a Honda acumula oito vitórias em 17 edições. A vitória deste ano, porém, só veio após uma briga ferrenha com o Chevrolet Cruze na categoria dos sedãs médios. Os sedãs não se saíram bem à toa: ambos foram renovados em 2016 e tiveram desempenhos parecidos na pesquisa deste ano. Deu Civic, por uma diferença de apenas 0,1 ponto (101,2 x 101,1). – Clique aqui para conferir os vencedores de todas as categorias da pesquisa Os Eleitos 2017 O modelo trouxe de volta a ousadia perdida na geração anterior. Além do design, o Civic ganhou um inédito motor 1.5 turbo de 173 cv, exclusividade da nova versão Touring. Abaixo dela ainda há as versões Sport, EX e EXL, todas equipadas com o motor 2.0 flex de 155 cv. Sua décima geração ficou 10 cm mais longa, 4 cm mais larga e ganhou 3 cm a mais de distância entre-eixos. Isso explica as ótimas notas em espaço do porta-malas (108,4) e espaço interno (108,1), as maiores entre todos os critérios. Dos 23 quesitos analisados, o Civic teve as melhores notas em 11 e superou as expectativas em 13 deles. Velocidade de arranque (107,1) e acesso aos comandos (105,4) renderam os maiores elogios. As poucas críticas recaíram sobre os custos, como preço de compra (88,4) e os valores das peças (93,9). Ser dono de Civic é uma alegria só. Mas não é barato. "Confortável, prazeroso de dirigir e lindo. É um carro excelente em todos os aspectos." Emerson Dornelles, Santa Maria (RS) Após vencer em 2015 junto com o Etios e ficar em segundo no ano passado, o Volkswagen Up! volta a ser campeão este ano Vencedor entre os hatches compactos, o Up! foi o 7° no ranking geral (Otavio Silveira/Quatro Rodas) 1° – Volkswagen Up!: 100,0 Finalmente chegou a vez do Up!. A consagração veio após três anos de disputa com o Etios, após o empate em 2015 e a vitória da Toyota por apenas 0,1 ponto no ano passado. O Up! teve dez notas acima de 100 (índice considerado ótimo) e foi o melhor em nove critérios, incluindo velocidade de arranque (110,1), design (107,9), espaço interno (105,7) e consumo na estrada (105,5). Mas nenhum deles surpreendeu tanto quanto espaço do porta-malas (114,4), a maior avaliação do hatch. O preço de compra (82,5) foi o pior da categoria, e valor das peças (89,9) e a durabilidade delas (92,1) também foram criticados. Renault Kwid e Fiat Mobi, seus dois principais concorrentes, não tiveram amostragem de proprietários suficiente para entrarem na pesquisa de 2017. Mas no ano que vem eles prometem esquentar a disputa. Pontuação no anterior: 99,6 Os elogios: Design Desempenho As críticas; Preço de compra Valor das peças Feito para quem prioriza desempenho e segurança. Lorena Mendonça, Belo Horizonte (MG) 2° – Toyota Etios: 99,0 Faltou pouco para o Etios conquistar o tricampeonato. O hatch foi o melhor em oito das 23 categorias e teve notas excelentes em velocidade de arranque (106,3), quantidade de revendas (104,8) e espaço interno (103,7). Alvo de críticas, o design (96,7) foi apontado como o pior do segmento. Preço de compra (88,1) e nível de ruído (90,3) também renderam críticas. Pontuação no anterior: 99,7 3° – Ford Ka: 96,0 O Ka repetiu a posição de 2016 sem o mesmo brilho do ano passado. Ainda assim, o hatch foi muito bem avaliado em espaço interno (105,5), design (105,3), acesso aos comandos (104,5) e velocidade de arranque (102,1). Os piores critérios foram preço das peças (84,7), durabilidade das peças (86,4), acabamento interno (88,0) e nível de ruído (89,0). Pontuação no anterior: 98,9 4° – Nissan March: 95,4 O campeão de 2012 sustentou a colocação do ano passado. Velocidade de arranque (103,7), acesso aos comandos (101,2) e design (100,5) mereceram elogios. Porém, ele foi o pior em quatro quesitos: preço das peças (84,2), tamanho do porta-malas (87,4), nível de ruído (88,9) e segurança transmitida (89,3). Pontuação no anterior: 97,2 4° – Hyundai HB20: 95,4 Empatado com o March, o HB20 está longe de ser o mesmo de 2014. Após o título daquele ano, ele despencou para o 3º lugar no ano seguinte, foi 5º em 2016 e 4º agora. Sua nota foi ainda menor neste ano, graças a problemas como o preço do seguro (82,3), o pior de todos. Design (102,5), porta-malas (102,1) e acesso aos comandos (100,9) ainda agradam aos donos. Pontuação no anterior: 97,1 6° – Chevrolet Onix: 92,5 Ser líder de vendas não significa ter os proprietários mais satisfeitos. O Onix supera a expectativa dos donos apenas em quantidade de revendas (103,3) e design (101,1). Mas seu desempenho está longe de agradar: ele ficou abaixo da média em 22 das 23 categorias. As principais queixas se referem a valor das peças (84,9) e preço de compra do carro (85,5). Pontuação no anterior: 97,1 Na pesquisa de satisfação dos proprietários, Peugeot 208 conquistou o bicampeonato, seguido pelo último campeão Fiesta, Sandero e Fox Peugeot 208 vence em 2017 após ter ficado de fora no ano passado (Otavio Silveira/Quatro Rodas) 1° – Peugeot 208: 100,0 O 208 é um fenômeno em Os Eleitos. Campeão em 2015, ele não se classificou ao ficar de fora dos 45 mais vendidos no ano passado. Agora, volta à pesquisa em grande estilo, arrebatando o bicampeonato. O francês superou a expectativa dos proprietários em nove quesitos, com destaque para o espaço do porta-malas (118,0), consumo rodoviário (106,8) e até mesmo espaço interno (104,9). Reclamações? Preço das peças (89,0), nível de ruído (90,9) e durabilidade das peças (91,6). Ano anterior: não participou Os elogios: Porta-malas Espaço interno Consumo As críticas: Custo das peças Nível de ruído Resistência das peças Design excelente, confortável, econômico e com desempenho acima do esperado. O interior é um pouco ruidoso. Jean Picolotto, Garibaldi (RS) 2° – Ford Fiesta: 94,9 Parece que o tempo não passa para os donos do Fiesta, vencedor entre os hatches compactos premium em 2016. O design (104,1) ainda é adorado, mesmo às vésperas de um facelift. Velocidade de arranque (103,2) e acesso aos comandos (102,1) também foram elogiados. Porém, ele é caro de manter, como indicam as notas de preços de peças (79,9), preço de compra (82,1), valor de revenda (87,0) e seguro (87,7). Pontuação no anterior: 96,7 3° – Renault Sandero: 94,7 O Sandero foi o melhor em apenas um quesito e o pior em oito. Seria um resultado desastroso se ele não ficasse na média – ou até acima dela – nas demais categorias. Sobram elogios para o tamanho do porta-malas (107,3), design (102,6) e espaço interno (100,1). Entre os problemas, destacam-se nível de ruído (82,7) e preço das peças (85,6). Pontuação no anterior: 95,5 4° VW Fox/CrossFox Faltou muito pouco para o Fox desbancar o Sandero do terceiro lugar. Acesso aos comandos (105,9) e velocidade de arranque (104,2) foram as maiores notas do Fox – e da categoria também. Espaço interno (101,4) foi outro item bem avaliado. Porém, preço de compra (80,4) e preço do seguro (85,2) tiveram as piores notas entre todos os hatches. Pontuação no anterior: 95,6 Hilux quebra a hegemonia da S10 no segmento das picapes médias e se consagra vencedora. Entre as leves, Saveiro fica à frente da rival Strada Entre as médias: vitória da Hilux. Já no duelo das leves quem levou a melhor foi a Saveiro (Otavio Silveira/Quatro Rodas) Ser líder no ranking de vendas nem sempre resulta em total satisfação dos proprietários. A Fiat Toro, por exemplo, é a picape mais vendida no país em 2017. Sua pontuação ficou em 95,4, superior à das picapes leves Saveiro e Strada, mas menos satisfatória que a das picapes médias Hilux e S10. Entre as leves, a Strada lidera em vendas, mas foi a Saveiro quem mais agradou os proprietários na pesquisa deste ano. PICAPES MÉDIAS 1° – Toyota Hilux: 97,2 A Hilux quebrou a sequência de vitórias da S10, mesmo perdendo dois pontos em relação a 2016. Espaço na caçamba (106,7) e velocidade de arranque (104,1) fazem a alegria dos donos da picape, que também apreciam a ergonomia dos comandos (100,0) e o design (99,3). Entre os pontos negativos, os proprietários ressaltaram preço das peças (87,3), estabilidade nas curvas (88,6) e consumo urbano (90,1). Pontuação no anterior: 99,2 Os elogios: Caçamba Desempenho Design As críticas: Preço das peças Estabilidade Consumo urbano 2° – Chevrolet S10: 96,8 É bom a GM começar a se preocupar com sua picape. Além de ter perdido o embalo das quatro vitórias seguidas, sua média foi a pior desde 2014. Seus donos não gostam do preço de seguro (88,9), valor das peças (89,7) e durabilidade das peças (91,7). Até sua maior nota não foi maior que a dos rivais: o espaço da caçamba (102,4) é pior do que o da Toro e Hilux. Pontuação no anterior: 101,02 3° – Fiat Toro: 95,4 Lançada em 2016, a Toro podia ter feito uma estreia melhor em Os Eleitos. Nove critérios foram avaliados como os melhores da categoria, incluindo espaço da caçamba (108,3), design (106,8), acesso aos comandos (103,1) e projeto moderno (102,9). Mas ainda há muito o que melhorar: a picape teve 12 notas vermelhas em critérios como consumo urbano (84,0), valor de compra (84,0) e preço das peças (84,3). Pontuação no anterior: não foi avaliada PICAPES LEVES 1° – Volkswagen Saveiro: 91,8 Derrotar o maior rival seria um motivo e tanto para a Volkswagen fazer festa. Mas é bom conter a empolgação. Além da falta de concorrentes, a baixa média de 91,8 deixou a Saveiro em um nada honroso 29º (e antepenúltimo) lugar do ranking geral. A ampla rede autorizada (102,3) puxou a fila dos elogios, seguida pelo espaço na caçamba (101,6) e design (99,3). Dos pontos negativos, destaque para preço das peças (78,2), nível de ruído (78,9) e custo do seguro (81,4). Pontuação no anterior: 96,7 Os elogios: Número de lojas Ampla caçamba Design As críticas: Preço das peças Nível de ruído Valor do seguro 2° – Fiat Strada: 91,3 A Strada merece respeito, pois já acumula quatro títulos em Os Eleitos. Mas nunca a picape teve um desempenho tão ruim como em 2017. Embora tenha ficado apenas 0,5 ponto atrás da Saveiro, ela não fez mais de 100 pontos em nenhum quesito e amargou a penúltima colocação geral. As maiores notas foram para design (99,2) e número de revendas (97,5). Nível de ruído (82,8), preço de compra (83,0) e acabamento interno (83,7) desagradam. Pontuação no anterior: 98,7 Até o polêmico design foi alvo de elogios para os proprietários vitorioso Versa. Prisma amargou a última colocação Nissan Versa conquista vitórias entre os sedãs compactos (Otavio Silveira/Quatro Rodas) Os japoneses seguem dominando Os Eleitos no segmento de sedãs compactos. Após estrear no ano passado com o vice-campeonato, o Nissan Versa superou o atual campeão Etios Sedan. O Toyota viu sua nota cair 0,1 ponto e teve de se contentar com o segundo lugar. Entre os outros participantes, o Cobalt viu sua nota aumentar, enquanto HB20S e e Prisma pioraram. Vamos conferir os resultados. 