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Encontrado 3 registros

  1. Primeira rotação: Toyota Camry 2018

    Fonte pode ser conferida aqui. De 21 de junho de 2017. Em primeira mão aqui para vocês, logo sendo postado no meu blog Driving N' Reading. ATENÇÃO: ESTE TEXTO PODE HAVER ERROS DE TRADUÇÃO (OU MESMO DE PORTUGUÊS) POIS O AUTOR POUCO SABE SOBRE A LÍNGUA. CORREÇÕES SERÃO BEM-VINDAS. Confortável, espaçoso, confiável e eficiente e barato de manter (nos EUA, é claro), o médio da marca (usando padrões do EPA) ainda é um carro muito bem-sucedido no mercado, onde nesse segmento o destaque continua para ele e seu rival Honda Accord. Nesse ano ele estreia a oitava geração e abaixo a avaliação curta da mídia Consumer Guide. Toyota Camry XSE 2018 O Camry da Toyota tem sido o carro mais vendido em grande parte das últimas décadas, e seu redesenho de 2018 o traz atualizado com os principais rivais da classe. No entanto, provavelmente não vai contar o tipo de números de vendas que conseguiu acumular no passado. Isso não é devido a qualquer falha no novo Camry, no entanto. Pelo contrário, é uma coisa sociológica. A menos que você tenha acabado de se arrastar para fora de uma caverna, provavelmente você percebeu que os utilitários estão todos raivosos hoje em dia. Na verdade, os utilitários compactos¹ superaram os médios como o segmento mais vendido há alguns anos atrás, com muitas dessas vendas saindo de bolsos de carros médios. Portanto, os anos de vendas da Camry em seu recente ritmo anual de 400.000 unidades provavelmente são história. Modelos esportivos SE e XSE ficam com a frente desenhada mostrada no carro branco do topo, enquanto modelos L, LE e XLE ficam com o mesmo visual do carro acima Mas muitas pessoas ainda preferem carros, e nossa prévia do Camry de oitava geração - deve começar a vender no próximo mês - revelou que ainda é um veículo estelar. Dimensionalmente, o Camry é cerca de 2,5 cm mais longo em um entre-eixos 5 cm mais longo. O estilo é novo, com mais vincos ao redor da carroceria, sendo o objetivo geral uma presença mais agressiva. A aparência frontal difere entre os modelos, com as versões "padrão" L, LE e XLE, obtendo uma grade larga e baixa, enquanto o SE e XSE mais esportivos obtêm uma grade mais estreita e flanqueada por "cavidades" pretas. O topo de linha XSE (topo) oferece aerofólio traseiro, quatro saídas de escapamento, e um teto preto que flui para um vinco na coluna C. Um aspecto não-usual do Camry foi tocado na apresentação do produto. Enquanto a maioria dos veículos são direcionados para um restrito público, a Toyota diz que vai para compradores "de 16 a 86". E, de fato, com três diferentes motorizações e dez níveis diferentes de acabamento, parece haver um Camry para praticamente qualquer um. O novo adicionado modelo básico L começa a partir de $24 380 incluindo frete. Enquanto é um pouco mais que a versão LE listada no ano passado, a lista de equipamentos da versão L é impressionante. Além disso, o que já se tornou um recurso esperado, ele acrescenta significativamente o Toyota Safety Sense-P, um conjunto de itens de alta tecnologia que inclui aviso prévio de colisão e mitigação com detecção de pedestres, alerta e mitigação de mudança de faixa, faróis de facho alto automáticos e controlador de velocidade adaptativo. Ele também vem com uma tela sensível ao toque de 7 polegadas, o sistema de entretenimento da Toyota Entune 3.0, uma câmera traseira de manobras e assentos dianteiros com ajuste elétrico de 6 modos - tanto para motorista quanto para passageiro - com o assento do motorista obtendo o ajuste lombar elétrico. No entanto, ao contrário