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Encontrado 6 registros

  1. Mini Cooper S Manual 14/15

    Caros, Segue um review inicial do meu “novo” carro. Não esperem nada do nível Tecnomax. São só detalhes espalhados num texto sem roteiro. Carro Trata-se de uma das 100 unidades do Mini Cooper 2.0S, versão manual, ano 2014/15. Quem sabe o fabricante não traga mais futuramente, pois ao contrário do Golf VR6 o Mini não possui plaquetinha com numero de produção. A cor é Laranja Volcanic, pintura sólida. Seu motor já é conhecido de alguns modelos BMW, o Twinpower Turbo, com injeção direta. No mini é apenas gasolina (coitado dele). Produz 192 cv e 28,6 kgfm. Detalhes deixo para os mestres. De acordo com o manual pode-se usar os seguintes tipos de óleo do motor: SAE 0W40, 0W30, 5W40 ou 5W30. Nenhum aditivo para óleo deve ser usado. Na autorizada tem as opções: BMW Longlife 01, 01 FE, 04. Peso total (incluindo 70 kg de carga e 90% de combustível) é de 1230 kg. Utiliza pneus Dunlop Sport Maxx RT 205/45 R17 W. Numa rápida pesquisa na internet não são fáceis de achar como os 225/45 R17. E pelo menos os da Michelin são mais caros na medida mais fina. Tanque é de 44 litros. Desempenho Pude testa-lo por 300 km, de São José do Rio Preto à Itumbiara. Depois apenas algumas voltas na minha cidade. Na rodovia levei um bom tempo até me acostumar com o cambio de 6 marchas. Estou lá trafegando em sexta, na hora de ultrapassar um caminhão volto pra quinta ou quarta, e terceira será que ultrapassa o limite de RPM? Até mesmo a coordenação motora levou tempo. Aos poucos fui me adaptando às trocas de marcha e percebi que no geral nem há a necessidade de reduzir. Em sexta a uns 100 km/h o motor já tem bom torque (28,6 kgfm de 1.250 a 4.700 rpm). Então a ultrapassagem já se torna segura. O ideal para meu estilo é cambiar para quarta. O carro avança rápido. Não há overdrive, é na sexta que se conquista a velocidade máxima. A rotação nessa marcha, a 150 km/h é 3400 rpm. No modo Satanás pode jogar terceira que o motor passa dos 130 km/h, retomando forte e deixando carros comuns longe. Ainda sobre o cambio, os engates são firmes e curtos. Simplesmente perfeito. Quando estava analisando o carro antes de comprar estranhei quando mudei de marcha com o carro desligado. Falei ao antigo dono: "Uai, não engatou, só foi até a metade". A ré é interessante. Para entrar "suave" deve dar um tapa pra esquerda. Se for devagar é pior, mais duro. Os Freios são fortes, mesmo com ABS num primeiro momento ele vai travar se frear com vontade. O carro arranca com força, e mesmo o controle de estabilidade não impede de destracionar até em terceira marcha. Obviamente não testei o limite dinâmico, mas em algumas curvas deu para notar quanto o carro é grudado. Há 3 modos de condução, o GREEN, o MID e o SPORT. É possível altera-los rapidamente com o seletor na base do cambio, mesmo estando rápido. Do MID para SPORT muda o peso da direção (fica pesada mesmo na rodovia), o curso do acelerador (como no T-jet) e enrijecimento dos amortecedores através da pressão de óleo nos mesmos. Na prática quase não se nota esse enrijecimento de imediato, pois no modo MID o carro já é firme. Em SPORT depois de algum tempo você nota que o carro está quicando, aí vem à percepção. Esse é meu primeiro carro com direção elétrica, e achei anestesiada. Você sente a pista nas costas, não nas mãos. Nada que atrapalhe também. Não reparei quais as mudanças no modo GREEN, mas o painel passa a exibir dicas para economia de combustível. Quando eu estiver velho desgostoso da vida e enjoado do carro vou voltar a falar desse modo de condução. Aparência A geração atual do Mini Cooper utiliza-linhas de fluido para esculpir um carro que parece atlético, enquanto exala uma sensação de movimento constante, mesmo quando parado. Assim como 500 Abarth e DS3, é ame ou odeie. E quem odeia fala que é carro de viado. “Normal” esse tipo de comentário. Acho o carro lindo, com identidade própria. Diferente da tendência dos carros de grande venda. Chama muita atenção, mais do que eu queria, pois