1° – Nissan Versa: 100,1 Quem não gosta do Versa adora criticar seu design. Mas seus proprietários acham justamente o contrário: sua nota (109,7) não só foi a maior da categoria como deixou todos os outros 31 veículos da pesquisa para trás. Dentro de seu segmento, o sedã foi o mais bem avaliado em outros oito critérios, incluindo velocidade de arranque (109,8), quantidade de concessionárias (104,6) e capacidade de ultrapassagem (102,6). Embora seja reconhecido como um dos modelos mais espaçosos do mercado, o Versa não levou as melhores notas em porta-malas (106,5) e espaço interno (103,7), apesar de bem altas. O mérito foi do HB20S e Etios. O sedã japonês repetiu a façanha do ano passado e não recebeu nenhuma “nota vermelha”. Mesmo os pontos negativos, como nível de ruído (91,1), preço das peças (91,6) e itens de segurança (92,3), não foram tão mal avaliados pelos donos. Pontuação no anterior: 97,7 Os elogios: Design Desempenho As críticas: Nível de ruído Preço das peças Carro excepcional, posição de dirigir perfeita e espaço interno gigante. Falta só uma central multimídia mais moderna. Celso Barbosa, Rio de Janeiro (RJ) 2° – Toyota Etios Sedan: 98,9 Não foi desta vez que o Etios Sedan levou o tricampeonato para casa. Mas não há motivos para lamentar: ele foi o melhor do grupo em nove quesitos. Seus donos adoram o porta-malas (104,6), o espaço interno (104,5) e a velocidade de arranque (103,4). Defeitos? Preço de compra (87,9) e acabamento interno (91,8). Pontuação no anterior: 99,0 3° – Chevrolet Cobalt: 97,0 Nada como um ano após o outro para o Cobalt. Em 2015, ele foi o pior em 11 dos 23 critérios. Ano passado, foram cinco. Agora o sedã conquistou três notas máximas e só recebeu a menor nota na capacidade do porta-malas (103,3), ainda assim alta. Velocidade de arranque (104,9) e acesso aos comandos (102,9) mereceram elogios. Maiores queixas: consumo urbano (84,4) e nível de ruído (91,1). Pontuação no anterior: 95,9 4° – Hyundai HB20S: 95,0 O resultado deste ano acende o sinal amarelo: trata-se do pior resultado do HB20S nos últimos três anos. Foram seis notas vermelhas, incluindo consumo urbano (81,7), preço do seguro (83,6), espaço interno (88,0) e segurança transmitida (88,1). Já porta-malas (108,5), acesso aos comandos (105,3) e velocidade de arranque (104,9) receberam elogios. Pontuação no anterior: 96,2 5° – Chevrolet Prisma: 93,2 Tirar a pior nota em 15 das 23 categorias é uma tragédia para qualquer modelo. Pois foi o que aconteceu com o Prisma. Preço de compra (83,1), preço das peças (85,2) e itens de segurança (85,7) foram os pontos mais criticados. Pelo menos o porta-malas (105,9) ainda agrada quem dirige o sedã. Pontuação no anterior: 95,3 Honda Civic supera Chevrolet Cruze por 0,1 ponto e garante a quarta vitória. Corolla e City completam a lista (arquivo/Quatro Rodas) A briga entre os sedãs médios é de longe a melhor. Se o Cruze tem vencido os últimos comparativos e o Corolla sobra no ranking de vendas, em Os Eleitos, deu Civic. Além de ganhar em seu segmento, o sedã da Honda foi o Grande Campeão desta edição, com a maior pontuação entre todos os modelos avaliados pelos proprietários. 1° – Honda Civic: 101,2 Acabou a sina de vice-campeão do Honda Civic. Após dois anos amargando o segundo lugar, o sedã finalmente venceu sua categoria. Mas quase o Cruze estragou a festa: a diferença entre ambos foi de apenas 0,1 ponto. Quem comprou um Civic está feliz da vida: a expectativa dos donos foi superada em 13 dos 23 critérios de avaliação. As maiores notas vieram de porta-malas (108,4), espaço interno (108,1) e velocidade de arranque (107,1). Já as críticas recaíram sobre preço de compra (88,4), custo das peças (93,9), equipamentos (95,4) e itens de segurança (95,4). Pontuação no anterior: 99,1 Os elogios: Desempenho Espaço interno Porta-malas As críticas: Preço de compra Custo das peças Equipamentos Espaçoso, silencioso e estável. Tem bom desempenho e baixo consumo. Vicente Ambrozio, São Bernardo do Campo (SP) 2° – Chevrolet Cruze: 101,1 Faltou pouco para o Cruze vencer Os Eleitos. O motor turbo rendeu a maior nota de velocidade de arranque (111,6) da pesquisa. Acesso aos comandos (108,7) e espaço interno (107,9) também agradam. Preço das peças (92,2), confiabilidade do fabricante (94,2) e resistência das peças (95,6) foram criticados. Mesmo sendo mal avaliado, o preço de compra (92,4) teve a melhor nota da categoria. Ano anterior: não foi avaliado 3° – Toyota Corolla: 98,8 O Corolla teve um desempenho ótimo, obtendo nove notas acima de 100. Só que os rivais foram superiores, inclusive em suas principais virtudes: velocidade de arranque (107,7), porta-malas (107,0) e design (105,0). Seus clientes ainda confiam na reputação da Toyota (99,8, a maior nota ao lado da Honda), mas preço de compra (84,3) e valor das peças (92,0) podem melhorar. Pontuação no anterior: 97,4 4° – Honda City: 96,8 Os sedãs médios formam o segmento mais qualificado (e disputado) de Os Eleitos. Isso faz com que até os últimos colocados tenham boas notas. O City (que alguns consideram um sedã compacto, apesar do preço mais próximo dos sedãs médios), foi o melhor em espaço do porta-malas (110,5), acesso aos comandos (108,8) e design (105,7). Assim como em 2016, o sedã repetiu as deficiências do Fit: preço de compra (81,4), nível de ruído (83,8) e preço das peças (86,2). Pontuação no anterior: 98,7 Os proprietários do segmento mais concorrido do país escolheram dois debutantes como vencedores: Nissan Kicks e Hyundai Creta Creta e Kicks estreiam em Os Eleitos com o título (Otavio Silveira/Quatro Rodas) O mercado de SUVs cresce cada vez mais no Brasil – bom para o consumidor que tem uma vasta lista de opções. Em Os Eleitos, além da vitória da dupla asiática Kicks e Creta, empatados no topo do pódio, a lista traz outras curiosidades. Vencedor da última edição, o Honda HR-V acabou em 4º, seguido pelo vice-campeão de 2016, o O Jeep Renegade. No terceiro lugar ficou outro estreante, o Jeep Compass, que também terminou a pesquisa acima dos 100 pontos – o que indica que ele superou as expectativas dos proprietários. 1° – Nissan Kicks e Hyundai Creta: 100,8 Esses dois modelos foram os últimos a estrear no mercado brasileiro e já dividem a vitória no segmento mais badalado do país. Dos 23 quesitos avaliados pelos donos de cinco modelos, o Hyundai Creta venceu em nove e o Kicks, em sete. Mas não importa apenas o total de melhores notas do grupo, mas a variação delas. O Kicks foi o mais bem avaliado em aspectos como velocidade de arranque (109,3), acesso aos comandos (109,7), design (108,9), itens de segurança (100,7), capacidade de ultrapassagem (99,7) e consumo rodoviário (105,1) e urbano (98,3). Mas seus donos criticaram espaço interno (102,7), preço de revenda (98,9) e durabilidade das peças (91,7). Já o Creta brilhou em porta-malas (107,5), espaço interno (107,2), visibilidade oferecida (107,1), preço do seguro (106,1), projeto moderno (102,6), confiabilidade do fabricante (98,7), durabilidade das peças (97,5), preço das peças (97,3) e valor de compra (96,3). Só dois fatores incomodam os donos do Hyundai – nos quais o Creta foi apontado como o pior de sua categoria: estabilidade nas curvas (99,1) e consumo urbano (80,0). Nissan Kicks Os elogios: Design Segurança Desempenho As críticas: Durabilidade das peças Espaço Preço de revenda O Kicks tem um belo design, bons equipamentos de segurança e ótimo consumo. Adriano Pilon, Tatuí (SP) Hyundai Creta Os elogios: Confiança na marca Espaço Valor de compra As críticas: Estabilidade Consumo urbano Moderno, estável, confortável e seguro. Estou totalmente satisfeito com meu Creta. Vila Velha (ES) 3° – Jeep Compass: 100,6 O Compass também estreou com o pneu direito. Ele ficou apenas 0,2 ponto atrás dos campeões, vencendo em preço de revenda (109,4), acabamento interno (105,0), nível de ruído (102,7), quantidade de concessionárias (102,0) e segurança transmitida (98,8). Consumo urbano (86,2) foi o item mais criticado, seguido de preço das peças (88,9) e confiabilidade do fabricante (94,5). Pontuação no anterior: não foi avaliado 4° – Honda HR-V: 97,7 A vida não está fácil para o campeão da categoria em 2016. Além de não vencer em nenhum critério, o HR-V foi o mais criticado em nove quesitos. As maiores reclamações recaíram sobre preço de compra (80,5), nível de ruído (89,1) e equipamentos (95,0). Design (104,4) ainda é sua principal virtude para os proprietários, seguido de porta-malas (103,8), espaço interno (102,9) e acesso aos comandos (102,3). Mesmo com pontuação superior à obtida no ano passado, o HR-V viu a concorrência satisfazer ainda mais seus donos. Pontuação no anterior: 97,1 5° – Jeep Renegade: 97,4 Não existe meio-termo para quem dirige um Renegade. Se equipamentos (99,9), estabilidade nas curvas (99,8) e segurança transmitida (98,8) receberam as melhores notas da categoria, o jipinho foi o modelo mais mal avaliado da categoria em nove critérios. Preço das peças (83,4), consumo urbano (90,1), confiabilidade do fabricante (90,4) e capacidade do porta-malas (90,8) foram os pontos mais criticados pelos proprietários. Apesar da evolução em relação ao ano passado, ele ainda precisa melhorar mais. Pontuação no anterior: 96,9 Toyota vence pela terceira vez em 17 anos. Volskswagen amarga a última posição Toyota é a melhor no ranking de assistência técnica (Reprodução/Internet) A vitória da Toyota foi esmagadora na pesquisa Os Eleitos 2017. A marca venceu sete dos nove critérios avaliados e teve a segunda melhor nota nos dois quesitos restantes, perdendo para Hyundai e Nissan no preço da mão de obra (único quesito no qual a Toyota ficou abaixo dos 90 pontos) e Honda na qualidade do atendimento. Mesmo assim, o terceiro título da fabricante japonesa veio com uma pequena vantagem de 1,2 ponto para a Honda (94,7 x 93,5), ainda soberana, com 11 conquistas em 17 edições. Vencedora inédita e surpreendente em 2016, a Hyundai fechou o pódio com uma média de 91,5. Na ponta de baixo, a VW caiu do 9º lugar de 2016 para a última posição. A Jeep foi quem mais evoluiu: passou da 11ª posição no ano passado para a 6ª em 2017. No geral, a satisfação dos clientes com as redes foi inferior à obtida em anos anteriores: em 2015, a Toyota venceu com nota 97,8, enquanto em 2016 a Hyundai faturou com 98,4 pontos. Pode ser um indício de que o serviço piorou – ou, mais provável, que o nível de exigência dos clientes aumentou. Ranking das fabricantes na opinião dos proprietários: 1° Toyota 94,7 2° Honda 93,5 3° Hyundai 91,5 4° Nissan 90,9 5° Chevrolet 90,6 6° Jeep 89,8 7° Fiat 86,9 8° Renault 86,6 9° Peugeot 85,9 10° Ford 85,8 11° Volkswagen 85,4 Os nove itens que formam a nota da assistência técnica: Disponibilidade de peças Prazo de realização do serviço Preço da mão de obra Assistência no pós-venda Qualidade de atendimento Pontualidade Transparência Relação custo-benefício na rede Qualidade do trabalho executado Ranking Geral – Os Eleitos 2017 1º Honda Civic 101,2 16º Chevrolet S10 96,8 2º Chevrolet Cruze 101,1 – Honda City 96,8 3º Nissan Kicks 100,8 18º Ford Ka 96,0 – Hyundai Creta 100,8 19º Nissan March 95,4 5º Jeep Compass 100,6 – Fiat Toro 95,4 6º Nissan Versa 100,1 – Honda Fit 95,4 7º Volkswagen Up! 100,0 – Hyundai HB20 95,4 – Peugeot 208 100,0 23º Hyundai HB20S 95,0 9º Toyota Etios hatch 99,0 24º Ford Fiesta 94,9 10º Toyota Etios sedã 98,9 25º Renault Sandero 94,7 11º Toyota Corolla 98,8 26º VW Fox / CrossFox 94,6 12º Honda HR-V 97,7 27º Chevrolet Prisma 93,2 13º Jeep Renegade 97,4 28º Chevrolet Onix 92,5 14º Toyota Hilux 97,2 29º VW Saveiro 91,8 15º Chevrolet Cobalt 97,0 30º Fiat Strada 91,3 31º Chevrolet Spin
  2. Guia de Usados: Renault Fluence

