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  1. O Tim Schrick compartilhou essa entrevista no FB sobre os veículos elétricos, achei interessante e traduzi: Quase todos os fabricantes de automóvel estão colocando em paralelo a motores de combustão interna veículos elétricos e híbridos, alguns até completamente. O famoso desenvolvedor de motores Friedrich Indra tem uma idéia totalmente diferente. Ele vê a mobilidade elétrica como um caminho perigosamente errado. Quase todos os fabricantes de automóvel investem bilhões no desenvolvimento e veículos elétricos e híbridos. Apesar disso o numero de vendas em diversos países se mantém irrisórios. O desenvolvedor Friedrich Indra, que já trabalhou pra a Audi e GM, toma a mobilidade elétrica como um grande erro. Uma entrevista. Professor Indra, parece que acabou o combustível dos motores de combustão. Friedrich Indra: Essa impressão é falsa. Também no último ano foram apresentados muitos novos motores, os avanços continuam sendo notáveis, para motores Otto e Diesel. Os motores estão mais potentes e econômicos. Os engenheiros não vão desistir da idéia. A solução final são os novos combustíveis sintéticos neutros em CO2. Estes combustíveis precisam de tanto CO2 para a produção quanto será liberado no funcionamento. Com isto os motores a combustão serão limpos. Esta possibilidade ainda não parece ser considerada na política. Eles querem abolir os motores de combustão. Isto é tão inacreditável: Isto é entretanto infelizmente um risco real. Este risco é do veículo elétrico não resolver nenhuma problema ambiental e não contribui em nada para a proteção do clima. Enquanto a Politika não quiser entender isso, a industria automotiva não é capaz de falar a mesma língua, embora seja um tema muito fácil de esclarecer. Por quê a industria alemã não pode fazer o que a Toyota fez antes? Por lá dizem curto e grosso: Nós não vamos colaborar, porque não vamos ganhar dinheiro nenhum, o balanço energético é ruim e uma solução vindoura não está em vista. Mas o governo alemão já espalhou 13 bilhões de euros entre fabricantes de carros e baterias, e eu tenho geralmente a impressão que isso é uma forma de comprar o silêncio. Dizem que o carro elétrico é válido como livre de emissão de CO2. O seu uso não é válido? É uma tese absurda. Existe um pesquisa muito boa do Professor Spicha, segundo a qual um veículo elétrico na Alemanha contemplando o CO2 "well-to-wheel" é 1,6 vezes pior que um veículo a combustão. Na Áustria o fator é 1,3 vezes pior, pois nós usamos muitas hidroelétricas. Na China ao contrário é de 4 a 5 vezes pior. E nós estamos falando aqui sobre o consumo e nada ainda sobre a gigantesca quantidade de energia que será necessária para a produção de energia e com as quais um carro normal rodaria cerca de 30.000 km. E ainda não chegamos ao tema da reciclagem, ninguém consegue reciclar esses caros materiais suficientemente. Você avalia positivamente os modernos híbridos Plug-In? Aqui se trata verdadeiramente da segunda maior fraude ao meio ambiente, porque se abre mão da energia elétrica que foi "abastecida" antes na determinação do consumo. Deste modo aparecem para veículos super-esportivos com esta técnica valores perversos como o consumo de 3,1 litros por 100km. Entretanto estes veículos serão contados como veículos elétricos, embora eles tenham um motor a combustão dentro. Com isso a política acredita que será menos achincalhada, porque as metas previstas para 2020 vão ficar um pouco menos distantes. Em alguns países está caindo a participação dos veículos elétricos. Isto também vai acontecer com os híbridos, quando todos os "ricos" tiverem adquirido estes carros. A eletrificação trás alguma vantagem no automobilismo? Exatamente aqui está completamente no lugar errado. Nas ruas as baterias de lítio funcionam parcialmente, nas corridas elas são rapidamente esvaziadas e recarregadas e trabalham excessivamente quentes e elas dão problemas constantemente. A decisão da Audi em não participar mais de Le Mans, mas participar da Formula E, é um desastroso sinal. A Audi