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Lanpenn

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Sobre Lanpenn

  • Rank
    Piloto Amador
  • Data de Nascimento 19-04-1998

Profile Information

  • Gender
    Male
  • Local
    Mococa - SP

Seu Carro

  • Fabricante
    Chevrolet
  • Modelo
    Corsa Sedan
  • Versão
    1,0 8V Milenium
  • Cor
    Prata
  • Ano/Modelo
    2001/2002

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982 visualizações
  1. Seria tão bom se existisse uma espécie de capa de banco que melhorasse o conforto do banco do motorista...
  2. Sorte dos norte-americanos que ganharam o Golf com a transmissão automática convencional.
  3. HB20 1.6 x Fiesta Se 1.6 x Peugeot 1.6

    Eu olharia o Peugeot e o Fiesta.
  4. Pessoal decidi fazer uma brincadeira com o Corsa:
  5. Hoje no sábado eu passei numa loja de carros aqui em Mococa, depois do cara estar enchendo o saco da minha mãe querendo mostrá-los. Bom que eu fiz esse favor pra ela e concluí: só tinha porcaria. Inventei que estava interessado em um e caí fora o quanto antes. Vou ver se consigo hoje fazer uma planilha dos preços das peças (mão-de-obra infelizmente não consigo estimar pela Internet) e comparar com o Corsa, de i30 e outros potenciais substitutos. Até fui procurar o manual do C3 em PDF mas infelizmente e vergonhosamente não está disponível mais (para ver o código das peças), nem na Ford. Coisas de Brasil... felizmente no caso da Fiat consegui pegar os manuais do Punto e do Bravo (parabéns por cumprir essa obrigação moral para mim).
  6. Sedan medio usado - ate 55k