    O link original pode ser conferido aqui. Guia de Usados: Renault Fluence Espaçoso, bem equipado e eficiente, ele reuniu as melhores virtudes das escolas de sedãs francesa e japonesa Por Felipe Bitu access_time24 nov 2017, 20h26 Preços partem de R$ 31.565 pela tabela Fipe (Marco de Bari/Quatro Rodas) Apresentado em 2010, o Fluence foi o sedã que consolidou a Renault no segmento, feito notável dada a pouca aceitação do antecessor, Mégane. Para isso foi preciso oferecer muitos itens de série, bom rendimento, espaço interno e um pouco mais de personalidade. Parte desse sucesso se deve à miscigenação das culturas francesa e japonesa: sob o capô do Fluence estava o confiável motor Nissan flex 2.0 (do Sentra), de 140/143 cv. Os câmbios também vieram dele: manual de seis marchas ou CVT com modo manual. Com seu porta-malas de 530 litros, o Fluence servia bem às famílias (Marco de Bari/Quatro Rodas) Começou com duas versões: a Dynamique tinha ABS, airbags frontais, laterais e de cortina, ar bizona, computador de bordo, sensores de chuva e faróis, som com CD/MP3/Bluetooth e faróis de neblina. Entre os opcionais, teto solar e bancos de couro. A Privilège adicionava bancos de couro, controle de estabilidade, GPS Tom-Tom, sensores de ré, piloto automático, rodas de aro 17, retrovisores com rebatimento elétrico, som Arkamys e câmbio CVT. Teto solar e faróis de xenônio eram opcionais. O entre-eixos de 2,7 metros resultava em bom espaço atrás, que trazia difusores de ar. O bom porta-malas de 530 litros fazia dele um ótimo sedã familiar, mas o Fluence ganharia um toque esportivo em 2012: o Fluence GT rendia 180 cv com turbo, capaz de ir de 0 a 100 km/h em 8 s e atingir 220 km/h. Pedais de alumínio e apliques piano black nas portas da versão GT (Marco de Bari/Quatro Rodas) Era caracterizado pelas saias laterais, aerofólio traseiro e rodas de aro 17. Oferecido em três cores (preto, branco e vermelho), tinha volante de couro, câmbio manual de seis marchas e pedais de alumínio. Os itens de série eram os mesmos da versão Privilège, mais teto solar e xenônio. A reestilização veio em 2014, sob a nova identidade Renault, com logotipo maior sobre a grade, junto com o Dynamique Plus, com CVT, couro e central multimídia. Fluence traz bancos de couro preto com costura e logotipo GT vermelhos (Marco de Bari/Quatro Rodas) Descontinuado em 2015, o Fluence GT cedeu o posto em 2016 ao GT Line, que era só um Dynamique com para-choques exclusivos, saias laterais e aerofólio. O patinho feio é o Expression, de 2012, dedicado a taxistas e frotas de empresas. Não chega a ser um carro ruim, mas é limitado pelo motor Renault 1.6 16V de 110/115 cv e pelo câmbio manual de cinco marchas. Onde o bicho pega Seu motor 2.0 vinha do primo Nissan Sentra (Arquivo/Quatro Rodas) Sonda lambda: Falhas na aceleração, marcha lenta oscilante e estouros no escape podem indicar problemas nas sondas lambda – uma antes e outra depois do catalisador. A avaria é quase sempre indicada no painel de instrumentos.Ruídos internos: Problema abordado pela QUATRO RODAS em agosto de 2013, a principal causa é uma falha na solda da junção da coluna central com o assoalho, provocando estalos incômodos. Certifique-se de que o defeito já foi resolvido dentro do período de garantia. Teto solar: Deve abrir e fechar de maneira suave e silenciosa para não forçar o sistema de acionamento elétrico. Trancos e estalos são provocados por sujeira nos trilhos ou falta de lubrificação. Procure também por sinais de oxidação na pintura e mofo na forração do teto, indícios claros de infiltração. Suspensão: Vale a pena verificar o estado de buchas, bieletas e batentes dos amortecedores: uma revisão geral pode facilmente ultrapassar os R$ 3.000. Rodas: Nas versões equipadas com rodas de aro 17, verifique em uma loja especializada se elas não estão empenadas. Dependendo do estado do conjunto, peça um desconto. A voz do dono Nome: Reginaldo Antonio dos Santos Idade: 36 anos Profissão: engenheiro mecânico Cidade: Campinas (SP) O que eu adoro “Espaçoso, design sóbrio, motor 2.0 e câmbio CVT funcionam em perfeita harmonia. Faz 13 km/l na estrada e tem um comportamento dinâmico muito bom. O pós-venda também superou a expectativa.” O que eu odeio “A transmissão CVT às vezes demora um pouco para reagir ao kickdown e é um tanto barulhenta em altas velocidades. O acabamento já apresenta alguns rangidos no painel e coluna central.” Preço médio dos usados (FIPE) Modelo 2011 2012 2013 2014 2015 2016 1.6 Expression Manual – R$ 33.144 R$ 34.713 R$ 37.480 – – 2.0 Dynamique Manual R$ 31.565 R$ 35.068 R$ 36.374 R$ 41.464 R$ 50.415 R$ 59.537 2.0 Dynamique CVT R$ 33.677 R$ 36.723 R$ 38.009 R$ 43.222 R$ 54.862 R$ 60.134 2.0 Dynamique Plus CVT – – – – R$ 55.808 R$ 63.176 2.0 Privilege CVT R$ 37.070 R$ 38.284 R$ 44.095 R$ 52.083 R$ 62.048 R$ 70.922 2.0 GT Line – – – – – R$ 66.492 2.0 GT – – R$ 42.227 R$ 55.644 – – Preço das peças Original Paralelo Para-choque (dianteiro) 1.799 550 Farol (cada um) 2.515 1.700 Pastilhas de freio (par diant.) 418 340 Discos de freio (par diant.) 394 310 Amortecedores 2.130 1.790
  3. Link original pode ser conferido aqui. Guia de Usados: Volkswagen SpaceFox (2011 – 2014) Primeira reestilização da perua deixou para trás o quadro de instrumentos de moto e o sofrível acabamento vindo do Fox Por Guilherme Fontana access_time4 dez 2017, 20h52 - Publicado em 4 dez 2017, 16h11 Lançada em 2010, primeira reestilização da SpaceFox deu ares mais modernos e sofisticados a ela (Divulgação/Volkswagen) Quando chegou ao Brasil, em 2005, a SpaceFox marcou uma relação de amor e ódio entre os fãs da Volkswagen. Se de um lado representava modernidade no segmento, de outro já anunciava o fim da saudosa Parati. O fato é que a perua não acompanhava o refinamento de sua antecessora por herdar o acabamento acanhado do Fox. A solução veio cinco anos depois, em 2010, com sua primeira (e aguardada) reestilização. Já como linha 2011, a então nova SpaceFox chegava às lojas com o título de nova geração pela grande representatividade das mudanças sofridas. A principal estava no interior. O criticado painel de acabamento simplório e visual antiquado dava lugar a um mais moderno, seguindo as mesmas linhas retangulares dos demais modelos da época, como Golf e Jetta, além de utilizar materiais de melhor aparência. Os painéis de porta seguiram a evolução. Principal crítica do modelo anterior, painel evoluiu e ficou mais refinado (Marco de Bari/Quatro Rodas) Mais do que o painel, o quadro de instrumentos vindo do Gol G4 (de leitura complicada e comparado a mostradores de motos) também foi deixado de lado em favor de um maior, mais interativo e completo, com direito a uma tela central para o computador de bordo ─ semelhante ao que vemos até hoje nos VW zero quilômetro. Os bancos também passaram por uma revisão de revestimentos. A percepção de sofisticação e modernidade também atingiu a parte externa da perua. Na dianteira, os faróis de dupla parábola com máscara negra deram ares de esportividade, enquanto a traseira com lanternas retangulares e para-choque de aparência mais limpa ficou mais refinada e próxima do Passat Variant. As rodas, com desenho que remetem às do primeiro Passat CC, também faziam sua parte na melhor apresentação do modelo. A perua abandonou os elementos redondos em favor de traços retilíneos e horizontais (Divulgação/Volkswagen) Além de sanar os principais problemas, a reestilização manteve as qualidades do modelo anterior, como o espaço interno. Com exceção de quem vai na parte central do banco traseiro, que pode sofrer com relevo formado no piso, todos os demais ocupantes viajam com conforto e espaço de sobra para pernas e cabeça. O porta-malas de 430 litros (150 a mais em relação ao hatch e 30 a menos do que a Fiat Weekend) é suficiente para carregar as malas das viagens ou as compras do mês. Com 430 litros, o porta-malas da perua tem 150 a mais em relação ao hatch Fox (Marco de Bari/Quatro Rodas) Para aumentar o porta-malas, a SpaceFox oferece duas possibilidades. A primeira libera espaço para grandes volumes com o rebatimento do banco ─ mas que não deixam o assoalho plano. A segunda deixa o compartimento com 97 litros a mais, mas ainda permite levar ocupantes traseiros com um sistema de deslizamento do banco, como nos dianteiros. Basta pressionar uma alavanca e puxar o banco para frente ou empurrar para trás novamente. Vale ressaltar que o rebatimento do banco traseiro da SpaceFox reestilizada não oferece os mesmos riscos do polêmico sistema dos primeiros modelos da linha Fox, com casos de danos físicos a pessoas. Banco traseiro tem bom espaço e por ser deslizado para liberar alguns centímetros no porta-malas (Marco de Bari/Quatro Rodas) A boa dirigibilidade também é característica da linha Fox, incluindo a SpaceFox. Mesmo com um vão livre do solo elevado e suspensão macia, a perua tem boa estabilidade e transmite segurança em curvas e em velocidades elevadas, sem a impressão de que o carro está flutuando ou com folgas na direção. Em trechos urbanos, os buracos são facilmente absorvidos e as valetas são superadas sem muito esforço. Motor VHT rende até 104 cv de potência, mas dá conta de empurrar o SpaceFox sem esforços (Marco de Bari/Quatro Rodas) Mais do que o conforto e a estabilidade a bordo, o modelo também guarda bom desempenho pelo motor 1.6 VHT de 101/104 cv com gasolina/etanol. Com câmbio manual de cinco marchas, o modelo foi de 0 a 100 km/h em 12,5 segundos nos testes de QUATRO RODAS à época do lançamento. O tempo passa para 13,4 segundos na mesma prova quando equipado com câmbio automatizado I-Motion, também de cinco velocidades. HORA DA AVENTURA No auge dos aventureiros urbanos, que incluía o próprio CrossFox, a Volkswagen aproveitou a reestilização da perua parar dar à ela uma versão “off-road”. Com exceção da suspensão elevada, nada muda na mecânica da SpaceCross em relação à SpaceFox. Todas as alterações foram puramente estéticas. SpaceCross chegou em 2011 para entrar na onda dos aventureiros urbanos com visual lameiro (Divulgação/Volkswagen) Os pneus, maiores e mais largos, passaram a calçar novas rodas de liga leve (de série) com acabamento cinza, a dianteira passou a ser idêntica à do CrossFox, enquanto a traseira adotou peças em plástico sem pintura com o nome em baixo relevo no para-choque. Por dentro, assim como no CrossFox, o acabamento ganhou detalhes para diferenciar a versão aventureira das demais. Plásticos sem pintura, rodas exclusivas e suspensão elevada diferenciavam a perua (Divulgação/Volkswagen) A VOZ DO DONO “Recentemente adquiri uma Spacefox 2014 Trendline. O carro é confortável, tem bom espaço para os passageiros no banco de trás, boa dirigibilidade e retomada, além de um bom porta-malas. Como ponto negativo, já que venho de um carro 1.0 (um Fox), estranhei o consumo mais alto. Também poderia ter um melhor acabamento interno nas portas e no painel.” – Márcio Mattiuzzo, 45 anos, engenheiro de segurança do trabalho, Jundiaí (SP) “Após ter uma SpaceFox Comfortline do primeiro modelo, comprei outra Sportline ano 2013. A evolução é muito grande, especialmente por dentro. Tanto o quadro de instrumentos, quanto o painel no geral, melhoraram muito no desenho e no acabamento. Tenho dois filhos e o porta-malas dá conta das viagens de final de ano. Só não gosto do câmbio I-Motion. Na época preferi o conforto de um carro automático, mas me decepcionei com o funcionamento.” – Laura Vasconcellos, 36 anos, advogada, Belo Horizonte (MG) ONDE O BICHO PEGA Câmbio I-Motion – A transmissão automatizada pode representar um sonho para quem busca abandonar o pedal da embreagem, mas também pode se tornar um pesadelo por seu funcionamento. Assim como o Dualogic presente nos Fiat, o câmbio I-Motion apresenta grandes soluços a cada troca de marcha por não serem legítimos automáticos. Além de irritante, o desempenho do veículo fica limitado, especialmente em arrancadas. Mais do que isso, são muitos os relatos de problemas envolvendo este tipo de transmissão ─ com custo alto de reparo. Portanto, prefira o câmbio manual. NÓS DISSEMOS “Ela ganhou elegância com a nova frente. E o interior parece ser de carro de segmento superior, com a substituição do painel de instrumentos miúdo e de leitura difícil pelo novo, composto de dois mostradores e um visor central. E o que dizer das laterais de portas, que eram de plástico, monocromáticas? Agora elas têm novo design de apliques de tecido. Mas não foi só isso. Segundo a VW, o desenvolvimento da SpaceFox se guiou, em grande parte, por informações levantadas em pesquisas e em manifestações espontâneas dos proprietários, colhidas pela rede de concessionários, que revelaram os desejos e as necessidades dos consumidores.” PREÇO MÉDIO DE USADOS (FIPE – Novembro/2017) Modelo 2011 2012 2013 2014 Trend R$ 28.082 R$ 30.105 R$ 32.496 R$ 36.152 Trend I-Motion R$ 29.249 R$ 31.412 R$ 33.401 R$ 38.101 Sportline/Highline R$ 29.446 R$ 31.530 R$ 33.448 R$ 39.436 Sportline/Highline I-Motion R$ 29.845 R$ 31.956 R$ 33.877 R$ 40.974 SpaceCross – R$ 32.514 R$ 36.937 R$ 39.682 SpaceCross I-Motion – R$ 34.125 R$ 39.264 R$ 41.565
