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MIS

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Sobre MIS

  • Rank
    Jeremy Clarkson
  • Data de Nascimento 28-04-1974

Profile Information

  • Gender
    Male
  • Local
    São Paulo/SP

Seu Carro

  • Fabricante
    VW
  • Modelo
    Fox
  • Versão
    Prime
  • Cor
    Prata
  • Ano/Modelo
    2011/2012
  1. Não subindo o preço, está bom. No posto que eu abasteço, V-Power atual estava 3,799 no dia 27 do mês passado.
  2. Família cresceu! e agora?

    7 lugares... http://www.gazetadopovo.com.br/automoveis/opcoes-de-carros-novos-e-usados-com-7-lugares-para-levar-toda-a-familia-1uoeerxxuwep5wy521u7sse1v
  3. O CONFUSO ROTA 2030 - http://www.autoentusiastas.com.br/2017/10/o-confuso-rota-2030/ O programa de balizamento do setor automobilístico e desenvolvimento de produtos, tossiu, engasgou, desligou. Dito Rota 2030, para substituir o Inovar-Auto em fim de linha, não conseguiu entrosar-se com sociedade e governo para ser publicado até o último dia 3, para ter vigência a partir de março próximo. Talvez o não cumprimento de prazo possa trazer solução para os impasses da importante matéria. Os desentrosamentos ocorreram entre as fabricantes e sua associação; desta com o grupo do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o MDIC; ambos com a Abeifa, associação de importadores; e entre os órgãos do governo, citado MDIC, e os Ministérios do Planejamento e da Fazenda. Há que se estranhar a presença destes entes numa questão econômica/industrial como a política do automóvel. Mas são fundamentais, pois por razões não explicadas ou entendidas, o MDIC adotou como base um conceito apresentado no malfadado Inovar-Auto — reduzir impostos ante ganhos energéticos, a redução de consumo. Assim, quer reduzir a 10 pontos os ilegais 30 pontos percentuais aplicados sobre o já elevado IPI dos automóveis importados. E, numa benesse democrática, para escapar às críticas da Organização Mundial do Comércio, estender tal acréscimo a todos os veículos vendidos no Brasil, sejam importados ou nacionais! Acena com uma possibilidade, a redução pontual ante o atendimento de metas específicas. Hoje tal desenho concederia redução de 4% aos produtos das empresas cumprindo até 2030 os protocolos acertados para consumo e emissões. Mais dois pontos para o incremento à segurança veicular; outro, adicional, às marcas inscritas no programa de etiquetagem veicular do Inmetro. Três restantes como incentivo à pesquisa, engenharia e produção no país. O arrepio com o Planejamento e a Fazenda dizem respeito à parte da redução percentual, por eles considerados como incentivo, rótulo proibido na economia de um país em déficit. Há que se perguntar a opinião de outros estamentos da República, em especial aos estados e aos segmentos da mão de obra: aumentar preços dos automóveis não reduzirá vendas, abortando o início da decolagem do setor? Não encolherá o ICMS? A redução das vendas e de produção não dispensarão mão de obra? E está na hora de desemprego em cascata na cadeia produtiva de veículos? Nos rascunhos da estrutura filosófica afastou-se o regime de cotas — atualmente em 4.800 unidades/ano/empresa. Mas no setor verificar-se-á uma incoerência: os carros importados ficarão mais caros. Explicação aritmética: os importados do Mercosul ou por acordos comerciais não sofriam a imposição dos 30 pontos adicionais ao IPI. Entretanto, com a generosidade de nivelamento, fazendo um aumento real em todos, todos ficarão mais caros, incluindo os importados antes isentos! O segmento dos importados sem operação no Brasil está alegre. Afinal, os revendedores sobreviventes poderão respirar — antes tinham cotas e vendas mínimas, limitadas pelo super IPI. O efeito Bode-na-Sala tem tal dimensão que até José Luiz Gandini, presidente da Abeifa, associação do setor, e da Kia, concorda plenamente com os 10% adicionais. Gandini é dos poucos importadores preparados para tal convívio: implantou um laboratório de engenharia para sua marca e vender serviços a outros. Na grande complicação sinalizada pela prometida legislação sobra outra dúvida: sem o adicional de impostos, o processo de superficial montagem hoje aplicado a Audis A3 e Q3; BMWs e Minis; Mercedes C e GLA conseguirá manter-se ou tais operações serão fechadas, mostrando a pouca densidade do programa Inovar Auto, ora em seu final