    Nissan Sentra.
  7. Guia de Usados: Volkswagen Golf (7ª geração) Bonito, seguro, bem equipado e gostoso de dirigir: o hatch alemão continua sendo a referência no segmento dos médios Por Felipe Bitu access_time17 nov 2017, 15h45 Alemão em 2013, o Golf virou nacional três anos depois (João Mantovani/Quatro Rodas) Os hatches médios podem até ter saído de moda, mas o VW Golf – apesar de ter a produção ameaçada [nota do Lanpenn: tira de linha e volta então para o mexicano ou o alemão] – continua sendo uma ótima opção para quem busca um carro confortável, bem construído e com dirigibilidade suave e esportiva. Importado da Alemanha em 2013, a sétima geração sacudiu o segmento nas versões Highline (1.4 de 140 cv) e GTI (2.0 de 220 cv), ambas turbinadas, com injeção direta e câmbio automatizado DSG de dupla embreagem (7 marchas na Highline e 6 na GTI). Mais barata, a Highline oferecia ainda um câmbio manual de 6 marchas. Destaque em todos era a suspensão traseira multilink, que melhorou muito a precisão e resposta dinâmica do Golf sem comprometer o conforto. O generoso pacote de itens de série incluía ar bizona, ESP, freio de mão elétrico com Auto Hold e piloto automático. Com airbags frontais, laterais, de cortina e para joelhos do motorista, ele foi o primeiro a receber 5 estrelas (adultos e crianças) no Latin NCAP. A Highline tinha três pacotes: Elegance (navegação, chave presencial e roda de aro 17), Exclusive (couro, xenônio e DRL de leds) e Premium (banco do motorista elétrico e detector de cansaço). Com 116/125 cv, o 1.0 TSI anda mais que o 1.6 MSI (João Mantovani/Quatro Rodas) Havia ainda teto solar para Highline e GTI. Meses depois, veio a versão Comfortline, com ar convencional e sem piloto nem DRL. O primeiro downgrade do Golf foi na linha 2015, vinda do México: perdeu o freio elétrico. Em 2016, ele era fabricado no Brasil, com mais perdas. A Comfortline ganhou o 1.6 MSI (recém descontinuado) flex e aspirado, de 110/120 cv, com perda sensível de torque. A Highline manteve o 1.4 TSI, que virou flex e subiu a 150 cv. Ambas perdiam o câmbio DSG e o multilink, substituídos por um automático convencional de 6 marchas e pelo eixo de torção. Só a GTI não mudou. Mas o acabamento interno do Golf continuou superior ao dos rivais. Evite a Comfortline 1.6 MSI: a linha 2017 trouxe um 1.0 TSI mais potente e econômico, desde que o dono não se incomode com o câmbio manual de 6 marchas. A única coisa que destoa no Golf é o atendimento da rede: abaixo do exigido pelo carro, como mostrou nosso teste de Longa Duração. Onde o bicho pega Câmbio DSG não demonstra problemas crônicos (João Mantovani/Quatro Rodas) Transmissão – Apesar do ruído elevado, o câmbio DSG não tem problemas crônicos desde que não tenha sido submetido a mau uso. Na dúvida, consulte um especialista. Pneus – Procure por bolhas nos modelos equipados com rodas de 17 polegadas. O desgaste irregular pode indicar problemas de alinhamento. Os Golf com suspensão multilink também exigem alinhamento do eixo traseiro. Teto solar – Verifique se ele abre e fecha suave e silenciosamente. Estalos e trancos são indícios de sujeira ou lubrificação incorreta no mecanismo dos trilhos. Sinais de oxidação e mofo no forro do teto indicam provável infiltração de