  4. Guia de Usados: Volkswagen Golf (7ª geração) Bonito, seguro, bem equipado e gostoso de dirigir: o hatch alemão continua sendo a referência no segmento dos médios Por Felipe Bitu access_time17 nov 2017, 15h45 Alemão em 2013, o Golf virou nacional três anos depois (João Mantovani/Quatro Rodas) Os hatches médios podem até ter saído de moda, mas o VW Golf – apesar de ter a produção ameaçada [nota do Lanpenn: tira de linha e volta então para o mexicano ou o alemão] – continua sendo uma ótima opção para quem busca um carro confortável, bem construído e com dirigibilidade suave e esportiva. Importado da Alemanha em 2013, a sétima geração sacudiu o segmento nas versões Highline (1.4 de 140 cv) e GTI (2.0 de 220 cv), ambas turbinadas, com injeção direta e câmbio automatizado DSG de dupla embreagem (7 marchas na Highline e 6 na GTI). Mais barata, a Highline oferecia ainda um câmbio manual de 6 marchas. Destaque em todos era a suspensão traseira multilink, que melhorou muito a precisão e resposta dinâmica do Golf sem comprometer o conforto. O generoso pacote de itens de série incluía ar bizona, ESP, freio de mão elétrico com Auto Hold e piloto automático. Com airbags frontais, laterais, de cortina e para joelhos do motorista, ele foi o primeiro a receber 5 estrelas (adultos e crianças) no Latin NCAP. A Highline tinha três pacotes: Elegance (navegação, chave presencial e roda de aro 17), Exclusive (couro, xenônio e DRL de leds) e Premium (banco do motorista elétrico e detector de cansaço). Com 116/125 cv, o 1.0 TSI anda mais que o 1.6 MSI (João Mantovani/Quatro Rodas) Havia ainda teto solar para Highline e GTI. Meses depois, veio a versão Comfortline, com ar convencional e sem piloto nem DRL. O primeiro downgrade do Golf foi na linha 2015, vinda do México: perdeu o freio elétrico. Em 2016, ele era fabricado no Brasil, com mais perdas. A Comfortline ganhou o 1.6 MSI (recém descontinuado) flex e aspirado, de 110/120 cv, com perda sensível de torque. A Highline manteve o 1.4 TSI, que virou flex e subiu a 150 cv. Ambas perdiam o câmbio DSG e o multilink, substituídos por um automático convencional de 6 marchas e pelo eixo de torção. Só a GTI não mudou. Mas o acabamento interno do Golf continuou superior ao dos rivais. Evite a Comfortline 1.6 MSI: a linha 2017 trouxe um 1.0 TSI mais potente e econômico, desde que o dono não se incomode com o câmbio manual de 6 marchas. A única coisa que destoa no Golf é o atendimento da rede: abaixo do exigido pelo carro, como mostrou nosso teste de Longa Duração. Onde o bicho pega Câmbio DSG não demonstra problemas crônicos (João Mantovani/Quatro Rodas) Transmissão – Apesar do ruído elevado, o câmbio DSG não tem problemas crônicos desde que não tenha sido submetido a mau uso. Na dúvida, consulte um especialista. Pneus – Procure por bolhas nos modelos equipados com rodas de 17 polegadas. O desgaste irregular pode indicar problemas de alinhamento. Os Golf com suspensão multilink também exigem alinhamento do eixo traseiro. Teto solar – Verifique se ele abre e fecha suave e silenciosamente. Estalos e trancos são indícios de sujeira ou lubrificação incorreta no mecanismo dos trilhos. Sinais de oxidação e mofo no forro do teto indicam provável infiltração de água. Recall 1 – Uma falha na bomba de combustível dos modelos produzidos entre dezembro de 2013 e maio de 2014 pode fazer com que o motor não dê a partida ou desligue em movimento, com risco de acidente. O recall engloba as unidades com chassis de EW215493 a EW400754. Recall 2 – No GTI foi constatada falha na vedação da galeria de combustível, defeito que pode provocar incêndio devido ao vazamento de combustível. A convocação abrange o modelo 2015 com chassis de FM031273 a FM049246. A voz do dono Nome: Gustavo Pulita Idade: 37 anos Profissão: gerente financeiro Cidade: Caxias do Sul (RS) O que eu adoro – “O acabamento é excepcional: o interior não faz barulho mesmo após anos de uso. Ótimo desempenho e uma dirigibilidade excelente: gostoso de dirigir, tem suspensão macia na medida certa e ótima em curvas.” O que eu odeio – “A rede autorizada costuma não dar manutenção adequada, forçando o cliente a retornar várias vezes para resolver o mesmo problema. Sem dúvida é necessário mais treinamento específico sobre o produto.” Nós dissemos Fevereiro do ano passado fizemos um comparativo envolvendo o Golf (Acervo) Fevereiro de 2016 – “Ao volante, o motor 1.6 não desaponta, apesar de não ter a mesma vitalidade do 1.4 TSI. Garante respostas imediatas ao acelerador e potência suficiente para ultrapassagens, mesmo em altas velocidades (…). Mas a sensação de menor agilidade se dá principalmente pela falta do turbo.” PREÇO MÉDIO DOS USADOS (FIPE) Modelo 2014 2015 2016 2017 Comfortline 1.4 TSI manual R$ 61.865 R$ 67.971 – – Comfortline 1.4 TSI DSG R$ 64.545 R$ 68.381 – – Comfortline 1.6 MSI manual – – R$ 68.581 – Comfortline 1.6 MSI automático – – R$ 74.855 – Comfortline 1.0 TSI manual – – – R$ 67.130 Highline 1.4 TSI DSG R$ 69.451 R$ 69.928 – – Highline 1.4 TSI automático – – R$ 91.872 R$ 97.073 Highline 1.4 TSI manual R$ 66.406 R$ 69.928 R$ 90.952 R$ 94.325 GTI 2.0 TSI DSG R$ 92.864 R$ 100.253 R$ 119.007 R$ 123.798 Preço das peças Peças Original Paralelo Para-choque (dianteiro) R$ 1.526 R$ 2.800 Farol completo (cada um) R$ 1.763 R$ 1.500 Pastilhas de freio (par dianteiro) R$ 696 R$ 210 Disco de freio (par dianteiro) R$ 3.184 R$ 420 Amortecedores R$ 5.260 R$ 2.400 Kit de embreagem R$ 3.184 R$ 4.000 Pense também em um… Ford Focus (3ª geração): Ford Focus 1.6S de 3ª geração (Acervo/Quatro Rodas) Apresentado em 2013, o Focus vem bem equipado desde as versões mais simples e tem suspensões com acerto mais rígido que o do Golf, além de uma direção mais firme e direta. Esse perfil mais esportivo combina bem com o motor 1.6 flex de 131/135 cv e melhor ainda com 2.0 de injeção direta, com 175/178 cv. Deixe sua opinião abaixo! O link pode ser conferido aqui. Eu compraria o modelo mexicano ou alemão com transmissão manual. Por evidência anedótica o marido de minha prima teve de fazer um reparo na transmissão do dele (na garantia eu creio), que era um Highline alemão.
  5. Auto-serviço Autodefesa: embreagem do Toyota Etios dura pouco, dizem donos Sistema antigo de embreagem utilizado no compacto chega a durar menos da metade do tempo em comparação com demais modelos da marca Por Waldez Carmo Amorim access_time15 nov 2017, 19h06 Priscila: “Parecia uma porta rangendo” (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas) São comuns casos de embreagens que duram mais de 100.000 km no Corolla e até 200.000 km na Hilux. Pena que o mesmo não se aplica ao Etios, que segundo alguns proprietários mal chega a 50.000 km. A razão estaria na tecnologia empregada: enquanto os dois primeiros têm embreagem hidráulica, o compacto é equipado com o sistema por cabo. “No Etios, a Toyota voltou no tempo e passou a usar cabo de embreagem, fonte de reclamações, porque o cabo lasca, solta fios”, explica Hilton Vinicius Venzon, consultor técnico da Toyosul, oficina especializada em Toyota de Porto Alegre (RS). “Esse sistema não é usado nos outros modelos da marca desde 1993.” Quem sentiu na pele a baixa durabilidade da embreagem do Etios foi o aposentado José Luiz Mancilha, de Porto Alegre (RS). “Percebi o problema aos 30.000 km, porque o carro patinava muito nas arrancadas. Depois disso, só piorou. O pedal foi ficando muito duro e tive de trocar, o que me custou R$ 2.600”, conta o proprietário de um Etios XS 2013. Foi esse sintoma que indicou ao bancário Carlos Alberto Machado, de Fortaleza (CE), que a embreagem de seu Etios Sedan 2014 chegara ao fim. (Reprodução/Quatro Rodas) “Desde os 30.000 km eu me queixo à concessionária que a embreagem está dura. Na revisão dos 40.000 km, constataram que a peça precisava ser trocada. Como a garantia não cobria, tive de pagar o conserto”, diz Carlos. “Na internet, encontrei vários casos de carros com menos de 20.000 km com problemas na embreagem.” Outra característica comum é a trepidação do pedal e os ruídos em excesso no sistema, como relembra a jornalista Priscila Queiroz, de São Paulo (SP). “O barulho estava bem esquisito, parecia uma porta rangendo. Dava a sensação de que o cabo ia arrebentar. A autorizada disse que isso era comum acontecer”, afirma a proprietária de um Etios 2014. Procurada, a Toyota do Brasil respondeu que os veículos dos proprietários consultados na reportagem foram reparados sem custo. O POVO RECLAMA “Já troquei embreagens com menos de 30.000 km rodados.” Hilton Venzon, especialista em mecânica Toyota, Porto Alegre (RS) “Quando relatei os estalos nas arrancadas, a autorizada alegou que era problema de lubrificação. Quando o pedal começou a tremer, disseram que era desgaste da peça e que a garantia não cobria.” Francisco Garcia, representante, Curitiba (PR) “Por causa do problema da embreagem que patinava demais, preferi vender o carro.” Kazuyuki Fukamizu, engenheiro, São Paulo (SP) Caramba, que vergonha a embreagem desse carro... Acho que irei descartar a compra dele. Sei que pode aparecer ainda quem vai justificar ou falar que é exceção... (aqui eu creio que não mas no Reddit americano eu já peguei praticamente ódio do pessoal de lá, principalmente do subreddit /WhatCarShouldIBuy, vou poupar adjetivos indevidos aqui). Pode parecer até evidência anedótica (o que geralmente usam com outras marcas e modelos de carros) mas isso já me deixa cético quanto ao carro (vou sempre me lembrar do PHAER de quando ele precisou trocar a caixa de direção do carro que, fora da garantia, teria um custo considerável). E olhem que eu gosto da linha da marca, principalmente do Camry, só que eu tento não ser fanático por nenhuma marca ou modelo de carro. O link original pode ser conferido aqui. Deixe a sua opinião.