  4. Novo Ford Focus 2019 será apresentado entre janeiro e fevereiro http://carplace.uol.com.br/novo-ford-focus-2019-data-estreia/ Fotografado com frequência pelos profissionais das principais agências de segredo do mercado, o Ford Focus 2019 não deve demorar mais do que cinco meses para finalmente se tornar conhecido do público. Em encontro realizado nesta semana com investidores, o chefe de mercados globais da marca, Jim Farley, confirmou que o novo modelo será apresentado em janeiro e fevereiro do ano que vem, e que começará a ser vendido nos principais mercados da Europa logo na sequência. Publicamente, a estreia deve acontecer em março, no Salão de Genebra (Suíça). Conforme já adiantamos, é praticamente certo que o Focus IV adotará como base uma evolução da atual plataforma C Global, também chamada de C2. Estima-se que o modelo terá entre-eixos de 2,70 m e que pese 50 kg a menos do que o carro atual. Em termos de aparência, projeções baseadas em flagras recentes antecipam linhas mais fluidas e elegantes, a exemplo das usadas pela nova geração do Fiesta. O portfólio será expandido com a chegada de novas versões e duas já foram confirmadas: a Vignale, com foco no luxo, e a Active, com pegada mais aventureira. Um detalhe interessante é o fato de a própria Ford já estar ciente da queda nas vendas enfrentada pelo segmento. Tanto é que concentrará esforços no lançamento de versões mais caras (consideradas mais lucrativas), em detrimento de variantes de acesso – basicamente como fez com o novo Fiesta. Para se ter uma ideia, as vendas do Focus caíram 1,2% no primeiro semestre, para cerca de 119.052 exemplares. Atualmente, o modelo é o quarto colocado no categoria, atrás do Volkswagen Golf, Opel/Vauxhall Astra e Skoda Octavia. No geral, vale lembrar, esse nicho encolheu 1,9%, sendo engolido principalmente pelos SUVs. Não por acaso, a marca confirmou nesta semana que reduzirá a produção de automóveis de passeio para concentrar atenções em SUVs e picapes.
  5. Shell lança globalmente nova geração da gasolina V-Power - http://carpress.uol.com.br/slider/item/2320-shell-lanca-globalmente-nova-geracao-da-gasolina-v-power Licenciada da Shell no Brasil, a empresa Raízen apresenta nesta semana, após cinco anos de desenvolvimento, a nova geração da gasolina aditivada V-Power no mercado nacional. O produto chega simultaneamente a 26 países. A nova Shell V-Power começa a ser distribuída ao longo deste mês – a campanha começa no dia 16, uma segunda-feira – para os mais de 6.000 postos de abastecimento da Shell no país. Essa gasolina traz ainda a tecnologia Dynaflex, , que reduz o atrito entre as peças do motor, como válvulas, anéis de pistões, bomba e bicos injetores de combustível, gerando maior limpeza e proteção para o motor. A V-Power é recomendada para os motores cada vez menores dos automóveis modernos (com turbo e injeção direta), como os três-cilindros, ou para aqueles usados nos utilitários esportivos, veículos mais pesados do que os carros de passeio dos quais se originam. “A Shell investe globalmente US$ 1 bilhão por ano em pesquisa e desenvolvimento de novos combustíveis”, diz Eduardo Wantuil, diretor de marketing da Raízen. Segundo ele, foram cinco anos de pesquisa com a Ferrari para chegar à formulação da nova gasolina aditivada. De acordo com a empresa, a nova V-Power pode trazer benefícios para motores de carros mais antigos e também para motocicletas e barcos, graças a seu poder de limpeza, que extrai mais rendimento e performance do motor, auxiliando na sua durabilidade. Pintou limpeza A nova V-Power traz 40% mais moléculas de limpeza, em relação à Shell V-Power Nitro +, e um novo ingrediente de redução de atrito que permite às partes móveis trabalharem mais livremente. Nos carros com motores compactos, como os três-cilindros e os SUVs e crossovers (mais pesados do que os carros convencionais), é ainda mais essencial eliminar os depósitos de sujeira de superfícies importantes dos motores. Como toda gasolina aditivada, o custo é maior – mas cada posto é livre para fazer sua política de preços. Para esses propulsores com menos folgas entre os componentes ou com menor relação peso-torque, a formação de películas que reduzem o atrito é importante para evitar o desgaste prematuro dos componentes e para garantir o máximo desempenho idealizado pelo fabricante. “Com o uso contínuo da nova Shell V-Power, o motor mantém por mais tempo as características originais de desempenho, economia e baixas emissões”, afirma Gilberto Pose, engenheiro de combustíveis da Raízen. No longo prazo isso se traduz em menores custos de manutenção para o motor. Segundo a Raízen, mais de 170 técnicos e cientistas foram envolvidos no projeto em todo o mundo, com a meta de desenvolver o melhor combustível aditivado de todos os tempos. Foram dezenas de milhares de horas de pesquisa e desenvolvimento ao longo de mais de cinco anos. A Shell também contou com a colaboração dos técnicos e pilotos da equipe Ferrari de Fórmula 1 no desenvolvimento. Wantuil reitera esse caráter colaborativo e ressalta que a parceria com a escuderia não se restringe a pagar para colocar o emblema no bólido. Os executivos contaram que o uso da gasolina aditivada Shell V-Power Racing e o lubrificante Shell Helix Ultra levaram a uma melhora de eficiência de 23,3% nos carros da Ferrari, com ganho de 0,5 segundo por volta em testes realizados em pistas de Fórmula 1 na Europa, com pilotos profissionais. Esse conhecimento foi aplicado no desenvolvimento da nova Shell V-Power para os carros de rua. Resta saber quantas horas de estudo ainda serão necessárias para que a vice-líder Ferrari, com 385 pontos, diminua a diferença que tem em relação à líder Mercedes, com 503 pontos (diferença de 118 pontos), no Mundial de Construtores da Fórmula 1. A Mercedes tem parceria com a Petronas - empresa nacional de petróleo da Malásia.
  6. Vw Golf Vii