sou introvertido. E é fácil de seguir o meu. Carro miniatura, laranja com teto preto se vê de longe no mar de carros de porte médio preto, branco ou prata. Acabamento Já na alavanca da seta é nítida a qualidade. Ela não "estala" ao usa-la, você sente o peso do meio clique (pisca 3x) e do clique completo. Atrapalhei-me bastante até acostumar. Volante de bom tamanho (do Punto é um pouquinho grande), revestido de couro e costuras vermelhas. Painel superior emborrachado assim como as portas, acompanhada de couro também. As chaves do estilo aeronáuticas são de bom gosto e passa a sensação de robustez, pelo peso delas. Têm várias: ativa auto start stop (a esquerda da vermelha), a vermelha de partida, controle de estabilidade, e até mesmo das luzes do habitáculo. Com o pé na embreagem, basta apertar (para baixo ou para cima) a chave START STOP e o motor liga. Para desligar, tire o pé da embreagem e aperte novamente a mesma chave. Mais uma vez para desligar a iluminação e a central multimídia. Os bancos também de couro possuem abas bem pronunciadas e para mim a largura ficou no limite. Se for uma pessoa mais larga vai sofrer. A ponta do assento é ajustável assim com nos antigos Recaro dos nacionais esportivos. Achei mais duros que do Punto T-jet. Há ajustes manuais de altura, distancia e lombar. Que não vá alguém claustrofóbico nos bancos traseiros, porque lá atrás é de difícil acesso, muito apertado para as pernas e escuro! Ao menos possui porta copos na lateral. São apenas dois assentos atrás. Eu nos meus vastos 1,75m ainda sobra espaço para eles. Com mais de 1,8m o banco fica colado no de trás. Ar condicionado é forte (do T-jet não era). E possui a frescura do Dual Zone que sabe lá Deus quando um encalhado como eu vai precisar disso. O porta luvas também é refrigerado. Possui ainda opção de recirculador de ar automático, que detecta poluentes. Infelizmente mesmo com toda a qualidade no acabamento, por ser um carro muito firme, creio que logo vão surgir barulhos internamente (já escuto alguns). E o bom isolamento acústico deixará tudo mais audível. Porta malas Quase não coube uma caixa com Subwoofer de 8 polegadas do som de casa. São 210l e tem o fundo falso (até cabe um estepe dos finos ali). Quando viajar novamente lhes conto como é na prática. Abaixo do fundo falso fica um Kit primeiros socorros e o kit com macaco e bomba com liquido para tentar dar um jeito no pneu destroçado por uma panela na rodovia. Tenho lá meus palpites que não isso não é uma boa solução para o Brasil. Depois tiro foto. Central multimídia: Foi uma leve decepção, por minha culpa. A maioria dos reviews nacionais testou apenas a versão S automática, deixando a S manual restrita a notificar que a Mini iria vender 100 unidades. Então pensei que eram os mesmos itens de séries, que incluía o som Premium Harman Kardon com 500 Watts e 10 falantes. No meu é um som sem essa grife, com menos falantes e potência, aliás, pelo pouco que ouvi não possui Subwoofer. Ainda sim o áudio é correto, reproduz bem os MP3s. A leitura do Pendrive que testei foi rápida e de fácil visualização das músicas. Em comparação, o som do T-jet me parece um pouco mais forte, porém a reprodução de MP3 é inferior (mais “embolado”), e de leitura bem lenta para acessar as pastas. Também não sabia da falta do GPS que vem no modelo automático. O sensor de ré é muito bom, apresentado com um belo desenho das áreas de proximidade, porém apenas traseiro. Pela central multimídia é possível ajustar os modos de condução, fazer uma checagem geral do carro, ver quando é próxima troca de óleo, e possui o manual digital do carro. No mais, Bluetooth e rádio. Isolamento: Nesse ponto eu fico confuso, pois quase não se ouve o ronco do motor e escape. Ainda com os vidros fechados não se ouve alguém falando com você do lado de fora, ou ruídos da cidade. Mas basta passar dos 120 km/h e lá está o ruído de vento, mas nada em excesso. Creio ser pela aerodinâmica frontal prejudicada pelo para-brisa pouco inclinado. Curiosamente li que o carro tem CX de 0,28. Estado Geral do Carro É na primeira