  6. Kia anuncia investimentos no Brasil e quatro modelos para 2018 O fim do Inovar-Auto faz a marca respirar aliviada e retomar a ofensiva no mercado brasileiro; carros híbridos também estão na fila Por Guilherme Fontana access_time20 out 2017, 13h28 Rio será mais um rival para Argo, Polo, HB20 e Etios (Divulgação/Kia) Com o fim do programa Inovar-Auto ainda este ano, os fabricantes já começam a ter perspectivas otimistas para 2018. A Kia foi a primeira a anunciar grandes investimentos no país a partir do ano que vem. A aplicação, que deverá beirar os R$ 165 milhões, inclui a importação de ao menos sete novos modelos: quatro já estão confirmados e outros três virão se houver incentivos fiscais. O primeiro fruto da retomada da marca por aqui será o Rio, um hatch com dimensões próximas às do novo Volkswagen Polo. Tem 4,07 metros de comprimento, 1,73 m de largura, 1,46 m de altura e 2,58 m de entre-eixos (contra, respectivamente, 4,05 m, 1,75 m, 1,47 m e 2,56 m do Polo). Fiat Argo, Hyundai HB20, Toyota Etios e Ford New Fiesta também estão na mira do coreano. Com dimensões similares às do VW Polo, o Rio terá motor 1.6 flex de 130 cv (Divulgação/Kia) Importado do México, o modelo será equipado com motor 1.6 flex de 130 cv e cerca de 15,4 mkgf. Assim como em seu país de origem, o Rio deverá chegar as opções de câmbio manual e automático, sempre com seis marchas. Os preços deverão ficar entre R$ 55.000 e R$ 70.000. Apesar da nomenclatura e do visual esportivo da versão GT, o novo Picanto mantém o 1.0 de três cilindros debaixo do capô (Divulgação/Kia) Em seguida será a vez da nova geração do Picanto, que mantém o motor 1.0 de três cilindros e 80 cv. Assim como o atual, o compacto deverá ter versões com transmissão manual e automática, e preços iniciais perto dos R$ 40.000. Apesar da motorização, porém, a versão importada será a GT, com visual esportivo. Mas a Kia não se contentará apenas com segmentos de maiores volumes e trará também dois sedãs de luxo. A nova geração do Cadenza, que esteve no Salão do Automóvel de São Paulo em 2016, também está confirmada. Rival do Fusion, Cadenza ainda é vendido em sua antiga geração no Brasil (Divulgação/Kia) Atualmente vendido no Brasil em sua configuração antiga por R$ 154.900, o concorrente de Ford Fusion, Hyundai Azera, Honda Accord e Toyota Camry chegará equipado com um motor V6 3.3 GDI de 290 cv, além de diversos itens tecnológicos de segurança, como assistente para saída involuntária de faixa, frenagem de emergência autônoma, alertas de pontos cegos e head up display. O segundo (e inesperado) sedã será o Kia Stinger, que fez sua primeira aparição pública em janeiro deste ano, durante o Salão de Detroit (EUA). Focado nos modelos médios das alemãs Audi, BMW e Mercedes-Benz, o modelo tem estilo e mecânica dignos de um verdadeiro esportivo. Feito para brigar com BMW Série 4 e Audi A5, o Stinger vai além da aparência esportiva (Divulgação/Kia) De acordo com a marca, o Stinger chegará em Brasil em ao menos duas versões: uma equipada com motor 2.0 turbo de quatro cilindros biturbo GDI de 255 cv e 35,9 mkgf; outra com um V6 3.3 biturbo GDI de 370 cv e 50,9 mkgf. Ambas têm transmissão automática de oito marchas, alternando entre tração traseira ou integral. Para o V6, a direção tem relação variável e os freios a disco (ventilados na dianteira e sólidos na traseira) têm pinças Brembo. Versão totalmente elétrica do Soul já está homologada para o Brasil (Divulgação/Kia) Outros três carros inéditos têm grandes chances de darem a cara por aqui. O primeiro, já anunciado em novembro de 2016, poderá ser o Soul EV ─ versão totalmente elétrica do crossover, que é abastecida através da tomada em cerca de cinco horas (em 240V). Com a bateria cheia, o modelo de tração dianteira e 29 mkgf promete autonomia de até 199 km e velocidade máxima de 145 km/h. Versão híbrida do Optima brigará com o já estabelecido Fusion Hybrid (Divulgação/Kia) O Optima Hybrid também poderá chegar às lojas brasileiras em sua versão que dispensa recargas em tomadas. Nos Estados Unidos, o modelo combina um motor 2.0 a gasolina de 156 cv e um elétrico de 51 cv que resultam em 195 cv em uso simultâneo. Vale destacar que a potência combinada não significa a soma exata dos números de ambos os motores, uma vez que eles trabalham em regimes diferentes, apesar de combinados. Por aqui, é possível que o Optima híbrido não saia por menos de R$ 150.000, uma vez que seu principal concorrente ─ o Ford Fusion Hybrid ─ parte de R$ 160.900. O Prius, híbrido mais barato do país, sai por R$ 126.600, seguido do Lexus CT200h, por R$ 135.150. O Niro já veio ao Brasil em 2016, no Salão do Automóvel (Divulgação/Kia) O último pretendente ao mercado brasileiro é o Niro, também exposto no último Salão do Automóvel. Nascido como um híbrido, o SUV é movido por um motor 1.6 a gasolina de 105 cv e um elétrico de 44 cv, que apresentam potência e torque combinados de 141 cv e 27 mkgf, respectivamente. A transmissão tem dupla embreagem e seis marchas. Ainda sem estimativa de preços, o Niro não deverá ficar abaixo dos R$ 120.000. Em relação aos modelos híbridos e elétrico, a Kia aponta que a comercialização no Brasil ainda depende de uma política de tributação diferenciada a estes tipos de veículos. Além das quatro novidades, a Kia confirma a continuação dos atuais Cerato, Sportage, Sorento, Soul, Grand Carnival e o caminhão Bongo. A marca não comenta sobre a disponibilidade dos sedãs Quoris e Optima. Alinhado ao resto do mundo, o novo Sportage seguirá suas vendas por aqui (Divulgação/Kia) Investimento otimista A declaração da Kia Motors do Brasil em relação aos seus investimentos no país são otimistas ─ ou ambiciosas, como queira. De acordo com a fabricante, cerca de R$ 165 milhões serão aplicados por aqui, sendo R$ 50 milhões destinados a novas concessionárias, R$ 45 milhões em publicidade e marketing, R$ 30 milhões em softwares e equipamentos, R$ 35 milhões para o centro tecnológico e R$ 5 milhões para treinamentos de colaboradores e estoque de peças de reposição para os novos modelos. Cerato segue como sedã mais barato da linha (João Mantovani) Ainda segundo a empresa, em 2018 serão inauguradas 25 novas lojas (sendo 10 previstas já para janeiro e 15 até o final do ano), 1.300 novos empregos diretos serão gerados e há a expectativa de que 20.000 veículos sejam comercializados no ano. Para efeito de comparação, em 2017, a perspectiva é de que os atuais 90 pontos de venda emplaquem cerca de 8.000 unidades. Já em 2011, melhor ano da marca no Brasil, foram 80.000 carros distribuídos para as então 180 concessionárias, o que representou 2,25% do mercado de automóveis e comerciais leves. Em 2016 a sul-coreana ficou com 0,54%, segundo a Fenabrave. Rasteira imposta O grande mal feito à Kia (e diversas outras marcas dependentes de importados) foi a instauração do programa Inovar-Auto, um regime automotivo válido desde 2013 sob a lei 12.715/2012. No programa, carros importados (exceto de Mercosul e México) possuem acréscimo de 30 pontos percentuais de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), incentivando as montadoras a instalarem unidades produtivas no país. Caso o façam, esses pontos são automaticamente desconsiderados. Contudo, aderindo ao Inovar-Auto sem a instalação de unidades fabris, mas com investimentos locais, as empresas poderiam importar 4.800 carros por ano com o desconto dos 30 pontos percentuais do IPI. É o caso da Kia. A crise do setor acabou por piorar ainda mais a situação da coreana, que agora comemora a estabilização do mercado e o fim das regras de importação. O programa Rota 2030 substituirá o Inovar-Auto a partir do ano que vem. As novas medidas ainda não foram estabelecidas.
  7. Segredo: Citroën C4 Cactus chega no começo de 2018 Modelo será fabricado em Porto Real (RJ) e terá design que ainda não estrou na Europa Por Paulo Campo Grande access_time3 out 2017, 20h28 O Cactus será o primeiro SUV da Citroën no Brasil (Reprodução/Quatro Rodas) A Citroën vai lançar o C4 Cactus no Brasil no começo de 2018. O modelo será fabricado em Porto Real (RJ) e terá o design igual ao da versão francesa (que será reestilizada no final deste ano). Primeiro SUV compacto da Citroën, o Cactus é baseado na plataforma PF1, a mesma de C3, DS3 e Aircross. Mas é maior que eles: são 2,60 m de entre eixos, contra os 2,46 m do C3 e os 2,54 m do Aircross. É maior, inclusive, que o Peugeot 2008, que usa a mesma base. Flagra feito na Europa revela a nova frente do C4 cactus (Valgisa/Internet) Mas a grande vantagem do C4 Cactus sobre o irmão 2008 é outra: tanto o motor 1.6 aspirado de 122 cv como o 1.6 THP (turbo com injeção direta) serão oferecidos no carro brasileiro com o câmbio automático de seis marchas da Aisin, que não pode ser instalado no 2008. Lançado na Europa em 2014, o Citroën C4 Cactus chegará ao Brasil já reestilizado. Mesmo camuflado é possível ver que a tomada de ar central está diferente e há uma grade falsa na altura dos DRLs. Afinal, os faróis são divididos em duas peças, como na Fiat Toro e no C4 Picasso. Os Airbumps ocupam quase a lateral inteira do C4 Cactus atual, vendido na Europa (Divulgação/Citroën) O C4 Cactus nacional também perderá as bolsas de ar emborrachas (Airbumps) nas portas, que eram sua marca registrada. Mesmo na Europa, essas peças serão menores após a reestilização. Também podemos esperar mudanças no interior ao carro oferecido no velho continente. O painel do modelo atual é bastante simples, baixo e com a tela que faz a a função de quadro de instrumentos saltada. Também não há alavanca de câmbio: a caixa automatizada oferecida na Europa é operada por botões no console. Painel do C4 Cactus europeu é simples e tem soluções que podem não vir ao Brasil (Divulgação/Citroën) O porta-luvas fica na parte superior do painel e, por isso, o airbag do passageiro sai do teto. Isso tem explicação: na Europa, o C4 Cactus é um carro simples. No Brasil, porém, o Cactus ocupará a faixa de R$ 80 mil a R$ 100 mil. Por isso, é bem provável que o carro brasileiro tenha interior mais convidativo.
  8. Guia de Usados: Citroën C4 Lounge

    Guia de Compras Guia de usados: Citroën C4 Lounge Readequado ao gosto do público, ele ainda impressiona pelo espaço, nível de equipamentos, padrão de acabamento e rendimento do motor THP Por Felipe Bitu access_time28 jun 2017, 14h14 - Publicado em 27 jun 2017, 13h59 O C4 Lounge tem o mesmo espaço do Pallas, mas é 15 cm menor (Marco de Bari/Quatro Rodas) Quem não se lembra do C4 Pallas, que marcou presença pelo espaço interno e itens únicos como volante de cubo fixo e até um odorizador de ambiente? Tudo isso sumiu no C4 Lounge. Apresentado para o ano-modelo 2014, ele manteve a plataforma do Pallas, com os mesmos 2,71 metros de entre-eixos. O espaço interno também se repete, mas o porta-malas caiu de 580 para 450 litros, graças aos 15 cm a menos no comprimento (4,63 m). Essa redução foi uma estratégia para torná-lo mais esportivo e assim conquistar donos de Civic, Corolla e Cruze. O interior cativa pelo bom padrão do acabamento (similar ao da linha DS4) e pelo painel em três módulos com indicadores digitais. O interior tem bom padrão de acabamento e o painel conta com três módulos com indicadores digitais (Marco de Bari/Quatro Rodas) Uma das maiores queixas do Pallas, o frágil câmbio automático AL4 (quatro marchas) foi substituído pelo Aisin AT6 sequencial (seis marchas), com maior confiabilidade, conforto e economia. Mesmo assim, o C4 Lounge não caiu nas graças do mercado, por isso sua alta desvalorização, o que favorece quem busca um seminovo. Por menos de R$ 50.000 leva-se a versão top Exclusive, automática e com motor 2.0 flex (o do Pallas) de 143/151 cv. Traz interior em couro e é a única com ESP e airbags laterais e de cortina. Passageiros do banco de trás desfrutam de um bom espaço interno (Marco de Bari/Quatro Rodas) Um pouco mais cara é a Exclusive 1.6 THP, turbinada, com ótimos 24,5 kgfm a 1.400 giros e 165 cv. Oferece ainda monitor de ponto cego, sensores de estacionamento dianteiros, câmera de ré e GPS. Opcionais interessantes são teto solar e faróis bixenônio autodirecionais. A intermediária Tendance mantém o aro 17, Isofix, ar digital bizona, sensores de ré, de chuva e de faróis e central multimídia. A linha 2015 requer atenção: chegou ao final de 2014 com o 1.6 THP na versão Tendance, mas em janeiro esse motor virou flexível e foi a 173/166 cv. Só o Exclusive 1.6 THP traz a ponteira dupla (Marco de Bari/Quatro Rodas) Por fim, há a básica Origine 2.0 flex manual. Bem equipada, é identificada pela roda aro 16 e traz luz diurna por leds e ar com saída atrás. Câmbio automático só veio no modelo 2016. No teste de Longa Duração, o Loun­ge, assim como o Pallas, só foi preju­dicado pela rede, incapaz de seguir o plano de manutenção do marca. Onde o bicho pega (Marco de Bari/Quatro Rodas) Freios O C4 é um notório consumidor de freios: é raro o conjunto de discos e pastilhas passar dos 30.000 km. A boa notícia é que essas peças ficaram mais em conta na rede autorizada e é fácil de encontrá-las no mercado paralelo. Eixos O rolamento da roda traseira pode apresentar ruído, indicando desgaste natural ou provocado por montagem e ajuste irregulares. Em casos extremos, ele pode travar, ocasionando a queda da roda. Suspensão A durabilidade dos amortecedores melhorou comparada ao C4 Pallas, mas as buchas das bandejas pedem atenção especial. Aproveite para verificar o estado de batentes e bieletas. Turbo Os motores THP com manutenção negligenciada podem apresentar um excesso de fumaça em marcha lenta ou no intervalo entre as trocas de marcha. Esse sintoma pode indicar uma turbina danificada ou no fim de vida útil, reparo que custa de R$ 2.500 a R$ 6.500. Recall Uma falha na calibração do módulo do motor pode ocasionar vácuo insuficiente para os freios com o motor frio. Nas versões Tendance e Exclusive fabricadas entre abril e dezembro de 2013, chassi de EG500081 a EG537375. A voz do dono Nome: Rafael Brito Idade: 38 anos Profissão: vendedor de autopeças Cidade: Casa Branca (SP) O que eu adoro: “Não há rivais com os mesmos equipamentos na faixa de preço dele. Conforto, silêncio e espaço interno excelentes para viajar em família. O câmbio de seis marchas garante ótimo desempenho e consumo.” O que eu odeio: “A durabilidade dos freios deixa a desejar: é sempre bom verificar o estado de discos e pastilhas. Com 40.000 km, a suspensão já apresenta algum barulho, e o valor das revisões é elevado.” Preço médio dos usados (FIPE) Modelo 2014 2015 2016 Origine 2.0 manual R$ 44.442 R$ 51.991 – Origine 2.0 aut. – – R$ 59.201 Tendance 2.0 manual R$ 44.521 R$ 53.223 R$ 60.506 Tendance 2.0 aut. R$ 47.943 R$ 54.040 R$ 59.292 Tendance 1.6 THP aut. – R$ 58.090 – Tendance 1.6 THP Flex – R$ 61.037 R$ 70.840 Exclusive 2.0 aut. R$ 51.329 – – Exclusive 1.6 THP aut. R$ 53.071 R$ 62.814 – Exclusive 1.6 THP Flex – R$ 62.943 R$ 75.260 Preço das peças Original Paralelo Para-choque (dianteiro) R$ 1.146 R$ 400 Farol (cada um) R$ 1.002 R$ 900 Discos de freio (par) R$ 524 R$ 200 Pastilhas de freio (jogo) R$ 436 R$ 190 Amortecedores (quatro) R$ 1.648 R$ 1.700 Embreagem R$ 733 R$ 700 E você, possui ou já teve um? Comente abaixo! O link original pode ser consultado aqui.
