cmartin

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  1. Para quem está pegando o Renegade, vem aí a linha 2018 à partir d 1º de setembro com novidades relevantes, por exemplo, diferenciação da versão PCD para a 1.8 MT que passará a se chamar custom. Também termos os modelos Diesel mais baratos sendo uma boa opção para quem quer apenas o desconto de IPI. https://br.motor1.com/news/176821/jeep-renegade-2018/
  2. Consta no documento a data de "vencimento" da intrasferibilidade (por ex. Dezembro/2017). Ao vender, o comprador só conseguirá transferí-lo depois de dezembro/2017. Se vc vender antes (em outubro) ele só vai conseguir transferir depois de dezembro, ou seja, vai pagar a multa por ficar 30 dias sem trasferir. Isso consta automático no Detran e baixa à partir desta data (de exemplo dezembro 2017).
  3. O Etanol era para ser um projeto de combustivel alternativo com subsídio do governo, que alavancaria a indústria deste produto e o tornaria uma alternativa de independência em combustível para o Brasil, além de ser inovação nesta área, exportando tecnologia. Desta forma os carros serem movidos a este combustivel ou serem flex, também seriam garantia de inovação, pioneirismo, e tudo mais para o país. O que se vê hoje é um combustível economicamente mais caro que a Gasolina, com o preço atrelado ao petróleo, pois ele é transportado pelo país sobre caminhões à diesel e por fim, a ganancia dos usineiros. Sobre os carros Flex, as montadoras tiram vantagem pelo veículo a Etanol ter imposto menor que o à gasolina (apenas) o que faz com que o carro seja vendido pelo mesmo preço (que se fosse gasolina) aumentando o lucro da montadora.. e só. No mais, o carro flex gasta mais (gasolina) do que se fosse exclusivamente neste combustível, e o governo ainda usa etanol para "batizar" a nossa gasolina, tornando a eficiencia ainda menor.. ou seja, o Brasil é o país do engodo e da ineficiencia como sempre, e quem paga por isso é a população.
  4. Ao meu ver isso é bom (como estamos no tópico Renegade e Creta) esses 2 carros serão vendidos no futuro baseado na tabela Fipe do modelo automático de entrada. No caso do Jeep hoje o Sport AT está com a Fipe 70 k, ou seja, bem acima do que pagamos pelo modelo. O seguro do meu tb foi feito baseado na Fipe do Sport. Ao meu ver ainda estamos tendo vantagem com esta política.
  5. Eu falei "Este modelo" da tracker, que nada tem a ver com a Tracker/Gran Vitara da Suzuki... visto que esta tracker/Suzuki existe desde 2003 no Brasil tinha até o modelo diesel. Mas o foco da questão (que concordamos) as montadoras tradicionais (ao meu ver VW, Fiat, Ford e GM) não tem muito respeito pelo consumidor com algumas políticas tipo: 1. Tirar modelos de linha rapidamente - Sonic, Agile, Bravo, e outros.. enfim 2. Política de opcionais: Você compra um gol 1.0 e ele pode ser pelado ou completo. Na hora de revender a Fipe vai lá embaixo e se baseia no básico. Quem comprou completo tem uma perda imensa. Diferente de um honda ou toyota que os carros não tem ou muito poucos opcionais. Na hora de vender um modelo é balizado de forma equilibrada. 3. Preços absurdos por porcarias, e manter modelo velho junto com modelo novo: Ex. Gol G4, Pálio Fire, Onix Joy, Fiesta Rocam, Old Tucson (concorrendo com Ix35 e New tucson)... tudo isso é um lixo de políticas praticadas. 4. Correto para mim são carros de classe mundial, que chegam aqui no máximo 1 ano após ser lançados mundialmente. Vide Toyota, Jeep, Honda, Audi, Nissan, enfim, os preços também são absurdos, mas temos um mínimo de qualidade no que adquirimos.
  6. http://www.car.blog.br/2016/11/volkswagen-jetta-deixa-de-ser-produzido.html O Blog não é dos mais confiáveis, pois puxa muito a brasa pra VW, mas acho que é verdadeiro este caso.
  7. Jetta é importado do méxico... não tem nenhuma isenção.
  8. Esse modelo da Tracker existe desde 2013 no Brasil. Por ser importada (e não vender quase nada) a GM não se importaria em tirar de linha... Vide fatos como Agile (2011 a 2016) Sonic (menos tempo ainda).
  9. Penso que o raciocínio é inverso: As montadoras se aproveitaram de uma "brecha" na lei para poder vender mais carros (vendas diretas em geral ou PCD) e mantém o preço de mercado em relação à concorrência. O que mudaria para a montadora vender um Captur ou 308 idêntico ao PCD por 70 mil? 1. Menos lucro por unidade, mas continuam tendo lucro. Só no Brasil é que ele é exorbitante, na faixa de 15% por carro. Em qq mercado decente o lucro é em torno de 5%. 2. Estariam "queimando" o carro em relação à concorrência. Hoje qq SUV automático não sai por menos de 80 mil. Então, as montadoras não querem dar o braço a torcer ou parecer que o carro deles é inferior ao da outra marca. Por isso fazem uma venda "velada" direta,com preço promocional. Estão ganhando muito dinheiro, mantendo a produção e as concessionárias funcionando e quando a crise amenizar, para o público geral o carro custa 80... Podem crer que todos esses carros entre 80 e 90 mil no mercado nacional hoje não valem mais que 70... 60 talvez... já com um bom lucro das fábricas embutido.
  10. Ao trocar as rodas vc precisa fazer o balanceamento apenas, visto que o alinhamento é um ajuste de suspensão (não de rodas) que de fábrica já deve vir aferido 100%, então não faça alinhamento. Já sobre a roda de liga leve tem que observar se os parafusos que vem na de Aço são de comprimento suficiente, normalmente são mais curtos e vc tem que adquirir junto com as rodas (pegue a informação com quem lhe vender) os parafusos para roda de liga leve mais compridos.
  11. Te aconselho a conhecer o Peugeot 308 que é um Hatch bem completo e vem com motor turbo... o preço sai por 48 mil também e no mercado normal o carro custa quase 80 se não to enganado.
  12. Tem que ser um laudo expedido pelo Detran (creio que aí em SP seja assim). Veja a data de validade do último laudo, mas normalmente é 2 anos. Se for mais, quem sabe consegue usar o mesmo.
  13. Se não vai ter isenção de ICMS é pedido direto na concessionária.. o prazo deve girar em torno de 60 dias que é o normal de qualquer Corolla vendido à varejo (a não ser que você compre o que está no estoque da concessionária, muito raro).
  14. A tabela é para veículos usados, enfim... conforme a lei o valor considerado é o da nota fiscal para veículos novos. Pelo menos no RS, pede se isenção de IPVA do veículo e enquanto não for pedido baixa ou transferência ela continua valendo. Vc tem que renovar a cada ano? Se sim a tabela deixa o renegade fora como usado.
  15. Pelo que vi no link, carros novos com nota fiscal até 55 mil são isentos... desta forma qualquer um vendido com as duas isenções ficam no máximo 54.655, o que dá direito ao IPVA... sendo assim não há dúvida sobre o direito.