MIS

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Sobre MIS

  • Rank
    Jeremy Clarkson
  • Data de Nascimento 28-04-1974

Profile Information

  • Gender
    Male
  • Local
    São Paulo/SP

Seu Carro

  • Fabricante
    VW
  • Modelo
    Fox
  • Versão
    Prime
  • Cor
    Prata
  • Ano/Modelo
    2011/2012
  1. Hoje, XEi está tabelada em 96.990 reais. Então esse tapinha + controles de tração e estabilidade sairão por míseros 9 mil reais.
  2. Audi Q3 ganha motor flex e parte de R$ 143.190 - http://carroonline.terra.com.br/noticias/testes/audi-q3-ganha-motor-flex-e-parte-de-rs-143-190
  3. Exclusivo: Ford Fiesta reestilizado já está em testes no Brasil - http://www.autossegredos.com.br/marcas/ford-marcas/exclusivo-ford-fiesta-reestilizado-ja-esta-em-testes-no-brasil/ O Ford Fiesta será reestilizado no Brasil e o modelo já circula em testes. A marca busca uma solução caseira já que a nova geração apresentada em novembro na Europa não chegará ao Brasil. Como quem não tem cão, caça com gato, a mudança visual deixará o hatch parecido com a nova geração. O flagra exclusivo é de autoria do leitor Renato Zambelli. O Fiesta de visual renovado fará sua estreia entre o fim de 2017 e começo de 2018. Mudanças Nossa reportagem apurou que as mudanças serão bem pequenas. Na dianteira, o Fiesta reestilizado ganhará novo para-choque e faróis que serão mais estreitos. Na traseira, o hatch terá nova para-choque e as lanternas mantém o formato e terão somente novo desenho. Interior Não estão previstas grandes mudanças no interior do modelo. A princípio mudam somente os tecidos dos revestimentos dos bancos. Motores e câmbios O Fiesta não terá alterações mecânicas e continuará usando os motores 1.0 EcoBoost e o 1.6 Sigma. As opções de câmbio continuam as mesmas e o hatch manterá o manual e o automatizado PowerShift. Reestilzado, o Fiesta ganhará novas opções 1.0 EcoBoost.
  4. Opel e PSA se reúnem para discutir questões sindicais - http://carplace.uol.com.br/opel-e-psa-se-reunem-para-discutir-questoes-sindicais/
  5. Vida longa para o Fox: Volkswagen Fox passará por mais uma reestilização - http://www.autossegredos.com.br/segredos/volkswagen-fox-passara-mais-uma-reestilizacao/ Antes de partir, o Volkswagen Fox passará por mais uma reestilzação. A marca já comunicou seus fornecedores sobre a mudança. Aliás, de acordo com o apurado por nossa reportagem o modelo seguirá em produção até 2021. A marca cogitou uma geração a partir da plataforma MQB, mas, os custos inviabilizaram o projeto. Assim como nas mudanças anteriores, o Fox terá mudanças na dianteira e traseira para ficar em dia com identidade visual que chegará novos modelos nacionais (hatch, sedã, picape e SUV) que chegam ao mercado em 2018. A previsão é que o Fox reestilizado estreie no próximo ano. Câmbio Tiptronic Além da mudança visual, o Fox trocará o câmbio automatizado I-Motion pelo automático Tiptronic já usado pelo Golf nacional. A transmissão automática será acoplada ao motor 1.6 16V MSI. O veterano motor 1.6 8V manterá o câmbio automatizado I-Motion. Além dos motores 1.6 8V e 1.6 16V, o compacto manterá o 1.0 de três cilindros. Motores O motor 1.0 de três cilindros tem potência de 82cv a 6.250rpm e torque de 10,4 kgfm a 3.000rpm quando abastecido com etanol, com gasolina, a potência é de 75cv a 6.250rpm e o torque é de 9,7 kgfm a 3.000 rpm. Já o veterano motor 1.6 8V rende potência de 104 cv a 5.250 rpm e torque de 16,6 kgfm a 2.500 rpm quando abastecido com etanol. Com gasolina, a potência é de 101 cv a 5.250 rpm e torque de 15,4 kgfm a 2.500 rpm. O motor 1.6 16V continuará equipando as versões topo de linha e o aventureiro CrossFox. O propulsor tem potência máxima de 120 cv a 5.750 rpm e torque de 16,8 kgfm com etanol no tanque. Abastecido com gasolina, a potência é de 110 cv e com torque de 15,8 kgfm.