  9. Testes Longa Duração: o desmonte precoce do Fiat Mobi Mal chegou aos 50.000 km e o Mobi quer pular direto para o desmonte: quebradas, várias peças plásticas de acabamento tiveram de ser trocadas Por Péricles Malheiros access_time12 maio 2017, 18h13 Mobi: peças repostas às vésperas da quinta revisão (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas) Raras foram as vezes em que um carro de Longa Duração apresentou tantos problemas de acabamento em um intervalo de tempo tão curto quanto o Mobi: tampa de acesso ao plugue de diagnose (no lado esquerdo do painel), capas de acabamento dos passantes dos cintos de segurança dianteiros, tampão traseiro e respectivo suporte lateral. Tudo quebrado, um verdadeiro desmonte antecipado. Pouco antes da revisão dos 50.000 km, entramos em contato com a concessionária Impéria, de Limeira (SP), e ouvimos: “Pode vir, todos os itens chegaram”, disse o rapaz do balcão de peças. Na Impéria, porém, descobrimos que o suporte lateral do tampão do porta-malas estava errado: enviaram o do lado direito. Tampa do painel quebrada foi trocada (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas) Capa do cinto teve que ser substituída (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas) O tampão também é novo, mas o seu suporte segue quebrado (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas) Mas tivemos uma compensação: na verdade, uma gentileza acertada ainda antes de descobrirmos o equívoco na encomenda. “A gente instala tudo rapidinho. Nem vou cobrar a mão de obra”, disse o rapaz que nos fez a venda. Típica de cidades interioranas, essa gentileza cativa o consumidor da cidade grande. Só não agendamos a revisão dos 50.000 km ali mesmo, na própria Impéria, porque no Longa Duração evitamos fazer duas visitas a uma mesma concessionária. Na boca do caixa, pagamos a conta de R$ 212. Fiat Mobi – 49.005 km Consumo No mês: 8,5 km/l com 61,2% de rodagem na cidade Desde jul/16: 10 km/l com 23,5% de rodagem na cidade Combustível: etanol Gastos no mês Combustível: R$ 371 Tampão traseiro: R$ 189 Tampa do painel: R$ 33 Capa dos cintos: R$ 12 Ficha técnica Versão: Like On 1.0 Flex Motor: 4 cilindros, dianteiro, transv,. 999 cm³, 8 V, flex, 75/73 cv a 6.250 rpm, 9,9/9,5 mkgf a 3.850 rpm Câmbio: manual, 5 marchas Fonte Qual sua opinião? Deixe nos comentários!
  10. Pesquisa revela quais carros ficam mais tempo com o primeiro dono Pesquisa feita nos EUA durou três anos e avaliou mais de 15 milhões de unidades Por Henrique Rodriguez access_time12 maio 2017, 16h54 Herdeiro do Bandeirante, o Land Cruiser é o carro que passa mais tempo com o primeiro dono nos EUA (Divulgação/Toyota) O site analisou mais de 15,7 milhões de veículos usados vendidos pelos primeiros donos nos Estados Unidos entre 2013 e 2016. O que descobriram foi que, em média, os americanos ficam 7,3 anos com seus carros antes de vender. Ou seja, são vendidos um ou dois anos depois de serem quitados. No Brasil, uma das poucas pesquisas feitas a respeito, em 2014, descobriu que o tempo médio que um proprietário fica com um veículo é o menor do planeta: apenas um ano e sete meses. O dado, porém, não se refere apenas aos veículos aquiridos zero km, como na pesquisa americana – ele também inclui carros comprados usados, o que certamente joga a média para baixo. Por lá, o campeão de longevidade é quase óbvio: o Toyota Land Cruiser, herdeiro genético do clássico Bandeirante – e que recentemente quebrou o recorde de velocidade para SUVs. A fabricante japonesa ainda aparece na 6° posição com o SUV Sequoia e nas 8° e 9° com o sedã Avalon e com o SUV 4Runner. Mas inusitado mesmo é ver um esportivo como o Porsche Boxster em segundo lugar. E o Mercedes-Benz SLK (um conversível) em 4º. Tem ainda o Corvette em 7º e o Audi TT em 10º. Confira abaixo o curioso ranking. Posição Modelo Média de anos com o primeiro dono 1 Toyota Land Cruiser 10.6 2 Porsche Boxster 9.9 3 Ford Expedition 9.0 4 Mercedes-Benz SLK 9.0 5 Ford Explorer 8.9 6 Toyota Sequoia 8.9 7 Chevrolet Corvette 8.8 8 Toyota Avalon 8.8 9 Toyota 4Runner 8.8 10 Audi TT 8.8 Média geral 7.3 Há quem prefira comprar um carro zero a cada dois anos no máximo. Mas o que o site americano iSeeCars.com buscou descobrir foram os carros que ficam mais tempo com os primeiros proprietários – ou seja, aqueles que teoricamente são adquiridos zero km pensando na sobrevivência a longo prazo. Fonte Qual a sua opinião sobre? Deixe nos comentários!
  11. Hyundai Caoa é condenada a pagar R$ 1,6 milhão por propagandas enganosas Para reparar danos morais à sociedade, empresa doará 27 furgões HR para instituições beneficentes QUATRO RODAS | 04/09/2015 | http://quatrorodas.abril.com.br/noticias/mercado/hyundai-caoa-condenada-pagar-r-1-6-milhao-propagandas-enganosas-902540.shtml Um dos representantes da Hyundai no Brasil, o grupo Caoa foi condenado pelo Ministério Público de São Paulo por divulgar propagandas consideradas enganosas no país. O inquérito corria desde 2011, e foi encerrado no último dia 11 de agosto. No processo, o Ministério Público lista 65 citações de propagandas da Hyundai com trechos considerados inverossímeis. A lista, dividida entre modelos de carros, está disponível no site do MP-SP. O documento destaca o uso da afirmação de que "a Hyundai passa a Ford e já é a quarta maior fabricante de automóveis do mundo", quando na verdade esse número se referia apenas à Coréia do Sul, e mesmo assim somando-se a produção da Kia, que integra o mesmo grupo industrial. De acordo com um Termo de Ajustamento de Conduta firmado entre a empresa e a Promotoria de Justiça do Consumidor, a Caoa deverá pagar uma indenização equivalente a R$ 1,6 milhão. O pagamento será feito através da doação de 27 furgões HR (avaliados em R$ 60,5 mil cada) para instituições beneficentes. No passado, a empresa já havia sido advertida pelo uso de trechos adulterados de reportagens impressas em seus anúncios. Outra polêmica ocorreu em 2011, quando o Hyundai Veloster teve divulgados motorização e potência que alegadamente não condiziam com a verdade. A Caoa é responsável pela comercialização de todos os importados da Hyundai no país, além da produção do Tucson e do ix35. Já a Hyundai Motor Brasil, vinculada à matriz coreana, cuida da produção e comecialização da família HB20 (hatch e sedã). Caso haja reincidência, a empresa será multada em R$ 100 mil a cada propaganda considerada enganosa. ----------------------------------------------------------------------------------
  12. Honda Exibe Novo Accord 2016

    Honda exibe novo Accord 2016Modelo ganha frente reestilizada e novos acessóriosQUATRO RODAS | 24/07/2015 | http://quatrorodas.abril.com.br/noticias/fabricantes/honda-exibe-novo-accord-2016-890322.shtml A Honda revelou, nos Estados Unidos, nesta sexta-feira (24), o seu Accord 2016. O sedã japonês ganhou frente repaginada com destaque para a nova grade cromada, faróis inspirados no Acura NSX e luzes para uso diurno de LED no para-choque, que também é novo. Na parte de trás, as lanternas também são novas com luzes de LED e o para-choque ganhou desenho mais agressivo. Dentro da cabine, o carro mantém duas telas no console central e ganhou compatibilidade com os sistemas Apple CarPlay e Android Auto através de uma tela de sete polegadas sensível ao toque. Entre os acessórios disponíveis estão ainda rádio por satélite SiriusXM, bancos traseiros com aquecimento e bipartidos em proporção 60/40, sensores de estacionamento na dianteira e traseira e sensor de chuva para acionamento automático dos limpadores. O motor é de quatro cilindros 2.4 litros atrelado a uma transmissão CVT ou de seis marchas manual como versão de entrada ou, no topo, um bloco V6 3.5 litros com transmissões automática de seis marchas ou manual de seis marchas. No quesito segurança, o Accord tem freio automático para evitar colisão, assistente que ajuda a manter o carro dentro da faixa e avisa caso o carro saia da mesma de forma não intencional e piloto automático adaptativo, entre outros. O Honda Accord 2016 reestilizado chega às lojas dos Estados Unidos em agosto deste ano. -------------------------------------------------------------------------------------------------
  13. Novo Cruze Hatch Deve Chegar Em 2017

    Novo Cruze Hatch deve chegar em 2017Baseado no sedã, modelo terá novo motor 1.4 turboQUATRO RODAS | 03/07/2015 | http://quatrorodas.abril.com.br/noticias/segredo/novo-cruze-hatch-deve-chegar-2017-884304.shtmlA nova geração do Cruze sedã não será a única novidade a desembarcar no Brasil nos próximos anos. O hatchback também será completamente repaginado com base no modelo recém-apresentado nos Estados Unidos. O design seguirá o estilo mais ousado apresentado na versão três-volumes até as portas de trás. A silhueta será ligeiramente mais esguia que o modelo atual, embora a traseira seja bastante diferente do Cruze Sport6 atualmente à venda nas concessionárias. As lanternas serão bipartidas e o para-choque terá muitos vincos e volumes, criando um efeito visual parecido com o do Honda Fit. Inicialmente, toda a linha Cruze deixará de ser produzida no Brasil. Tanto hatch quando sedã (acima) devem passam a vir da unidade de Rosário, na Argentina, embora a crise que afeta profundamente os dois países tenha criado nos últimos meses um impasse quanto ao local de produção. De lá também deve vir todo o conjunto motor-transmissão, formado pelo novo motor 1.4 turbo bicombustível com injeção direta e a caixa automatizada de dupla embreagem e sete marchas. Apesar de ter apresentação prevista para o Salão do Automóvel de 2016, as vendas da nova linha Cruze devem começar apenas no começo do ano seguinte. ------------------------------------------------------------------------------------------------
  14. Santa Fé reestilizada é fotografada sem disfarcesModelo deve ser lançado, na Coréia do Sul, nas próximas semanasQUATRO RODAS | 29/05/2015 | http://quatrorodas.abril.com.br/noticias/segredo/santa-fe-reestilizada-fotografada-disfarces-871161.shtml Com lançamento previsto para as próximas semanas na Coréia do Sul, a versão 2016 da Hyundai Santa Fé foi flagrada sem qualquer disfarce nestas fotos divulgadas pelo Terranismo. Como é possível observar, o utilitário passou por uma leve reestilização, mudando o desenho dos faróis dianteiros e a grade do radiador, assim como para-choque e luzes de neblina. Na traseira as mudanças também são sutis, principalmente na saída do escapamento e lanternas retrabalhadas. Por dentro, infelizmente, não há qualquer imagem que mostre se a Hyundai fez alguma alteração, assim como não é esperada qualquer mudança nos motores. Com lançamento local para as próximas semanas, o carro deve chegar aos outros mercados nesta configuração no início do ano que vem. -----------------------------------------------------------------------------------------