dos outros modelos, o L não possui um banco traseiro rebatível e não oferece opcionais. Notável item de série no Camry 2018 é o Toyota Safety Sense-P. Outros detalhes disponíveis incluem câmera de 360º, leituras individuais de pressão de pneus, freio de estacionamento eletrônico com modo Brake Hold e projeção de tela no para-brisa. Adicionados ao LE ($24 885) são rodas de alumínio de 17 pol substituindo as rodas de aço de 16 pol da versão L², assim como um banco do motorista com ajustes elétricos em 8 modos (adicionando uma almofada inclinável), e banco rebatível com divisão 60/40 (bipartido). Mas o real apelo é que isso também faz disponível um número de opções desejáveis, incluindo o Convenience Package (acesso ao carro e partida sem chave, transmissor Homelink, e espelho retrovisor interno com bússola e eletrocrômico), Audio Package (carregamento sem-fio Qi, tela sensível de 8 polegadas, toca CD's³ e rede WiFi), teto solar elétrico e alerta de ponto cego e de tráfego pela traseira do carro. Interiores cinza e bege de dois tons (topo) estão disponíveis no lugar de interiores exclusivamente pretos, mas somente o XSE V6 pode ter o vermelho claro O SE de $26 085 é um modelo de tema esportivo que tem uma frente distinta, rodas de 18 pol, dupla saída de escapamento cromada e ar-condicionado com controle automático de temperatura, e oferece os mesmos opcionais que o LE. Indo mais acima, o novo XSE estende o foco esportivo do SE, enquanto o XLE é mirado em compradores de luxo(4). Ambos estão disponíveis com o motor 2,5 litros de quatro cilindros em linha que equipa todas as versões, mas exclusivamente oferece versões com um 3,5 litros V6. (Mais sobre eles em breve) XSE ($29 885 para o quatro-cilindros, $35 835 para o V6) adiciona os itens do anteriormente mencionado Convenience Package mais ar-condicionado com duas zonas de ajuste, revestimento em couro, bancos dianteiros com aquecimento, banco dianteiro do passageiro com ajustes elétricos de 8 modos, modos Eco/Normal/Sport, projeção de tela no para-brisa, e retenção de freio, que permite o motorista remover seu pé do freio ao sair do Drive - conveniente enquanto estiver esperando em longas filas de carros (o freio é automaticamente desativado quando o acelerador é pressionado. Versões V6 também adicionam elementos do Audio Package, e exclusivamente oferece quatro saídas de escapamento e o opcional teto preto "sobreposto" (a cor vai até a coluna C) e interior vermelho em dois tons. Híbridos são identificados majoritariamente por esses emblemas; note o fundo azul no logo da Toyota. XLE tem preço e equipamentos similares ao XSE, mas sem os recursos "exclusivos" do XSE. Como antes, o 2,5 litros quatro-cilindros é padrão, mas a potência aumenta de 178 cv para 203 cv (206 no XSE), enquanto o consumo medido pelo EPA aumenta em 1,7 a 3,4 Km/l [nota do tradutor: quer dizer, a economia aumenta nessa proporção] é de 12,3/17,4 Km/l no modelo L (cidade/estrada), 11,9/16,6 Km/l no LE, SE, XSE e XLE. O 3,5 V6 da mesma forma ganha mais potência, pulando de 268 cv para 301 cv, e as medições do EPA aumentam levemente para 9,3/14 Km/l (9,3/13,6 Km/l no XSE). Em todos os modelos movidos a gasolina, uma transmissão automática de oito marchas substitui a de seis marchas. Híbridos permanecem na linha - oferecido nos acabamentos LE, SE e XLE - e também conseguem mais potência e economia de combustível: uma potência combinada de 208 cv (de 200) e classificações do EPA de 21,7/22,5 Km/l no modelo LE, 18,7/20 Km/l para os demais (melhora de 0,8 a 4,7 Km/l). O modelo LE usa um pacote de bateria de iões de lítio; os outros usam uma bateria de níquel-metal-hidreto. Os