água. Recall 1 – Uma falha na bomba de combustível dos modelos produzidos entre dezembro de 2013 e maio de 2014 pode fazer com que o motor não dê a partida ou desligue em movimento, com risco de acidente. O recall engloba as unidades com chassis de EW215493 a EW400754. Recall 2 – No GTI foi constatada falha na vedação da galeria de combustível, defeito que pode provocar incêndio devido ao vazamento de combustível. A convocação abrange o modelo 2015 com chassis de FM031273 a FM049246. A voz do dono Nome: Gustavo Pulita Idade: 37 anos Profissão: gerente financeiro Cidade: Caxias do Sul (RS) O que eu adoro – “O acabamento é excepcional: o interior não faz barulho mesmo após anos de uso. Ótimo desempenho e uma dirigibilidade excelente: gostoso de dirigir, tem suspensão macia na medida certa e ótima em curvas.” O que eu odeio – “A rede autorizada costuma não dar manutenção adequada, forçando o cliente a retornar várias vezes para resolver o mesmo problema. Sem dúvida é necessário mais treinamento específico sobre o produto.” Nós dissemos Fevereiro do ano passado fizemos um comparativo envolvendo o Golf (Acervo) Fevereiro de 2016 – “Ao volante, o motor 1.6 não desaponta, apesar de não ter a mesma vitalidade do 1.4 TSI. Garante respostas imediatas ao acelerador e potência suficiente para ultrapassagens, mesmo em altas velocidades (…). Mas a sensação de menor agilidade se dá principalmente pela falta do turbo.” PREÇO MÉDIO DOS USADOS (FIPE) Modelo 2014 2015 2016 2017 Comfortline 1.4 TSI manual R$ 61.865 R$ 67.971 – – Comfortline 1.4 TSI DSG R$ 64.545 R$ 68.381 – – Comfortline 1.6 MSI manual – – R$ 68.581 – Comfortline 1.6 MSI automático – – R$ 74.855 – Comfortline 1.0 TSI manual – – – R$ 67.130 Highline 1.4 TSI DSG R$ 69.451 R$ 69.928 – – Highline 1.4 TSI automático – – R$ 91.872 R$ 97.073 Highline 1.4 TSI manual R$ 66.406 R$ 69.928 R$ 90.952 R$ 94.325 GTI 2.0 TSI DSG R$ 92.864 R$ 100.253 R$ 119.007 R$ 123.798 Preço das peças Peças Original Paralelo Para-choque (dianteiro) R$ 1.526 R$ 2.800 Farol completo (cada um) R$ 1.763 R$ 1.500 Pastilhas de freio (par dianteiro) R$ 696 R$ 210 Disco de freio (par dianteiro) R$ 3.184 R$ 420 Amortecedores R$ 5.260 R$ 2.400 Kit de embreagem R$ 3.184 R$ 4.000 Pense também em um… Ford Focus (3ª geração): Ford Focus 1.6S de 3ª geração (Acervo/Quatro Rodas) Apresentado em 2013, o Focus vem bem equipado desde as versões mais simples e tem suspensões com acerto mais rígido que o do Golf, além de uma direção mais firme e direta. Esse perfil mais esportivo combina bem com o motor 1.6 flex de 131/135 cv e melhor ainda com 2.0 de injeção direta, com 175/178 cv. Deixe sua opinião abaixo! O link pode ser conferido aqui. Eu compraria o modelo mexicano ou alemão com transmissão manual. Por evidência anedótica o marido de minha prima teve de fazer um reparo na transmissão do dele (na garantia eu creio), que era um Highline alemão.
  8. Que bacana, queria ter tido essa oportunidade... podia escolher uma das mulheres da foto para levar no teste com o R8? Já entrei em um R8 (o da foto é um Spyder em uma concessionária de West Palm Beach), muito bem-acabado e caprichado. Pena que somente serviu para a foto de perfil... o R8 com transmissão manual deve ser um espetáculo.
  9. VW Virtus 2018