  15. Pós-venda em dobroCuidado com as letras pequenas no manual: intervalo entre as revisões pode deixá-las até 360% mais caras que as do concorrenteQUATRO RODAS | 24/04/2015 | http://quatrorodas.abril.com.br/reportagens/geral/pos-venda-dobro-846161.shtml Ao comprar um carro, poucos pensam em conferir os preços de revisão para saber se os modelos pesquisados também têm custo de manutenção semelhante. Esse número pode esconder uma armadilha que escapa aos olhos menos atentos: a diferença no intervalo entre as revisões. Enquanto a maioria das montadoras estipula o prazo a cada 10 000 km ou um ano (o que ocorrer primeiro), outras - como Ford e Volkswagen - têm intervalos de 5 000 km ou seis meses. A informação pode parecer um detalhe perdido no manual do proprietário, mas vai fazer uma grande diferença no seu bolso no futuro. Para mostrar essa disparidade, reunimos seis hatches na faixa dos R$ 40 000 e seis sedãs na casa dos R$ 70 000 e calculamos o custo de revisão nos três primeiros anos de uso, levando em consideração um usuário que roda até 10 000 km por ano, número compatível com alguém que more a até 25 km do trabalho. Cinco vezes mais salgado No segmento de hatches, a diferença de preço chegou a 203% quando confrontamos o modelo com o custo total de serviço mais baixo, o Toyota Etios (R$ 738,20), com o de pós-venda mais caro de todos, o VW Fox (R$ 2 233,69). A explicação é que, enquanto o primeiro exige três revisões em três anos, o segundo precisa de seis, no caso de quem trafega até 10 000 km por ano. A Ford usa uma solução intermediária: deixa apenas a primeira revisão aos seis meses ou 5 000 km, enquanto as demais seguem o padrão anual do mercado. Mesmo assim, tanto ela como a Volks são as que têm o maior custo de manutenção. E essa regra vale para os dois segmentos analisados. Nos sedãs, a disparidade é ainda mais gritante. O modelo com o valor mais camarada é o Nissan Sentra (R$ 827), enquanto o mais alto é o VW Jetta (R$ 3 814,70), uma diferença de 361%. Em outras palavras, o Volkswagen cobra quase cinco vezes mais do que o rival japonês. O segundo sedã com o maior custo total, não por acaso, é o Ford Focus (R$ 2 444), com seu intervalo de 5 000 km ou seis meses para a primeira inspeção. Fica, portanto, o ensinamento: na próxima vez que você comprar um carro novo, sempre cheque antes quanto custará seu pós-venda. O CUSTO PARA QUEM RODA ATÉ 10.000 KM AO ANO Hyundai HB20 1.0 Comf.: R$ 37.795 1 revisão no 1ºano: R$ 142,86 1 revisão no 2ºano: R$ 196,68 1 revisão no 3ºano: R$ 596,94 Total: R$ 936,48 Revisão a 10.000 km ou 1 ano Chevrolet Onix 1.0 LS: R$ 39.190 1 revisão no 1ºano: R$ 196 1 revisão no 2ºano: R$ 360 1 revisão no 3ºano: R$ 628 Total: R$ 1.184 Revisão a 10.000 km ou 1 ano Fiat Palio 1.0 Attrac.: R$ 38.560 1 revisão no 1ºano: R$ 156 1 revisão no 2ºano: R$ 336 1 revisão no 3ºano: R$ 496 Total: R$ 988 Revisão a 10.000 km ou 1 ano Ford Ka 1.0 SE.: R$ 37.490 2 revisões no 1ºano: R$ 488 1 revisão no 2ºano: R$ 632 1 revisão no 3ºano: R$ 428 Total: R$ 1.548 Revisão a 10.000 km ou 6 meses no 1º ano VW Fox 1.0 Trendline: R$ 38.510 2 revisões no 1ºano: R$ 472 2 revisões no 2ºano: R$ 872 2 revisões no 3ºano: R$ 889,69 Total: R$ 2.233,69 Revisão a 10.000 km ou 6 meses Toyota 1.3 Etios: R$ 39.950 1 revisão no 1ºano: R$ 150,96 1 revisão no 2ºano: R$ 324,29 1 revisão no 3ºano: R$ 262,95 Total: R$ 738,20 Revisão a 10.000 km ou 1 ano VW Jetta Comf.: R$ 69.990 2 revisões no 1ºano: R$ 815,94 2 revisões no 2ºano: R$ 1.399,62 2 revisões no 3ºano: R$ 1.599,14 Total: R$ 3.814,70 Revisão a 10.000 km ou 6 meses Toyota Corolla GLI: R$ 69.990 1 revisão no 1ºano: R$ 206,96 1 revisão no 2ºano: R$ 421,49 1 revisão no 3ºano: R$ 304,49 Total: R$ 932,94 Revisão a 10.000 km ou 1 ano Nissan Sentra S: R$ 67.090 1 revisão no 1ºano: R$ 206,96 1 revisão no 2ºano: R$ 421,49 1 revisão no 3ºano: R$ 304,49 Total: R$ 932,94 Revisão a 10.000 km ou 1 ano Chevrolet Cruze LT: R$ 75.020 1 revisão no 1ºano: R$ 260 1 revisão no 2ºano: R$ 660 1 revisão no 3ºano: R$ 480 Total: R$ 1.400 Revisão a 10.000 km ou 1 ano Ford Focus Sedan S: R$ 74.770 2 revisões no 1ºano: R$ 536 1 revisão no 2ºano: R$ 1.160 1 revisão no 3ºano: R$ 748 Total: R$ 2.444 Revisão a 10.000 km ou 6 meses no 1 ano Renault Fluence Dyn.: R$ 68.290 1 revisão no 1ºano: R$ 238 1 revisão no 2ºano: R$ 667 1 revisão no 3ºano: R$ 469 Total: R$ 1.374 Revisão a 10.000 km ou 1 ano -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
  16. Facelift do BMW Série 3 será exibido em maioModelo pode ganhar motor 1.5 turbo de três cilindrosQUATRO RODAS | 24/04/2015 ! http://quatrorodas.abril.com.br/noticias/fabricantes/facelift-bmw-serie-3-sera-exibido-maio-858121.shtml Um dos modelos mais representativos do catálogo da BMW passará por um facelift em breve. De acordo com o site World Car Fans, o Série 3 atualizado será exibido à imprensa especializada global no dia 7 de maio, num evento a ser realizado em Munique, Alemanha. O site indica que algumas das modificações promovidas pela BMW envolvem os seguintes aspectos: novos faróis de LED adaptativos, para-choques com leve atualização, grade frontal renovada e, principalmente, a introdução do motor 1.5 turbo de três cilindros para a versão de entrada. Uma versão híbrida também é aguardada no anúncio. Foto: atual Série 3 ----------------------------------------------------------------------------------- Para queme stá pensando em comprar, melhor esperar mais um pouco.
  17. Mitsubishi Outlander 2016

    Mitsubishi apresenta o facelift do OutlanderSUV passou por sensíveis alterações visuais e estruturaisQUATRO RODAS | 02/04/2015 | http://quatrorodas.abril.com.br/noticias/saloes/new-york-2015/mitsubishi-apresenta-facelift-outlander-852726.shtml A Mitsubishi mostrou nesta quinta-feira (2) um Outlander bastante renovado durante o Salão de Nova Iorque. Além das óbvias alterações estéticas, como a grade frontal no formato “Dynamic Shield”, os faróis atualizados, os novos para-lamas, as lanternas de LED e as rodas de 18 polegadas, o utilitário esportivo teve atualizações em seu chassi, no desenho da suspensão e ganhou um novo sistema de direção com assistência elétrica. Na cabine também há novidades, incluindo a utilização de um material com maior capacidade de isolamento acústico, novo volante multifuncional, acabamento renovado, nova versão do sistema multimídia, bancos desenhados em prol de aumentar o conforto dos ocupantes, entre outros itens. Quanto à motorização, o Outlander, ao menos no mercado norte-americano, terá duas opções de blocos a gasolina: 2.4 de quatro cilindros, oferecendo 166 cavalos de potência e 22,3 mkgf de torque, atrelado a uma transmissão CVT; e o 3.0 V6, entregando 224 cv e 29,7 mkgf, utilizando câmbio automático de seis marchas. -----------------------------------------------------------------------
  18. Que dó, que dó! QUATRO RODAS | 26 de março de 2015 | http://quatrorodas.abril.com.br/blogs/planeta-carro/2015/03/26/que-do-que-do/ Foto: reprodução/ Daily Mail Um incidente ocorrido na Inglaterra deixou os fãs de automobilismo clássico atônitos no último final de semana. Um Mercedes-Benz SLS 300 “Porter Special” avaliado em quatro milhões de libras (aproximadamente R$ 19 milhões) acertou em cheio a traseira de um Lister-Jaguar Knobbly, que custa em torno de 1 milhão de libras – cerca de R$ 4,8 milhões. Como tragédia pouca é bobagem, o SLS 300 é um exemplar único em todo mundo e havia sido temporariamente retirado da coleção particular de Klaus Lahr (o milionário que a esta altura deve estar aos prantos…) apenas para participar da prova na pista de Sussex. Nem o motorista podemos culpar: ele era Jochen Mass, ex-piloto de Fórmula 1 e um dos nomes mais lendários das 24 Horas de Le Mans. Relatos indicam que o Jaguar havia reduzido a velocidade para entrar nos boxes quando foi atingido em cheio pelo SLS, que estava acelerando logo após sair de uma curva. Especialistas afirmam que os danos foram tão profundos a ponto de uma restauração ser praticamente impossível, para tristeza de seu proprietário – e de todos nós. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------
  19. Menino invade carro conectado com sistema de US$ 15Garoto de 14 anos conseguiu até dar a partida no motorQUATRO RODAS | 25/02/2015 ! http://quatrorodas.abril.com.br/noticias/tecnologia/menino-invade-carro-conectado-sistema-us-14-841060.shtml Um garoto de apenas 14 anos conseguiu hackear a central eletrônica de um carro sem muitas dificuldades durante uma convenção de segurança da informação. Segundo informações da Info, o adolescente utilizou equipamentos eletrônicos comprados por apenas US$ 15 para destravar as portas e dar a partida no automóvel, que não teve sua marca nem modelo revelados. O garoto construiu uma placa de circuito durante a madrugada e, no dia seguinte, conseguiu hackear o veículo, conseguindo ligar até os limpadores de para-brisa e o sistema de som. Anuja Sonalker, cientista-chefe da organização, definiu a façanha como um "momento chave" para a indústria automotiva. "Não é preciso ser um engenheiro (para conseguir invadir o sistema de um carro). Você pode ser uma criança com 14 dólares", provocou. De acordo com a cientista, as principais ameaças aos carros conectados consistem em malwares e roubos de dados de direção. Sonalker reconhece ser "impossível" impedir completamente estas invasões e alerta que minimizar os danos e consequências de possíveis ataques é fundamental para garantir a segurança dos motoristas. Nem que para isso seja preciso realizar um extenso trabalho de cooperação entre autoridades, montadoras e experts em segurança da informação. "Poderemos não acertar de primeira, mas uma cooperação entre diversos agentes é a melhor forma de encarar esse problema", concluiu. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
  20. Fiat Prepara Último Facelift Do 500

    Fiat prepara último facelift do 500Protótipo foi flagrado em testes na SuéciaQUATRO RODAS | 19/02/2015 | http://quatrorodas.abril.com.br/noticias/segredo/fiat-prepara-ultimo-facelift-500-838081.shtml Nos próximos três anos, de acordo com sua própria planilha de lançamentos, a Fiat deverá introduzir no mercado um substituto para o pequenino 500. Antes disso, porém, a marca promoverá um último facelift no minicarro, e foi exatamente o protótipo desse modelo atualizado que os espiões de QUATRO RODAS fotografaram em testes na Suécia. Não são esperadas mudanças profundas no 500, mas sim discretos retoques no para-choque dianteiro, na grade frontal e nos faróis. Por dentro, o modelo deverá ganhar novo sistema multimídia, com tela sensível ao toque um pouco maior do que de costume. --------------------------------------------------------------------------------------------------
  21. Hyundai Revela Novo I30 2016

    Hyundai revela novo i30Hatch ganhou nova frente e mais equipamentosQUATRO RODAS | 13/02/2015 | http://quatrorodas.abril.com.br/noticias/fabricantes/hyundai-revela-novo-i30-836602.shtml A Hyundai apresentou a primeira reestilização do i30, conhecido em alguns mercados como Elantra GT. Lançado em 2013, o hatch médio ganhou novos faróis, novo para-choque e uma grade redesenhada bastante parecida com a do Sonata. Por dentro, o carro traz a nova geração do sistema multimídia BlueLink, que oferece informações de manutenção preventiva e registra todos os serviços realizados pela rede de assistência técnica da Hyundai, além da possibilidade de ser compatível com um aplicativo desenvolvido pela marca para smartphones. O sistema de navegação por satélite (GPS), por sua vez, é o mesmo dos sedãs Sonata e Genesis. Outra novidade é a oferta dos bancos dianteiros com aquecimento e refrigeração. Segundo a montadora sul-coreana, o novo i30 (ou Elantra GT) chegará às concessionárias a partir de março. ------------------------------------------------------------------------------------------- Fotos do Autoblog: http://www.autoblog.com/2015/02/13/2016-hyundai-elantra-gt-chicago-2015/ --------------------------------------------------------------------------------------
  22. Governo sobe tributação sobre combustíveisAumento afeta a gasolina em R$ 0,22 e, no diesel, em R$ 0,15QUATRO RODAS | 20/01/2015 | http://quatrorodas.abril.com.br/noticias//governo-sobe-tributacao-combustiveis-827465.shtml Como parte de um esforço do governo federal para ajustar as contas públicas e aumentar a confiança na economia brasileira, a nova equipe empossada no início do ano liderada pelo ministro da fazenda, Joaquim Levy, divulgou um pequeno pacote de medidas que irão afetar diretamente os motoristas do País. Como medida mais diretamente relacionada ao mercado automotivo foram elevadas a PIS, a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre os combustíveis, mas que só poderá afetar o preço da gasolina e do diesel. Assim, segundo Levy, o aumento do preço por litro de gasolina será de R$ 0,22 e, para o diesel, de R$ 0,15. Tanto o PIS quanto o Cofins terão alta imediata, mas a Cide só em 90 dias. A expectativa é que seja arrecadado cerca de R$ 12,18 bilhões com esta ação apenas este ano. Ao ser questionado sobre o impacto no consumidor, o ministro falou. "Daqui a três meses temos a intenção de reduzir o Pis e a Cofins. O impacto vai depender diretamente da evolução do mercado e da política de preços realizada pela Petrobras. ----------------------------------------------------------------------------------------------------------- Chegou a hora de pagar a conta da roubalheira. Certo, Dilma? No posto que abasteço, a V-Power Nitro está R$ 2,999/litro e terei que pagar +0,22/litro para pagar o rombo deixado pelos vermelhos! Eu cada vez mais pobre e eles com suas mansões, empregados...