aparentemente ainda não percebeu, que a Fórmula E no balanço energético total é claramente pior que carros de corrida com motor de combustão. A absoluta fraqueza da técnica em baterias será apresentado aqui, porque o piloto após meia hora precisa trocar de veículo por causa das baterias descarregadas. Por quê esses argumentos não convencem mais? Existe na política e na mídia um ódio contra a combustão, que é assustadoramente alimentado pelo tema das emissões da VW. Este escândalo sensacionalista impede qualquer discussão objetiva e a política se posiciona em oposição a industria automotiva: Nós simplesmente decidimos passar por cima de vocês. A industria tem a consciência pesada, mesmo quando isto não faz nenhum sentido, e então vem metas como 25% de participação de carros elétricos em poucos anos, num futuro próximo até mesmo 100%. Esse pensamento ilusório passa de mão em mão com manobras de desvio. A industria e a política nunca foram manipuladas tão irracionalmente. Como isso tudo deve funcionar economicamente quando não existir nenhum carro mais com motores de combustão, com os quais se pode ganhar dinheiro, ainda não pensou nenhum político. Essas altas participações de mercado são realistas? Essa seria a primeira vez na nossa economia de mercado, que um cliente compra um produto que é mais caro e pode fazer menos que ele tem - e além disso metade do calor está nas baterias. Após 8 anos o carro não vai ter mais valor nenhum. O que me dá esperança é a experiência: O cliente decide. O que mais me incomoda na conversa sobre o glorioso futuro da mobilidade elétrica é a insegurança dos estudantes. Nas universidades as classes de máquinas de combustão serão muito pouco ocupadas, porque nós vamos - assim se acredita por enquanto - a partir de 2030 todos dirigirem veículos elétricos. Por lá nós continuaríamos precisar dos melhores engenheiros, para um consistente desenvolvimento dos motores de combustão, pois o futuro continua pertencer a eles -juntamente com os combustíveis neutros em CO2. Como você explica a insistência dos chineses na mobilidade elétrica? Isto funciona lá somente porque - como antes na Noruega- os veículos elétricos são massivamente subsidiados pelo governo. Mas nenhum país pode sustentar isso a longo prazo. Então isso será, como já é na Noruega, novamente nivelado. Poderia acontecer, que com o novo presidente dos EEUU as cartas serão novamente misturadas? O novo presidente dos EEUU, assim dizem, não é amigo da mobilidade elétrica. A entrevista foi feita por Jens Meiners. http://www.focus.de/auto/elektroauto/interview-mit-friedrich-indra-es-gibt-einen-hass-gegen-verbrenner-motoren-papst-rechnet-mit-elektromobilitaet-ab_id_6512817.html
  2. Cobalt é bem mais espaçoso que o Cruze, tanto de cabine quanto porta-malas. Mas é um carro muito mais simples que o Cruze. Se a prioridade for espaço vale a pena.
  3. Em que rotação fica a marcha-lenta nessa condição? Se a rotação estiver alta não vai dar vácuo mesmo.
  4. Mas esses motores turbos de torque plano eles não passam sensação de desempenho. A aceleração fica quase constante, parece que não está andando nada mesmo. Junta as melhorias de isolamento acústico, de acerto de suspensão e pronto: Eles são eficientes, mas não dão a emoção de um Opala 6 cilindros esticando marchas lá debaixo até o fim do mundo...
  5. Para entender a treta toda: o Obama dizendo que não haveria solução para manter os empregos nos EEUU e que o Trump estaria mentindo sobre manter os empregos por lá. O Obama, como faz parte da mesma escola política do PT, fez de tudo para destruir e empobrecer seu país. Obama é um ridículo sem noção, faz parte desses políticos de gabinete tipo o Haddad que joga pra torcida politicamente correta.
  6. Em compensação o Corolla vendeu mais que o Palio, o Gol e o Pandeiro e mais um monte de compactos. Impressionante que ninguém faça concorrência para o Corolla, o pessoal está pagando mais caro para comprar o carro mais simples. O mercado aprecia a simplicidade do Corolla, mais que todo lixo eletrônico que veio com o Cruze e o Civic...