lavada que se descobre os detalhes, e o estado da pintura. O carro está quase novo, detectei apenas algumas manchas no capô e no teto que são facilmente retiradas com liquido para polir / lustrar, mesmo os de menor abrasividade. E algumas marquinhas de pedra no capô. Algo normal. Amassadinhos, não tem. Os bancos possuem algumas marcas de uso por ser de couro, faz parte. Mas não têm rasgadinhos ou manchas. Painel, volante, portas estão bons. Pneus estão pouco rodados sem desgaste anormal, e as rodas sem riscos. Também pudera, o carro foi comprado em 29/01/2015 e rodou 7500 km. Mas o antigo dono foi cuidadoso. Outros O Auto Start Stop funciona de acordo com várias situações: Temperatura do motor tem que estar no ideal de funcionamento. Temperatura ambiente não pode estar nos extremos (muito frio, ou calor). Tráfego pesado. Se o carro detectar muito anda e pára ele desativa o recurso. Ao retirar o pé do freio, ou pisar novamente na embreagem, ou esterçar o volante o motor parte. Se desativar o auto start stop e desligar o carro, ele permanece desativado. O controle de estabilidade também pode ser desativado bastando segurar a chave do lado do Star Stop vermelha (ver a foto acima) por no máximo 10s. Para ativar clique novamente. Tenho que verificar se desliga o controle de tração junto. A pressão dos pneus me causou surpresa. A informação da plaqueta na carroceria informa que para uso com até 2 pessoas são 40 libras na frente e 36 atrás. Ainda não verifiquei como está hoje. O para-brisa possui filamentos quase transparentes com a função ante embaçante. Se focar no vidro consegue enxerga-los, se focar na pista é imperceptível. Logo posto foto desse detalhe. O freio faz assistência de rampa. Ao soltar o pedal, o carro fica parado numa subida tempo suficiente para voltar a acelerar. No modo SPORT, o carro faz aceleração interina durante redução de marcha, após soltar a embreagem. O escape passa a dar "pipocos" ao soltar o acelerador. Pensei que os faróis que eram de xenônio, mas são LED assim como as lâmpadas de iluminação diurna. São muito fortes. Os traseiros também são do mesmo tipo. Mais fotos. O vídeo fica pra depois.
  2. Galera, Vou demonstrar como pode ser mito que manutenção preventiva de importado é sempre cara. Chegou a hora da Revisão de 20.000 km. Levei o Mini na CSS só pra desencargo de consciência (vai que me dão orçamento justo). Após retirarem o que eles acharam supérfluo, me deram orçamento de R$ 1.620,00. Como eram serviços básicos e davam pra ser efetuados em qualquer mecânico, fiz no posto de um conhecido que tem um cara que é muito caprichoso na troca de filtros, fluídos e etc. Com tudo, absolutamente tudo que a CSS deixou no orçamento (óleo Motul, elemento do filtro de óleo, elemento do filtro de ar condicionado, flush motor, limpeza do sistema de ar e outras coisas) paguei R$ 525,00. Só pra ideia, o filtro do ar condicionado custava 400 reais na CSS. Na rua foi 80. Claro que se precisar de mão de obra mais especializada, terei que procurar. Mas acho que CSS jamais. A sorte é que esse carro compartilha muita coisa com os Peugeot e Citroen THP.
  3. MINI COOPER S 2013

    Galera, Troquei de carro. Trata-se de um Mini Cooper S 13/13 básico (sem teto/multimidia/borboletas) com 12.500 rodados. Era de um vovô de 84 anos que, inclusive, tem um 2014 laranja. Pneus praticamente novos, interior sem detalhes. Paguei por ele 59.000 Temeres. Quando fizer fotos melhores, mando pra vocês. Peguei ele e não parou de chover até hoje. Primeiras impressões: canhão, econômico, mas com espaço limitado. Mas é muito legal de dirigir na estrada. Vim do Rio pra VIX com ele e deu pra sentir que facilita muito a vida de quem viaja. Fez 15 km/l andando de forma razoável e com uns 10 pare/sigas pelo caminho. Porque esse carro? Porque era o mais novo e menos rodado, além de, muito provavelmente, nunca ter levado pau na vida. Todos os outros giravam em torno de 65.000 do mesmo modelo até 75.000 os mais completos. Como não faço questão de frufru e queria apenas o conjunto mecânico, estou satisfeito. Abraços.