bons botões e comandos antigos ajudam a tornar o sistema de entretenimento bastante fácil de ajustar, e também servem bem para os comandos de ventilação e de ar-condicionado. Como antes, Camry é muito espaçoso dentro, embora motoristas esguios possam desejar mais espaço na cabeça. Visibilidade é muito boa para as colunas da frente, boa para as colunas laterais e traseiras. Materiais de interior são compatíveis com o preço, com muitas superfícies almofadadas e combinações disponíveis de dois tons. O sistema de áudio básico usa uma tela sensível de 7 polegadas rodeada com comandos de volume e sintonização com oito botões, e há 36 botões de predefinição de estação virtual que podem ser percorridos na tela. O sistema de navegação de série padrão Scout usa o seu celular conectado, e requer um sinal de celular para funcionar. Padrão nos V6s e opcional nos demais exceto na versão L é um sistema de entretenimento aprimorado que inclui um toca CD's e navegador com GPS. Ambos foram bastante fáceis de operar, o que não pode ser dito para todos esses sistemas. Os controles de ventilação e ar-condicionado também eram fáceis de usar. A tampa do porta-malas abre de maneira ampla para facilitar o acesso ao suporte de carga de bom tamanho, mas as dobradiças mergulham na área de carga e as costas dos encostos traseiros dobrados (padrão em todos, exceto a L), ficam sete centímetros acima do chão do porta-malas. Espaço para objetos no interior é bom, destacado por um grande porta-objetos no console, uma larga e coberta bandeja de console com entradas auxiliar e USB e tomada 12 volts, e um porta-objetos do lado esquerdo. O porta-malas é amplo na parte traseira e muito espaçoso, e embora a tampa abra para criar uma grande abertura, suas dobradiças tipo "pescoço-de-ganso" mergulham um pouco no espaço de carga. Além disso as costas dos encostos traseiros dobrados ficam cerca de sete centímetros acima do nível do chão do porta-malas, tornando mais difícil deslizar itens longos para frente. Embora o modelo híbrido anterior tenha sacrificado algum volume do porta-malas e a maior parte da área de passagem do porta-malas para sua bateria, o modelo 2018 tem essencialmente o mesmo espaço que os modelos a gasolina, pois a bateria está montada no túnel central. Os modelos quatro-cilindros obtêm uma boa resposta ao pisar totalmente no acelerador, e a transmissão reduz rapidamente para obter mais potência; a maioria das pessoas provavelmente achará esse conjunto perfeitamente adequado. Para aqueles que querem mais, as versões V6 são visivelmente mais rápidas - muito fortes, na verdade -, mas essa força é paga na hora de abastecer (e no preço inicial). Um breve teste em um modelo híbrido mostrou que era um pouco menos disposto em aceleração inicial do que qualquer um de seus irmãos movidos a gasolina, mas respondeu bem em acelerações nas entradas de velocidade, embora os resultados nem sempre fossem perfeitos. Não tivemos a oportunidade de medir o consumo, mas as estimativas da EPA - especialmente para o LE híbrido - são estelares. Embora os sedãs sejam uma venda difícil nos dias de hoje(5), aqueles que ainda estão no mercado em busca de um médio devem encontrar no Toyota Camry um excelente exemplo que oferece muito valor para o dinheiro. E embora os volumes de vendas possam não corresponder aos do passado, o Camry provavelmente continuará a desfrutar da primeira posição. O redesenho do Camry traz um novo visual e novos recursos que o tornam uma escolha forte na classe altamente competitiva dos médios. (6) ¹ Utilitários compactos são carros que, aqui no Brasil, seriam considerados médios, exemplificando Honda CR-V, Subaru Forester e Toyota RAV4. ² Você se incomoda em ter um Camry com calotas? Eu não. ³ Toca CD's? (4) E desde quando Camry é carro de luxo nos EUA? (5) Porque eles não viram ainda como é o mercado brasileiro (6) Aqui fiquei em dúvida se eles estão falando da classe média de carros ou a classe média referente ao padrão de vida de uma determinada fatia da população
