Münchener

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  1. Em uns 3 anos dá para procurar um por 50 mil na OLX.
  2. Pura especulação #fakenews
  3. Outra coisa interessante é o Mobi bengando o up! Mobi foi desenvolvido no Brasil, onde a engenharia é tremendamente mais eficiente que na Alemanha. Depois fiquei pensando... -Onix, a GMB desenvolveu o Sail para o Brasil, -HB20, a Hyundai projetou especificamente para o Brasil, -Ford Ka, desenvolvido no Brasil, -Renault Sandero projeto romeno (também latino), -Toyota fez o Etios na India, fracasso... Lentamente o desenvolvimento está mudando para o Brasil. Qual a promessa da VW? Deixar de fazer o Gol um carro local, para ser um Polo com redução de custo. Eles vão pagar um preço caro por jogar a engenharia brasileira para escanteio. Tire a engenharia brasileira da VW só vai restar o câmbio DSG7 e corrente de motor que "avoa" com 100.000km, evidenciando a péssima qualidade e o fracasso da engenharia alemã. Se não fossem os brasileiros não teria nem up! TSI, a única coisa que se salva no carro. Infelizmente os especialistas da imprensa só conseguem ver que a grama do vizinho é mais verde.
  4. Parabéns papai!!! Você que gosta do carro de carro francês, eu garimparia um 307 SW, que eu particularmente acho um carro muito bacana... A 206 SW é bem pequena para uma perua, mas para filho pequeno acho ainda ok. A 206 SW faz mais curva que o 206 normal, pois a suspensão traseira é especial...
  5. Se somar a manutenção relapsa vai sobrar praticamente 1/4 dos carros usados a venda como compráveis, fora o preço... Se o carro zero no Brasil já é muito caro, o carro usado no Brasil é proporcionalmente muito mais caro.
  6. 20w50 foi um óleo desenvolvido para o Mini original, onde o mesmo óleo banhava o motor e a caixa de câmbio. Depois, por causa da baixa qualidade dos primeiros óleos multi-viscosos o 20w50 virou meio que um padrão, já ultrapassado a mais de 20 anos!!! Antes dos óleos multi-viscosos o padrão era usar óleo SAE 30 ou 40. Não existe colocar óleo 50. O 5w40 é o melhor óleo que você poderia estar usando e é a especificação da VW, 20w50 é totalmente errado. Sinto te informar, mas esse mecânico cagou nessa. Esse motor é problemático mesmo, vários casos onde o tucho foi trocado (a peça que tira a folga entre a válvula e o comando de válvulas) e as vezes o próprio cabeçote. http://www.novofoxclube.com.br/forum/index.php?/topic/1697-barulho-no-motor-tucho-hidráulico-cabeçote/&
  7. Aí juntam os carros batidos e remendados... E não sobra mais carro nenhum.
  8. Sem contar que 60.000 km é um teste muito curto... É um consenso que carro até 80.000km não é para dar problema muito sério. O padrão hoje deveria ser 100 ou 120 mil km.
  9. Câmbio automático com conversor de torque as vezes não é um problema, só o creeping do câmbio pode resolver. O Cobalt do meu pai (que é PND) o creeping é bem fraquinho, em subida muito íngreme tem que stolar (frear e acelerar ao mesmo tempo). No Picanto (AT4) eu nunca notei o carro indo para trás.
  10. A VW vai fazer o recall de quase 600.000 veículos nos EEUU, a maioria da marca Audi, por diversos problemas: Bomba d'água, airbag e pré-tensionadores do cinto. Curioso: Problemas foram verificados em acidentes na China e em Israel, sem nenhum caso de fatalidade. Então provavelmente vai se espalhar para aqui também. Não se sabe se os airbags são da Takata... No começo do ano a VW já tinha feito o recall de 136.000 veículos por problema no módulo do ABS. http://www.ndr.de/nachrichten/niedersachsen/VW-ruft-in-USA-600000-Fahrzeuge-zurueck,vw3576.html