  23. Mitsubishi Encerra Produção Do Tr4

    Exclusivo: Mitsubishi vai parar de produzir o TR4Cerca de 100 mil unidades do modelo foram produzidasQUATRO RODAS | 18/12/2014 | http://quatrorodas.abril.com.br/noticias/fabricantes/exclusivo-mitsubishi-vai-parar-produzir-tr4-820607.shtml A Mitsubishi encerrou a produção do Pajero TR4. As últimas unidades do jipinho estão saindo da linha de montagem de Catalão (GO) até o fim do mês. A empresa não fez um comunicado oficial. Mas, quando procurada, divulgou uma nota dizendo que o modelo terminava um ciclo vitorioso, com cerca de 100 000 unidades produzidas, em 12 anos. Disse também que manterá o estoque de peças, bem como o atendimento na rede autorizada em todo o território nacional, "sem prazo para ser encerrado". O Pajero TR4 era o modelo de entrada da Mitsubishi no Brasil e chegou a responder por 25% das vendas da marca no país, no início da década, quando passou por uma reestilização profunda (a segunda, a primeira foi em 2002, quando passou a ser produzido no Brasil). A fábrica não apontou uma razão específica para a retirada do mercado. Pelo contrário, afirmou que colocou em prática "todas as opções possíveis para manter o carro em produção". Nos últimos meses, o TR4 manteve suas vendas estáveis, no patamar de 1 200 unidades mensais. Essa média é superior às do SUV Mitsubishi ASX, com cerca de 1000 unidades mensais, e que é o seu sucessor natural. O TR4 era derivado do Pajero iO, modelo comercializado no Japão entre os anos de 1998 e 2007. Apesar da idade avançada, o TR4 foi durante muito tempo a única opção de seu gênero, entre os veículos nacionais. Ele era o único com tração 4x2, 4x4 on-road, 4x4 off-road e 4x4 reduzida. Se permanecesse no mercado, porém, ele teria vida dura daqui para frente, para enfrentar as novidades que estão chegando no segmento de SUV’s: Jeep Renegade, Honda HR-V e Peugeot 2008. ---------------------------------------------------------------------------------------
  24. Novo Ix35 Chega Ao Brasil Em 2015

    Novo ix35 chega ao Brasil em 2015Reestilizado e mais bem-equipado, SUV chega já como linha 2016QUATRO RODAS | 10/11/2014 | http://quatrorodas.abril.com.br/noticias/segredo/novo-ix35-chega-ao-brasil-2015-811697.shtml O novo Hyundai ix35 já havia aparecido em flagrantes feitos no exterior. Mas, no Brasil, nem vestígio dele. Por isso, apesar da globalização, tudo indicava que o SUV demoraria a ser atualizado por aqui. A demora poderia até ser maior que a normal, uma vez que o Brasil ainda mantém o antecessor do ix35, o Tucson, em linha. E a atual versão do ix35 passou a ser produzida no país recentemente, em 2013. Mas eis que o ix35 foi flagrado em testes pelo leitor Rauston Naves, de São Paulo. O ix35 muda sem trocar a plataforma, que é nova. Mas pode-se esperar aumento do espaço interno, em função de ajustes nas dimensões do veículo. O motor atual 2.0 é moderno e ganhou tecnologia flex em 2013, por isso deve permanecer. Mas o câmbio não é tão certo. No lugar do automático de seis marchas, pode surgir um novo de sete velocidades. Visualmente, o ix35 vai ficar bem parecido com o novo Santa Fe, seu irmão maior, que em alguns mercados é identificado como ix55. O design ganha linhas mais retas de modo geral. A grade hexagonal se destaca na dianteira, junto dos faróis, que ficam maiores. O carro deve ser apresentado na Coreia em meados de 2015, chegando ao Brasil no fim do ano já como modelo 2016. Outra novidade que deve estar por aqui no ano que vem é o i30 reestilizado. A segunda geração desse modelo chegou em 2012 e, portanto, já está na hora de receber alguns retoques visuais. Na Europa, a repaginada virá acompanhada de uma nova versão esportiva, batizada de GT. Mas essa não deve ser oferecida no Brasil. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
  25. Brasil pode contribuir na reestruturação da Citroën, diz CEO Linda Jackson elogia país e diz que pós-venda é o segredo para crescer QUATRO RODAS - 29/10/2014 - http://quatrorodas.abril.com.br/salao-do-automovel/2014/noticias/brasil-pode-ser-fundamental-reestruturacao-citroen-diz-ceo-808357.shtml Linda Jackson é uma mulher poderosa. Desde junho de 2014 ela ocupa o cargo mais importante do mundo dentro da marca Citroën, após apresentar bons resultados no comando da filial responsável pelas vendas no Reino Unido e Irlanda.Nomeada à pedido do novo comandante do grupo PSA Peugeot-Citroën, Carlos Tavares, Jackson está encarando um desafio digno de seus 35 anos de experiência na indústria automobilística: fazer a Citroën voltar a ser uma marca rentável. Em entrevista concedida a QUATRO RODAS durante o Salão do Automóvel de São Paulo, Linda falou sobre o delicado processo de reestruturação do grupo PSA e da própria marca Citroën. A executiva ainda comentou sobre o sucesso do C4 Cactus (que pode ser vendido por aqui) e a importância do mercado brasileiro para a matriz. O que podemos esperar da marca Citroën após o grupo PSA se livrar da falência e estar tentando se reerguer? Criamos um plano de reestruturação chamado "De Volta ao Páreo" no qual o objetivo maior é reposicionar nossa marca. Queremos fazê-la com que ela volte a ser uma marca forte e expressiva no mercado, e um dos caminhos para tal é torná-la uma marca global. Faz parte da nossa estratégia. Evidentemente a China é o mercado mais importante para nós, assim como a Europa e a América do Sul. Se você voltar para 2008, apenas 20% de nossas vendas foram realizadas fora da Europa, sendo que neste ano este número já responde a 40% e pretendemos chegar a 50% até no máximo 2017. Como a marca pretende voltar a ter bons resultados? Precisamos ter certeza de que todas as regiões estão trabalhando da forma correta. O reposicionamento da marca Citroën, que busca um retorno ao nosso DNA de uma marca inovadora e criativa, também é fundamental para conseguirmos bons resultados e voltar a conquistar espaço no mercado. Um dos pilares é atender aos desejos do nosso consumidor, que procura um carro moderno e confortável, como sempre foram nossos carros. Aqui no Brasil é esta imagem que temos. Um dos exemplos desta nova filosofia é o C4 Cactus, que é um veículo confortável, espaçoso e descomplicado, fácil de dirigir. O uso da tecnologia que ajuda o consumidor, especialmente no que diz respeito a conectividade, também é essencial. E não podemos nos esquecer do serviço de pós-venda, até porque os clientes são nossos melhores embaixadores, não há forma melhor de fidelizar e conquistar novos clientes do que satisfazê-los. Desde sua fundação a Citroën sempre foi conhecida como uma marca inovadora. A marca pretende manter esta sina no futuro? Certamente. A criatividade é uma das marcas da Citroën em toda sua história. Desde seu surgimento criamos veículos icônicos, como o 2CV, e com estilo inovador, como foi o Xsara Picasso e atualmente acontece com o C4 Cactus. Investir na tecnologia também é importante, e por isso precisamos nos empenhar em desenvolver novos serviços e itens de conectividade. Não podemos esquecer da criatividade sem abrir mão da tecnologia. São estes pilares que nos ajudam a desenvolver uma relação mais próxima com nossos clientes. O C4 Cactus já virou um dos modelos mais bem sucedidos da Citroën nos últimos anos. Qual é sua importância para a Citroën? É um modelo muito importante para nós, considerando que ele traduz perfeitamente o espírito que queremos em nossa marca. É um veículo moderno e confortável, repleto de inovações que pretendemos aproveitar em nossos modelos futuros. Embora tenha sido um projeto desenvolvido exclusivamente para a Europa, estamos exibindo-o em vários Salões pelo mundo. Recentemente o mostramos em Pequim para medir a aceitação do público, e é exatamente isso que estamos fazendo aqui em São Paulo com o Cactus Concept. É um veículo muito bom de dirigir, tanto é que uso um no dia-a-dia. A senhora acredita que ele poderia fazer sucesso no Brasil? Creio que sim, mas antes precisamos ver como será sua aceitação entre os brasileiros. Mas é um conceito único, com design exclusivo e um projeto que preza pelo conforto sem trazer itens desnecessários. Pode ser um produto interessante para o Brasil. A Citroën cultiva uma imagem mais "premium" que rivais como Volkswagen, Toyota e a própria Peugeot. É este o caminho que a marca quer continuar trilhando por aqui? Sim, até porque a Citroën tem uma imagem muito positiva no mercado brasileiro. Se contamos com uma boa percepção de marca e reputação, isso significa que podemos e devemos continuar adotando esta estratégia. É uma postura que funciona e devemos manter. Qual é a importância do mercado brasileiro para a Citroën? O Brasil é muito importante para nós. Estamos aqui há 20 anos, contando tanto os períodos em que apenas importávamos veículos quanto o que passamos a produzir localmente. Nosso processo de reestruturação visa garantir que oferecemos o melhor serviço de pós-venda e assistência técnica, identificando as deficiências e aproveitando as oportunidades de cada mercado. Estamos há muito tempo no Brasil e, apesar de não termos uma participação de mercado tão grande quanto gostaríamos, contamos com produtos muito interessantes, como o C3 e o C4 Lounge. É um mercado muito importante e promissor para nosso futuro, e faz parte de uma região que pode se tornar a terceira mais importante para a Citroën, depois da China e da Europa. E a marca DS, ela pode ajudar o grupo PSA a se reestruturar? Embora cuide mais da Citroën, acredito que a marca DS complementa a Citroën. Quando criamos a DS, pensamos em uma marca capaz de oferecer veículos tão luxuosos quanto os alemães, e acredito que há espaço para uma nova marca deste tipo como a DS. Tanto é que se você analisar as vendas da marca na Europa, praticamente 2/3 dos clientes vêm de outras marcas alemãs, e não da própria Citroën. Isso mostra como a DS pode conquistar seu espaço em vários mercados, inclusive no Brasil, onde as marcas alemãs se estabeleceram há anos. É por isso que não vejo motivos para pensar que as vendas da DS poderiam atrapalhar os resultados da Citroën. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Zzz...
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