  2. Há estadunidenses que falem que carros europeus não são tão confiáveis e que são carros sofisticados demais comparados aos de marca japonesa (apesar de carros como o BMW X1 ser importado de Santa Catarina), mas isso não se torna tão relevante ao ver os carros do segmento de luxo mais vendidos no ano passado. Apesar de Lexus, Acura e Infiniti ainda terem uma posição em destaque, é fato que os europeus na prática já atendem à uma demanda no mercado. E é isso que você irá conferir aqui. #10 BMW Série 5: 32 408 unidades vendidas Preços à partir de U$52 195 #9 BMW Série 4: 35 763 unidades vendidas Preços à partir de U$43 145 #8 Audi A4: 36 987 unidades vendidas Preços à partir de U$35 850 #7 Acura TLX: 37 156 unidades vendidas Preços à partir de U$32 850 #6 Lexus IS: 37 289 unidades vendidas Preços à partir de U$38 800 #5 Infiniti Q50: 44 007 unidades vendidas Preços à partir de U$34 855 #4 Mercedes-Benz Classe E/CLS: 50 896 unidades vendidas Preços à partir de U$53 075 #3 Lexus ES: 58 299 unidades vendidas Preços à partir de U$43 375 #2 BMW Série 3: 70 458 unidades vendidas Preços à partir de U$33 445 #1 Mercedes-Benz Classe C: 77 167 unidades vendidas Preços à partir de U$40 425 A fonte das imagens e dos números de vendas você pode ver aqui. Deixe sua opinião abaixo!
  3. Carro nos EUA é mais barato, mas manutenção é mais cara Mão de obra custa mais do que no Brasil para carros médios. Para carros 'de luxo', preço de peças é muito menor. Denis Marum Especial para o G1 Tweet12 comentáriosConcessionária de carros da Toyota na Flórida, nos Estados Unidos (Foto: Denis Marum/G1)Vira e mexe o alto preço dos carros no Brasil é destaque no noticiário e, muitas vezes, os valores são comparados aos dos Estados Unidos, onde um mesmo modelo de automóvel custa menos devido a fatores como impostos menores, eficiência de produção e a competitividade de um mercado dez vezes maior que o nosso. Mas, quando o assunto é manutenção, a história é outra: a mão de obra nos EUA é “salgada”. No mês passado, rodei aproximadamente 1.000 km na Flórida, visitando concessionárias, para entender as diferenças entre manter um carro no Brasil e manter um carro nos EUA. Comparando com o Brasil, percebemos que a mão de obra em concessionárias dos EUA é mais cara para veículos médios e empata nos carros de luxo. Veja abaixo alguns exemplos de valores: - O proprietário de um Ford Focus paga pouco mais de R$ 220 por uma hora de reparo mecânico. No Brasil, são R$ 140; - Quem possui um Corolla nos EUA paga R$ 270 para a concessionária Toyota pela mesma hora de trabalho. No Brasil, são R$ 180; - Uma hora de reparo de um Mercedes na Flórida sai por R$ 340. No Brasil, R$ 350. Um bom mecânico nos EUA recebe, em média, R$ 7 mil de salário, contra os R$ 3 mil no Brasil. Isso significa que o consumidor americano paga mais pelo serviço, mas o dinheiro chega ao bolso do funcionário. Vale observar que, nos EUA, os encargos trabalhistas são menores, em média 8,75% contra os 57,56% praticados no nosso país. Suspensão quebra menos Perguntado sobre quais são os serviços de manutenção mais frequentes, um consultor de serviços da concessionária Tropical Ford, de Orlando, respondeu “óleo, freio e pneus”. E que, fora isso, não há uma peça ou sistema que costume apresentar