  11. O Creta vendeu isso em 15 dias, então a tendência é vender mais de 2000 por mês.
  12. O Tim Schrick compartilhou essa entrevista no FB sobre os veículos elétricos, achei interessante e traduzi: Quase todos os fabricantes de automóvel estão colocando em paralelo a motores de combustão interna veículos elétricos e híbridos, alguns até completamente. O famoso desenvolvedor de motores Friedrich Indra tem uma idéia totalmente diferente. Ele vê a mobilidade elétrica como um caminho perigosamente errado. Quase todos os fabricantes de automóvel investem bilhões no desenvolvimento e veículos elétricos e híbridos. Apesar disso o numero de vendas em diversos países se mantém irrisórios. O desenvolvedor Friedrich Indra, que já trabalhou pra a Audi e GM, toma a mobilidade elétrica como um grande erro. Uma entrevista. Professor Indra, parece que acabou o combustível dos motores de combustão. Friedrich Indra: Essa impressão é falsa. Também no último ano foram apresentados muitos novos motores, os avanços continuam sendo notáveis, para motores Otto e Diesel. Os motores estão mais potentes e econômicos. Os engenheiros não vão desistir da idéia. A solução final são os novos combustíveis sintéticos neutros em CO2. Estes combustíveis precisam de tanto CO2 para a produção quanto será liberado no funcionamento. Com isto os motores a combustão serão limpos. Esta possibilidade ainda não parece ser considerada na política. Eles querem abolir os motores de combustão. Isto é tão inacreditável: Isto é entretanto infelizmente um risco real. Este risco é do veículo elétrico não resolver nenhuma problema ambiental e não contribui em nada para a proteção do clima. Enquanto a Politika não quiser entender isso, a industria automotiva não é capaz de falar a mesma língua, embora seja um tema muito fácil de esclarecer. Por quê a industria alemã não pode fazer o que a Toyota fez antes? Por lá dizem curto e grosso: Nós não vamos colaborar, porque não vamos ganhar dinheiro nenhum, o balanço energético é ruim e uma solução vindoura não está em vista. Mas o governo alemão já espalhou 13 bilhões de euros entre fabricantes de carros e baterias, e eu tenho geralmente a impressão que isso é uma forma de comprar o silêncio. Dizem que o carro elétrico é válido como livre de emissão de CO2. O seu uso não é válido? É uma tese absurda. Existe um pesquisa muito boa do Professor Spicha, segundo a qual um veículo elétrico na Alemanha contemplando o CO2 "well-to-wheel" é 1,6 vezes pior que um veículo a combustão. Na Áustria o fator é 1,3 vezes pior, pois nós usamos muitas hidroelétricas. Na China ao contrário é de 4 a 5 vezes pior. E nós estamos falando aqui sobre o consumo e nada ainda sobre a gigantesca quantidade de energia que será necessária para a produção de energia e com as quais um carro normal rodaria cerca de 30.000 km. E ainda não chegamos ao tema da reciclagem, ninguém consegue reciclar esses caros materiais suficientemente. Você avalia positivamente os modernos híbridos Plug-In? Aqui se trata verdadeiramente da segunda maior fraude ao meio ambiente, porque se abre mão da energia elétrica que foi "abastecida" antes na determinação do consumo. Deste modo aparecem para veículos super-esportivos com esta técnica valores perversos como o consumo de 3,1 litros por 100km. Entretanto estes veículos serão contados como veículos elétricos, embora eles tenham um motor a combustão dentro. Com isso a política acredita que será menos achincalhada, porque as metas previstas para 2020 vão ficar um pouco menos distantes. Em alguns países está caindo a participação dos veículos elétricos. Isto também vai acontecer com os híbridos, quando todos os "ricos" tiverem adquirido estes carros. A eletrificação trás alguma vantagem no automobilismo? Exatamente aqui está completamente no lugar errado. Nas ruas as baterias de lítio funcionam parcialmente, nas corridas elas são rapidamente esvaziadas e recarregadas e trabalham excessivamente quentes e elas dão problemas constantemente. A decisão da Audi em não participar mais de Le Mans, mas participar da Formula E, é um desastroso sinal. A Audi aparentemente ainda não percebeu, que a Fórmula E no balanço energético total é claramente pior que carros de corrida com motor de combustão. A absoluta fraqueza da técnica em baterias será apresentado aqui, porque o piloto após meia hora precisa trocar de veículo por causa das baterias descarregadas. Por quê esses argumentos não convencem mais? Existe na política e na mídia um ódio contra a combustão, que é assustadoramente alimentado pelo tema das emissões da VW. Este escândalo sensacionalista impede qualquer discussão objetiva e a política se posiciona em oposição a industria automotiva: Nós simplesmente decidimos passar por cima de vocês. A industria tem a consciência pesada, mesmo quando isto não faz nenhum sentido, e então vem metas como 25% de participação de carros elétricos em poucos anos, num futuro próximo até mesmo 100%. Esse pensamento ilusório passa de mão em mão com manobras de desvio. A industria e a política nunca foram manipuladas tão irracionalmente. Como isso tudo deve funcionar economicamente quando não existir nenhum carro mais com motores de combustão, com os quais se pode ganhar dinheiro, ainda não pensou nenhum político. Essas altas participações de mercado são realistas? Essa seria a primeira vez na nossa economia de mercado, que um cliente compra um produto que é mais caro e pode fazer menos que ele tem - e além disso metade do calor está nas baterias. Após 8 anos o carro não vai ter mais valor nenhum. O que me dá esperança é a experiência: O cliente decide. O que mais me incomoda na conversa sobre o glorioso futuro da mobilidade elétrica é a insegurança dos estudantes. Nas universidades as classes de máquinas de combustão serão muito pouco ocupadas, porque nós vamos - assim se acredita por enquanto - a partir de 2030 todos dirigirem veículos elétricos. Por lá nós continuaríamos precisar dos melhores engenheiros, para um consistente desenvolvimento dos motores de combustão, pois o futuro continua pertencer a eles -juntamente com os combustíveis neutros em CO2. Como você explica a insistência dos chineses na mobilidade elétrica? Isto funciona lá somente porque - como antes na Noruega- os veículos elétricos são massivamente subsidiados pelo governo. Mas nenhum país pode sustentar isso a longo prazo. Então isso será, como já é na Noruega, novamente nivelado. Poderia acontecer, que com o novo presidente dos EEUU as cartas serão novamente misturadas? O novo presidente dos EEUU, assim dizem, não é amigo da mobilidade elétrica. A entrevista foi feita por Jens Meiners. http://www.focus.de/auto/elektroauto/interview-mit-friedrich-indra-es-gibt-einen-hass-gegen-verbrenner-motoren-papst-rechnet-mit-elektromobilitaet-ab_id_6512817.html
  13. Cobalt é bem mais espaçoso que o Cruze, tanto de cabine quanto porta-malas. Mas é um carro muito mais simples que o Cruze. Se a prioridade for espaço vale a pena.
  14. Em que rotação fica a marcha-lenta nessa condição? Se a rotação estiver alta não vai dar vácuo mesmo.
  15. Mas esses motores turbos de torque plano eles não passam sensação de desempenho. A aceleração fica quase constante, parece que não está andando nada mesmo. Junta as melhorias de isolamento acústico, de acerto de suspensão e pronto: Eles são eficientes, mas não dão a emoção de um Opala 6 cilindros esticando marchas lá debaixo até o fim do mundo...