    VW Golf deixará de ser produzido no México a partir de 2019 - http://www.car.blog.br/2017/10/vw-golf-deixara-de-ser-produzido-no.html
  7. VW Polo 2018

    Parece que era para o povo conhecer o carro. Vai valer a pena se esses itens forem interessantes para você. Não vai recuperar o valor porque a Fipe não leva em conta os pacotes opcionais, mas servirá como um plus, um diferencial na hora da venda. Se tiverem 2 highlines (um com pacote completo e outra não), custando o mesmo ou com uma diferença pequena, qual a pessoa vai comprar?
  8. VW Polo 2018

    Impressões: Polo 1.6 anda bem, é seguro, mas peca na conveniência Recheada de itens de segurança e com bom desempenho pelo câmbio manual, versão intermediária escorrega no acabamento e nos equipamentos de conforto Versão 1.6 MSI do novo Polo parte de R$ 54.990 com computador de bordo, quatro airbags e Isofix (Divulgação/Volkswagen) Muito tem se falado sobre o novo Polo nos últimos dias, destacando a tecnologia protagonizada pelo motor 1.0 TSI e pelo quadro de instrumentos digital, ambos disponíveis apenas em suas versões mais caras. Para grande parte dos brasileiros, porém, a versão intermediária com motor 1.6 está mais próxima da realidade. Mas será que o Polo 1.6 MSI fica muito aquém do Comfortline TSI, R$ 10.000 mais caro? Nós andamos no modelo e trazemos a resposta. O conjunto mecânico soará como o grande diferencial dos R$ 54.990 iniciais cobrados pelo Polo intermediário. Equipado com motor 1.6 16V de 117/110 cv e 16,5/15,8 mkgf (etanol/gasolina), ele só pode ter transmissão manual ─ o que pode mudar com a chegada do câmbio automático no Gol em breve. Contudo, apesar dos números mais modestos em relação aos 128/115 cv e 20,4 mkgf do 1.0 turbinado, o aspirado vai de 0 a 100 km/h em 9,6 s, de acordo com a Volkswagen. O tempo é exatamente o mesmo do TSI. Por fora, o Polo 1.6 tem maçanetas e retrovisores na cor da carroceria, mas dispensa faróis de neblina e rodas de liga leve (Divulgação) Na prática, o Polo 1.6 é beneficiado justamente pelo câmbio manual. A correta distribuição das marchas favorece o torque em baixa e garante um rápido e silencioso ganho de velocidade. A quinta marcha, porém, tem relação muito curta, o que faz o motor girar alto logo após os 100 km/h. Uma relação alongada ou o câmbio de seis marchas do Golf fariam bem ao carro e aos nossos ouvidos. Se o câmbio manual ajuda o 1.6 e prejudica o 1.0 TSI, a diferença de torque equilibra as contas. No TSI, é possível fazer retomadas e ultrapassagens sem a necessidade de reduções. No 1.6, não. Mesmo com o giro alto em velocidades mais elevadas, o torque máximo de 16,5 mkgf (etanol) exige reduções para que se faça as manobras com mais agilidade e segurança. Em subidas, então, é bom ter um pouco mais de paciência ─ para o turbo, essa é uma tarefa simples. Completo, como na imagem acima, o Polo 1.6 vai para R$ 57.590 (Divulgação/Volkswagen) Em resumo, o 1.6 entrega desempenho satisfatório pela presença da transmissão manual, especialmente em rodagens urbanas ─ situação na qual a comodidade de um câmbio automático faz falta, isso se ter de pisar na embreagem for realmente um incômodo. Assim como na mecânica, a relação de custo-benefício entre preços e equipamentos é um dilema para o Polo 1.6 MSI. Por R$ 54.990, o modelo traz os mesmos acabamento e itens de série do 1.0 MPI, de entrada. Como exemplos: ar-condicionado analógico, direção elétrica, vidros elétricos nas quatro portas, travas elétricas, computador de bordo, suporte para smartphone no painel, rádio com USB e Bluetooth, regulagem de altura do banco do motorista, Isofix e quatro airbags. No pacote Connect, o modelo ganha rodas de liga leve, controles de estabilidade e tração e central multimídia (Divulgação/Volkswagen) O exemplar disponibilizado, contudo, estava equipado com o pacote opcional mais completo Connect, de R$2.600, que adiciona rodas de liga leve de 15 polegadas, controles de estabilidade e tração, volante multifuncional e central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay. Com