  4. MINI COOPER S 2011/12 BOA COMPRA?

    Galera, como ainda não troquei de carro, ficam surgindo algumas oportunidades. Apareceu agora um Mini Cooper S 2011/12 com 18.000 km rodados. É de um amigo que cuida muito bem dele. Ele pediu 60k. Ofereci 55 e estou aguardando resposta. Alguém sabe dizer sobre seguro e manutenção? Algum problema crônico? Valeu.
  5. Mini Countryman (cooper grande) ou Hr-v

    Pessoal, meu pai está pensando em me dar de presente um Mini Countryman normal, S ou all4 para mim como primeiro carro. Sendo usado e até 80 mil o preço do carro. (Fizemos uma pesquisa geral, e vimos anos variando entre 2010 a 2013 e com uma média de 50mil km rodados nessa faixa de 70-80 mil reais). *É claro que antes dele comprar o carro para mim, vamos checar se não tem nenhum defeito, como andar com ele um pouco e etc. Tenho muitas dúvidas quanto ao carro: 1) Os modelos de 2013 mudaram muito em relação aos atuais? 2) Este carro, vai ser meu principal e único, ou seja, vou fazer de tudo apenas com ele, como ir e voltar de Campinas <-> São Paulo todos os dias e Limeira aos fins de semana (média de 200km por dia). Por isso tenho dúvidas se ele vai aguentar o tranco, como ruas ruins, buracos e afins, ainda mais por tratar de um carro usado. Além disso, pretendo ficar com o carro o máximo de tempo possível (5 anos para mais, inclusive esse é um dos GRANDES motivos que estou escolhendo o mini, pois seus modelos são atemporais e não passam por grandes mudanças de designe externo) 3 dúvida- quantos km ao máximo vcs acham que o Mini Countryman suporta? O que busco no carro: -Economicidade no dia a dia (manutenção, custo beneficio bom na gasolina, imposto e custos no geral que tiver relacionados ao carro) *excluindo o preço da compra, que será um presente. -Carro que aguente rodar bastante, como descrevi acima. -Que não passe por grandes mudanças de designe externo, e que eu consiga ficar um bom tempo com ele. 4- Minha GRANDE DÚVIDA, é se este carro se enquadra nas minhas necessidades. O que vocês acham? Tem outra marca/modelo melhor em mente? (Minha 2 opção é: Hr-v seminova, 3 opção: lancer novo e 4 opção: asx awd usada meados de 2013) caso tenham sugestões, apenas dizer (: Enfim pessoal, conto com a ajuda de vocês para decidir se é o carro ideal ou não na minha situação! *foto ilustrativa*
  6. Mini Cooper S 2015

    Antes que se assustem, não, este carro não é meu. Minha namorada comprou recentemente (logo após a minha aquisição do Golf TSI) um MINI Cooper S Exclusive 2 portas. Mesmo não sendo meu, achei interessante trazer aqui pra “garagem”. Ela acabou optando pelo modelo S frente ao tradicional Cooper, não somente pelo motor, mas pelo acabamento externo e interno. A diferença de preço entre as versões justificava o ganho. É como se trocasse o Golf TSI pelo GTI injetando apenas R$10.000 a mais. Começando pelo acabamento, temos dois pontos a olhar: externa e internamente. Externamente, o carro é lindo. Encaixes e linhas curvas perfeitas, lanternas e faróis completamente em LED, escapamento duplo cromado. A porta é como dos modelos cupês, sem estrutura ao redor do vidro. É um carro que surpreende ao vivo. Internamente, embora pequeno, é muito bonito e com design do painel singular. Toda a parte superior é soft touch, com acabamentos em black piano. O volante, melhor que já dirigi dentre os carros urbanos, é simplesmente perfeito - pequeno, boa pegada e couro perfurado com costuras vermelhas, vindo do John Cooper Works! Os bancos possuem acabamento em couro e detalhes em alcantara, abas laterais que agarram o motorista e passageiro nas curvas, macio. Também está entre os melhores bancos que já usei, sendo melhor que o do Golf e C180 por exemplo. É um banco para pessoas magras… gordinho ou bombado sofre! Para ligar, basta pressionar o botão START como de um avião. No centro do painel