mais problemas do que outros. Já no “ranking” brasileiro, pela minha experiência, os problemas de suspensão chegam a ser mais frequentes até que os de pneus. Ruas de Naples, nos EUA: asfalto impecável (Foto: Denis Marum/G1)Nos EUA, a suspensão quebra menos devido à qualidade do asfalto, que dá sobrevida a amortecedores, batentes, buchas, pivôs e terminais de direção. Tanto nas estradas quanto das ruas das cidades, toda obra viária segue normas rígidas de construção; não se vê tampas de ferro desniveladas ou mesmo ondulações ao lado dos pontos de ônibus. Lombadas e tartarugas são raras e, quando aparecem, são normatizadas, todas com as mesmas dimensões. A cidade de Naples, por exemplo, parece um condomínio fechado, de tão padronizada. Mas e se quebrar? Quanto custa? Quatro amortecedores originais de um Ford Focus 2013 custam US$ 600, com mais US$ 135 de alinhamento e balanceamento, totalizando US$ 735, pouco mais de R$ 1.650. No Brasil, você paga 13% a mais, R$ 1.866, pelo mesmo pacote. Concessionária da Ford não relaciona suspensão entre principais serviços de manutenção (Foto: Denis Marum/G1)Um Toyota Corolla 2013 2.0, por exemplo, gasta US$ 30 para trocar o óleo do motor, que é mais barato nos EUA, assim como todos os derivados de petróleo. Para trocar pastilhas e discos de freio, são mais US$ 211, totalizando cerca de R$ 525 por esses dois serviços. Pelos mesmos itens você pagará 17% em uma concessionária no Brasil. Na Flórida, como em outras regiões dos EUA, as cidades são planas, há poucos prédios e muitas casas e o automóvel é o principal meio de transporte. É preciso usar o carro para tudo: mercado, farmácia, shopping... Isso acaba aumentando rapidamente a quilometragem e levando a trocar pneus, óleo, filtros e pastilhas do freio com mais frequência. Mercedes Classe C em loja nos EUA: peças são mais baratas que no Brasil (Foto: Denis Marum/G1)Carro 'de luxo' Para carros considerados de luxo no Brasil, os preços de peças nos EUA chegam a ser até seis vezes menores em relação aos praticados nas concessionárias nacionais. Claro que o mercado de lá é muito maior que o nosso, o que implica no barateamento de custos de produção e de estoque. Porém, impostos e o lucro abusivo de algumas revendas brasileiras desanimam qualquer um a fazer manutenção em uma concessionária de importados. Um exemplo: quem tem um Mercedes Classe C 250 nos EUA paga, nos quatro amortecedores, US$ 2.970, aproximadamente R$ 6.700. Atualmente as peças, assim como o carro, são importados para o mercado americano, mas neste ano a fábrica em Tuscaloosa, no Alabama, deve começar a produzir a nova geração do modelo, o que poderá até reduzir custos em algum momento. Já no Brasil, o conjunto sai atualmente por R$ 42.502 (634% mais caro). Porém, apesar do preço atraente, não pense em comprar peças nos EUA e jogar na mala para trazer, pois a Receita Federal não permite. Vale lembrar que o Classe C também será fabricado futuramente no Brasil, a partir de 2015. Outras marcas de luxo, como BMW e Jaguar/Land Rover também passarão a produzir no país. Quem sabe, então, as peças aqui passem a custar menos.. Em resumo, o que ocorre nos EUA é que, nos carros médios, a diferença no preço de peças para o Brasil é pequena, mas, se o serviço exigir muita mão de obra, é capaz de ficar mais caro lá. Já nos carros aqui considerados de luxo a situação se inverte: o preço de peças no Brasil é desproporcional. Dono de oficina em São Paulo, Denis Marum é formado em engenharia mecânica e tem 29 anos de experiência com automóveis. Nesta coluna no G1, dá dicas sobre cuidados com o carro.
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