  7. Eu tive um Chevette desse, ele tem uma Weber com segundo estágio a vácuo. As vezes o segundo estágio travava aberto e parecia que eu estava dirigindo um Opala . Com o duplo estágio funcionando direitinho, ele era bem mais rápido e seguro que os Chevettes de carburador simples, tinha uma resposta bem mais progressiva. Fazia entre 7 e 8 mesmo, mas eu andava na época só no talo ou em congestionamentos enormes. Nas férias eu andava bem menos, só para ir pro trabalho a 3 km de casa e não esquentava direito, ele fazia 3 km/L. Nessa época do ano eu colocava um pouco de gasolina junto para o motor esquentar mais rápido, subia para 5-6 km/L. Para passar para a gasolina tem que trocar os pistões, mexer em carburador. Em São Paulo gastaria uns 1500-2000 reais para fazer isso. Vamos dizer que na melhor das hipóteses a autonomia dele suba para 9 km/L, vai demorar uns 14000 quilômetros para pagar os 2 mil reais. Mas como vai ser uma adaptação, pode ter o grande risco de você gastar os 2000 reais e o carro continuar a fazer 7km/L na gasolina. Vale bem mais a pena você fazer um rabo-de-galo, adicionar um pouco de gasolina no tanque para ver se o consumo melhora um pouco. Abastecendo 10 litros de gasolina e 30 de álcool, se ele fazer mais de 7,05km/L já vai estar no lucro.
  8. Achei muito bacana o comparativo da Quatro Rodas de 1990, principalmente os custos exorbitantes da viagem. Os carros eram mais frágeis ou as estradas eram ainda piores? http://quatrorodas.abril.com.br/testes/grandes-comparativos-santana-executivo-x-monza-500-ef/
  9. O Bob Sharp é o editor e um cara extremamente experiente e sábio, ele não sai criticando no achismo ou com coisas sem sentido. A verdade é que a imprensa e o jornalismo estão numa crise danada e não só no meio automotivo. Por anos os jornalistas pensaram que poderiam dominar o mundo com suas ilustres opiniões. Mas aí as pessoas foram percebendo que os "especialistas" não tinham lastro na realidade e a coisa saiu fora de controle. Me lembro que no lançamento do JAC J3 um desses "críticos" disse que o carro não subia ladeira. O Arnaldo Keller foi lá e demonstrou que o carro subia normalmente, o "especialista" não sabia nem dirigir!!!!
  10. A F12tdf é aspirada, pico de torque a 6750 rpm, bem úteis trocando marcha a 8900rpm. A 488 é turbo e tem esse torque a inúteis 3000 rpm num carro que a potência máxima é a 8000rpm, e mais curiosamente só tem esse torque todo em sétima marcha.
  11. Tem que aproveitar enquanto não cai na lava-jato!
  12. Eu não disse que alemão não sabe fazer carro direito, eu disse que muitas instituições "isentas" da Alemanha foram flagradas em fraude, inclusive o ADAC, TÜV (Inmetro Alemão) e a VW. Aqui na cidade onde eu moro, que é bem pequena, tem uns 3 ou 4 Agiles em estado impecável, sinal tanto que o carro foi produzido com qualidade e que os donos gostam do carro. Eu prefiro confiar no que eu vejo do que nesses alemães fraudulentos.
  13. É ridículo isso á para ver claramente que a estrutura do Agile agüentou pelo vídeo. O Agile foi feito integralmente no Brasil, projeto 100% brasileiro. Ninguém fica prestando atenção nisso, mas todos órgãos "isentos" que supostamente deveriam defender o direito do consumidor na Alemanha estão envolvidos em escândalos de manipulação, tem fraude na Alemanha desde teste de chocolate até inclusive o ADAC, que fez o teste do Agile. Tem que ser muito burrinho para acreditar nesses resultados. Aí você pega a quantidade de fraudes dos institutos alemães, vê a VW fraudando testes de emissões e consumo de combustível e vê que fraude na Alemanha é um método e não um acidente. Pode confiar sim amiguinho, é alemão.
  14. Não dá para comparar as estrelas, pois o critério muda com a evolução dos carros. Aquele Golf receberia hoje 2 ou 3 estrelas, além do que o Agile não receber estrelas apenas por não vir com Airbags. O correto seria comparar o Agile com airbags. O Golf testado foi um de produção alemã, o brasileiro nunca foi testado então se desconhece totalmente sua estrutura e qualidade de materiais. Ué, os plataformeiros sempre disseram que o Agile era só a plataforma 4100 usada desde o Corsa A em 1982.
  15. Não entendi, estruturalmente o Agile é até melhorzinho que o Golf IV.