ele, o modelo vai a R$ 57.590 ─ sem pintura metálica. Mesmo assim, o valor ainda é R$ 7.600 mais em conta em relação ao 1.0 TSI. De série, o modelo vem equipado com sistema de som simples, mas dotado de USB e Bluetooth (Divulgação/Volkswagen) A lista de equipamentos (mesmo sem o kit opcional) parece suficiente, mas algumas ausências não se justificam para um carro de quase R$ 60.000. Não há, nem mesmo como opcional, comandos eletrônicos para ajustar os retrovisores externos ─ no lugar deles estão os antiquados pinos de regulagem manual ─ e ajuste para a coluna de direção (nem mesmo para altura). Faróis de neblina, luzes diurnas, sensores de estacionamento e câmera de ré também não são oferecidos. Central multimídia presente no pacote Connect tem Android Auto e Apple CarPlay (Divulgação/Volkswagen) No acabamento, o hatch também tem seus poréns desde a versão mais cara, que chega a R$ 74.940. No 1.6, apenas o rádio tem superfície brilhante. No restante do painel, tudo é fosco e de toque rígido, inclusive a faixa central que ganha pintura brilhante no Highline 200 TSI e as saídas de ar, normalmente com algum detalhe cromado. A impressão é de estar à bordo de um modelo inferior. Já os bancos de tecido não geram incômodo algum. Pelo contrário: são bonitos e confortáveis. Assim como nas demais versões, cinco pessoas viajam com conforto no Polo (especialmente pelo túnel central baixo na parte traseira). Todos podem, inclusive, levar bagagens: são 300 litros de porta-malas, assim como no Fiat Argo. Com exceção do rádio, todo o restante do painel utiliza revestimentos foscos e de toque rígido que poderiam ter melhor aparência (Divulgação/Volkswagen) A CONCORRÊNCIA Fiat Argo Drive 1.3 e Hyundai HB20 Comfort Plus 1.6 são os rivais diretos do Polo 1.6 MSI. E a briga não é fácil. Antes da chegada do Polo, fizemos um comparativo entre Argo, HB20 e Onix. O Argo é equipado com um moderno motor 1.3 de quatro cilindros com até 109 cv e 14,2 mkgf com câmbio manual de cinco marchas. Por R$ 53.900 iniciais, o modelo já vem equipado com central multimídia, disponível apenas no Polo de R$ 57.590. O Fiat também leva a melhor por ter ajuste de altura da coluna de direção e monitoramento da pressão dos pneus, inexistentes no Volks. Fica devendo, porém, os airbags laterais e os vidros traseiros elétricos. Fiat Argo Drive 1.3 é o principal rival do Polo 1.6; rodas de liga leve e sensores de estacionamento são opcionais (Christian Castanho/Quatro Rodas) Por mais R$ 1.400, o Argo pode ter sensores de estacionamento traseiros e câmera de ré, indisponíveis no Polo, assim como os retrovisores externos com comandos e rebatimento elétricos presentes no pacote Convenience, de R$ 1.200, que adiciona também vidros traseiros elétricos (estes, de série no VW). Já o Kit Stile inclui faróis de neblina e rodas de liga leve. Por R$ 58.400 (ou R$ 810 a mais em relação ao Polo completo), o Argo com todos os opcionais oferece mais itens de conforto e conveniência, mas esquece da segurança dos quatro airbags e do ESP do Polo. O HB20 é oferecido em pacote único, sem opcionais, por R$ 52.880. Assim como o Argo, ele tem apenas dois airbags e não oferece ESP. No mais, o rádio com USB e Bluetooth é simples como no Polo de entrada, não há rodas de liga leve e tampouco direção elétrica (no Hyundai, é hidráulica). No entanto, estão lá os ajustes do volante e os comandos elétricos dos retrovisores elétricos. Hyundai HB20 Comfort Plus 1.6 é o mais barato dos três, mas é mais simples e não oferece opcionais (Christian Castanho/Quatro Rodas) VEREDICTO Com dose de tecnologia e bom desempenho, o Polo 1.6 mostra-se uma ótima opção para quem ainda não conseguiu chegar no Comfortline 200 TSI. A falta de alguns itens de conforto e de um melhor acabamento, no entanto, podem fazer com que você repense a compra ─ a não ser que não se incomode ao ajustar os retrovisores à moda antiga enquanto ouve sua playlist preferida no Spotify (pela conexão com o moderno Android Auto).
  9. VW Polo 2018