    Só achei o interior um tanto pobre, apesar de não ter entrado em um (ainda). Ainda estou pensando em conhecer o Polo novo lá na Taba mas estou quase desistindo porque o percurso deles é uma vergonha de lixo. Sinto falta da faixa de tecido que cobria as portas nas anteriores gerações... Na quarta e... ... na quinta. Pelo jeito deixaram só plástico rígido mesmo (este da foto abaixo é o vendido na Europa). Além disso colocaram muito baixo os difusores de ar centrais, tentando priorizar a central multimídia. Mas dá para ter bom acesso na central e bom posicionamento dos difusores, coisa que eles acabaram não priorizando muito... *fotos tiradas do site Parkers UK
  10. Auto-serviço Autodefesa: embreagem do Toyota Etios dura pouco, dizem donos Sistema antigo de embreagem utilizado no compacto chega a durar menos da metade do tempo em comparação com demais modelos da marca Por Waldez Carmo Amorim access_time15 nov 2017, 19h06 Priscila: “Parecia uma porta rangendo” (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas) São comuns casos de embreagens que duram mais de 100.000 km no Corolla e até 200.000 km na Hilux. Pena que o mesmo não se aplica ao Etios, que segundo alguns proprietários mal chega a 50.000 km. A razão estaria na tecnologia empregada: enquanto os dois primeiros têm embreagem hidráulica, o compacto é equipado com o sistema por cabo. “No Etios, a Toyota voltou no tempo e passou a usar cabo de embreagem, fonte de reclamações, porque o cabo lasca, solta fios”, explica Hilton Vinicius Venzon, consultor técnico da Toyosul, oficina especializada em Toyota de Porto Alegre (RS). “Esse sistema não é usado nos outros modelos da marca desde 1993.” Quem sentiu na pele a baixa durabilidade da embreagem do Etios foi o aposentado José Luiz Mancilha, de Porto Alegre (RS). “Percebi o problema aos 30.000 km, porque o carro patinava muito nas arrancadas. Depois disso, só piorou. O pedal foi ficando muito duro e tive de trocar, o que me custou R$ 2.600”, conta o proprietário de um Etios XS 2013. Foi esse sintoma que indicou ao bancário Carlos Alberto Machado, de Fortaleza (CE), que a embreagem de seu Etios Sedan 2014 chegara ao fim. (Reprodução/Quatro Rodas) “Desde os 30.000 km eu me queixo à concessionária que a embreagem está dura. Na revisão dos 40.000 km, constataram que a peça precisava ser trocada. Como a garantia não cobria, tive de pagar o conserto”, diz Carlos. “Na internet, encontrei vários casos de carros com menos de 20.000 km com problemas na embreagem.” Outra característica comum é a trepidação do pedal e os ruídos em excesso no sistema, como relembra a jornalista Priscila Queiroz, de São Paulo (SP). “O barulho estava bem esquisito, parecia uma porta rangendo. Dava a sensação de que o cabo ia arrebentar. A autorizada disse que isso era comum acontecer”, afirma a proprietária de um Etios 2014. Procurada, a Toyota do Brasil respondeu que os veículos dos proprietários consultados na reportagem foram reparados sem custo. O POVO RECLAMA “Já troquei embreagens com menos de 30.000 km rodados.” Hilton Venzon, especialista em mecânica Toyota, Porto Alegre (RS) “Quando relatei os estalos nas arrancadas, a autorizada alegou que era problema de lubrificação. Quando o pedal começou a tremer, disseram que era desgaste da peça e que a garantia não cobria.” Francisco Garcia, representante, Curitiba (PR) “Por causa do problema da embreagem que patinava demais, preferi vender o carro.” Kazuyuki Fukamizu, engenheiro, São Paulo (SP) Caramba, que vergonha a embreagem desse carro... Acho que irei descartar a compra dele. Sei que pode aparecer ainda quem vai justificar ou falar que é exceção... (aqui eu creio que não mas no Reddit americano eu já peguei praticamente ódio do pessoal de lá, principalmente do subreddit /WhatCarShouldIBuy, vou poupar adjetivos indevidos aqui). Pode parecer até evidência anedótica (o que geralmente usam com outras marcas e modelos de carros) mas isso já me deixa cético quanto ao carro (vou sempre me lembrar do PHAER de quando ele precisou trocar a caixa de direção do carro que, fora da garantia, teria um custo considerável). E olhem que eu gosto da linha da marca, principalmente do Camry, só que eu tento não ser fanático por nenhuma marca ou modelo de carro. O link original pode ser conferido aqui. Deixe a sua opinião.
  11. Atualizações: minha mãe sugeriu que levássemos os C3's cujos ela tiver interesse, lá da cidade de Ribeirão Preto, para serem inspecionados pela rede autorizada da Citroën de lá. Acredito que seja a Indépendance. Achei esses dois C3's: C3 Origine C3 Tendance Tem outros carros que achei legais e vou listar aqui: Provavelmente é o Fiesta topo-de-linha mexicano Kia Picanto Esse Etios pelo menos tem o painel de instrumentos já melhorado, por algum motivo minha mãe acha esse carro bonito. Etios de novo C3 Exclusive Peugeot 208 Fiesta Rocam C3 Attraction Parece plausível esse Idea Adventure, mas não gosto desse estepe. Já andei em um como carona e o carro é confortável ao extremo. Deve beber muito e o acabamento talvez seja pior que o do Corsa. Não sei se o 500 é um carro confiável. Ao menos é simpático. Mas é só para duas pessoas. Fiesta mexicano de novo. Prefiro tecido. Bom já anunciei o Corsa aqui mesmo. Interessados confiram lá por favor.
  12. Primeiro carro

    O 308 é um bom carro se você dispensar a caixa automática AT8 (motor 2,0 litros ou 1,6 litro). Pensaria, se fosse em um com transmissão automática, em algo como um Fit 1,5.
  13. Amanhã irei para a cidade, mas é para fazer o ingrato exame da UNESP (irei passar a tarde fazendo a prova)... e então terei por volta de um mês até a próxima vez (terei ainda que fazer o exame do IFSULDEMINAS em dezembro, esse é mais tranquilo). O Linea me parece também um bom carro (pelo menos também tem taxista que usa), o problema é que minha mãe não quer mais sedã... Vou anunciar o Corsa aqui para vocês também no fórum lá na seção de vendas. EDIT: Quem souber de uma boa oficina para fazer uma inspeção geral no veículo me fale. Infelizmente sou incapaz de analisar coisas como estado de suspensão e afins.
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