uma multimídia igual aos BMW, muito completa. Ao redor, um semi-círculo de LED que muda de cor de acordo com a função selecionada, dando feedback a alterações dos parâmetros da multimídia/carro. Luzes ambientes de várias cores selecionáveis complementam o visual interno. Em relação a espaço interno, é apertadinho. Pode levar, com alguma dificuldade, quatro pessoas. Digo com dificuldade porque para entrar é aquele velho esquema de acrobacias de um carro 2 portas. O porta malas é pequeno, mas também suficiente para viagem de um casal. Ao dirigir pela primeira vez, não acreditei. Imaginei um carro forte, mas não como ele é. Este MINI é um monstro. Sem se guiar pelas especificações é possível dizer que acelera mais forte que seus irmãos da BMW. O câmbio também funciona perfeitamente, semelhante ao DSG, mas automático. A suspensão é dura, de verdade, mas este é talvez o segredo da sua agilidade em curvas. O carro freia de acordo com o quanto acelera. A estabilidade do carro é provavelmente o ponto mais forte, principalmente em velocidades de até 150 km/h. O carro é totalmente agarrado no chão, e não rola a carroceria. Curvas fechadas são encaradas com facilidade e até assusta a princípio. Acho que é o carro ideal pra se divertir em track days sem saber dirigir bem. Entrega uma performance assustadora com um desempenho mágico nas curvas. Dentre o que me surpreendeu, algo que considero especial é o câmbio. Como não é de dupla embreagem, nem ZF das BMW, não esperava um câmbio esperto e inteligente, duas qualidades que ele tem. Não existe retenção burra de marchas como no Golf, e a velocidade de troca é quase a mesma, sendo um pouco mais tolerante com as trocas perto do giro máximo. Existe ainda um modo S do câmbio, acessível em todos os modos de dirigibilidade do veículo. A troca manual é feita do jeito certo, o que achei incrível… sobe marcha puxando, reduz empurrando, como deve ser. O interessante de observar desde já é que o MINI se comporta como 3 carros diferentes, a depender do modo de condução, selecionado na base da manopla de câmbio. É um dos carros onde essa alteração de comportamento é a mais notável. Os parágrafos acima se relaciona com o modo MID. O modo GREEN, além de tornar o carro mais econômico, é o mais coerente de ser usado na cidade. Ele amansa a fera de uma forma geral, mudando o comportamento do motor e chassi, com alteração da resposta de acelerador, acerto de suspensão e etc. O carro se torna mais confortável na buracada brasileira e com acelerações mais contidas. Existe até uma espécie de jogo, com dicas para uma condução mais “eco friendly”. A economia real em combustível não é enorme, mas existe. No modo SPORT, o carro se modifica ficando ainda mais agressivo. A resposta do acelerador é muito maior, surge um lindo ronco do escapamento, acompanhado de pipocos nas reduções, a suspensão se torna ainda mais rígida, assim como a direção. É o modo que todos gostamos de dirigir, mas incompatível com a cidade. Aceleração e retomadas inacreditáveis na estrada. O consumo é de certa forma melhor que imaginava. Em uso urbano, variando entre GREEN e MID, o carro marca 12 km/l na mijolina em trajetos curtos. Na estrada fez 11 km/l. Ainda não viajamos com educação, sempre pisando forte e no modo SPORT. Afinal, o bicho está apenas com 660 km rodados, então tem muito o que brincar ainda! Em termos comparativos, imagino que muitos aqui optariam pelo Golf GTI se considerar o valor. Ainda assim, eu não consigo imaginar o GTI sendo tão divertido de guiar quanto este pequeno monstro. É um carro de nicho e com toda certeza vende muito para mulheres, pelo visual, mas diria que é um carro a se considerar nesse preço. A diversão é máxima!! Go karting! Espero que gostem. Qualquer dúvida, estamos (eu e ela) aqui para responder! Valeu!
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