    Se ela fizer isso, o Polo terá o mesmo destino do Golf. E ano que vem chega o Toyota Yaris.
  10. VW Polo 2018

    Faltou uma coisa nos básicos (1.0 e 1.6): sensor de estacionamento. Não tem nem nos pacotes opcionais.
  11. Carro importado fica mais barato sem o super-IPI? Não, e pode até encarecer - http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2017/09/27/carro-importado-fica-mais-barato-sem-o-super-ipi-nao-e-pode-ate-encarecer.htm
  12. Toyota Corolla tem resultado perfeito em crash test; UOL Carros conferiu - http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2017/09/26/toyota-corolla-tem-resultado-perfeito-em-crash-test-uol-carros-conferiu.htm
  13. VW Polo 2018

    Sei não. Eu acho que quem gostou, tem que comprar esse ano. Ou até na pré-venda mesmo. O Golf chegou com preço muito bom e depois...
  14. VW Polo 2018

    5 estrelas duplas... Impacto frontal: A proteção oferecida à cabeça e ao pescoço tanto do motorista quanto do acompanhante foi boa. O peito do motorista recebeu proteção marginal, obtivendo o acompanhante uma proteção adequada devido aos sistemas de retenção. Os joelhos do motorista apresentaram uma boa proteção por causa dos airbags dos joelhos; os do acompanhante também receberam boa proteção. As tíbias do motorista mostraram proteção adequada e marginal, enquanto as do acompanhante ganharam boa proteção. A área dos pés é estável, apresentando uma deformação insignificante. A estrutura foi considerada também estável. Impacto lateral: Os airbags laterais e de cortina para a cabeça ofereceram boa proteção à cabeça, ao peito, ao abdome e à pelve do adulto. Impacto Lateral de poste: Os airbags laterais e os de cortina para a cabeça proporcionaram boa proteção à cabeça, ao abdome e à pelve, bem como proteção adequada ao peito. Teste ESC: O ESC foi avaliado e seu desempenho cumpre com os requisitos regulamentares do Latin NCAP. O modelo conta com sistema de lembrete de cinto de segurança nas duas posições da frente. Tudo isso explica as cinco estrelas para a segurança do adulto." O sistema de retenção infantil (SRI) para a criança de três anos, olhando para frente, foi capaz de impedir o deslocamento para frente no impacto frontal além dos limites permitidos. O dummy de um ano e meio foi instalado olhando para trás, utilizando ancoragens ISOFIX, sendo sua proteção boa no impacto frontal. Impacto lateral: Ambos os dummies crianças foram bem protegidos no impacto lateral. Todos os SRIs avaliados não apresentaram problemas na instalação. A sinalização e as instruções no veículo, a respeito do uso dos SRIs e das ancoragens ISOFIX, são claras e precisas. O mecanismo para desativar o airbag do passageiro conta com instruções apropriadas. O Polo oferece cintos de três pontos em todas as posições, padrão, cumprindo com os padrões técnicos internacionais. Conta com ancoragens ISOFIX com top tether nas posições laterais traseiras. Portanto, tudo isso explica as cinco estrelas com relação à proteção do ocupante criança.
  15. Eu também não gostei muito e achei carinho demais.
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