  6. Toyota Camry fica R$ 25 mil mais caro e já supera os R$ 200 mil - http://carplace.uol.com.br/toyota-camry-fica-r-25-mil-mais-caro-e-ja-supera-os-r-200-mil-2/ A Toyota anuncia nesta semana no Brasil uma nova tabela de preços para o sedã Camry. Até então vendido por R$ 180.370, o modelo passou por um reajuste de quase R$ 25 mil e agora não sai por menos de R$ 204.990. A marca alega que o aumento tem relação com reajustes cambiais acumulados, já que a última mudança de preços aconteceu ainda em dezembro de 2015. Um aviso pertinente, considerando que o dólar está em seus níveis mais baixos desde 2015. Importado do Japão, o Camry vendido aqui tem motor 3.5 V6 à gasolina de 277 cv e câmbio automático de 6 marchas. Curioso notar que o aumento de preço acontece justamente quando o modelo troca de geração lá fora. Em janeiro, no Salão de Detroit, a Toyota apresentou o sedã com visual repaginado, plataforma modular TNGA, novos itens de segurança e até motor turbo. -------------------------------------------------------------------------------------------- O dólar caiu e o preço disparou.
  7. Honda estuda produzir o CR-V no Brasil - http://carroonline.terra.com.br/noticias/especiais/honda-estuda-produzir-o-cr-v-no-brasil A mudança na produção da nova geração do CR-V provocou uma série de estudos dentro da Honda no Brasil. O SUV grande até então era importado do México, isentando-o da alíquota de importação de 35%, mas a partir deste ano o modelo passará a ser fabricado nos Estados Unidos. Por causa disso, a marca avalia a possibilidade de montar o modelo em Itirapina, SP. Sérgio Bessa, diretor de relações públicas da Honda para a América do Sul, confirmou que a marca avalia a nacionalização do CR-V. "A equipe responsável por precificação está estudando o custo de vender o modelo importado dos Estados Unidos e o impacto que isso traria no preço", afirmou o executivo. A única coisa certa, no entanto, é a chegada do modelo ao Brasil no segundo semestre deste ano. "Se vier dos Estados Unidos, manteremos o catálogo com versão única e topo de linha", afirmou outro funcionário da marca, que pediu anonimato. Neste caso, o CR-V que viria ao pais seria o modelo 1.5 turbo, com 190 cv e tração integral. CARRO apurou com um grande fornecedor da Honda que dois novos modelos serão feitos na fábrica de Itirapina - que está pronta, mas segue sem operações. Além do CR-V, a marca pode transferir a produção do WR-V ou do HR-V (atualmente feitos em Sumaré, SP) para a nova unidade fabril. O SUV líder do segmento, aliás, pode passar por novidades em breve. Apresentado em 2014, o HR-V se aproxima de sua reestilização de meia-vida. As mudanças tradicionalmente devem se concentrar na dianteira e podem herdar elementos do XR-V chinês. O "irmão" asiático do HR-V nacional tem um estilo com traços mais atuais, compartilhando linhas presentes nos últimos modelos da Honda, incluindo o Civic e o novo City. Mostrado na Tailândia recentemente, o sedã derivado do Fit chegará ao Brasil em 2018. Em seguida virá o Fit reestilizado - que deve herdar alguns detalhes do Shuttle japonês -, com o novo HR-V encerrando mais um ciclo de renovação da Honda.
  8. VW testa Fox Tiptronic na Argentina - http://carroonline.terra.com.br/noticias/especiais/vw-testa-fox-tiptronic-na-argentina Boas novidades estão chegando para o Volkswagen Fox e SpaceFox no Brasil. A dupla foi flagrada pelo site Autoblog Argentina sendo testada com um câmbio automático convencional na Argentina. Esta caixa é velha conhecida dos clientes da VW e substituiu inclusive a moderna caixa robotizada de dupla embreagem no Golf 1.4 nacional. Segundo o site, a fabricante pretende estender a vida útil desses dois modelos antes da chegada da nova geração. Até então previsto para chegar apenas com a troca de plataforma, o câmbio automático irá estrear antes para compensar o atraso do novo (de verdade) Fox. A caixa, da família AQ250, substituirá a atual SQ200 robotizada, chamada comercialmente de I-Motion. O motivo da troca seria porque, apesar da notável evolução do sistema nos últimos anos, ele ainda não está à altura da suavidade entregue pelas caixas automáticas convencionais presentes na concorrência, como Chevrolet Onix e Hyundai HB20. As novas gerações do Volkswagen Gol e Voyage também estão cotados para adotarem o câmbio automático convencional no futuro, após a chegada do Fox e Spacefox ao mercado. Questionada por CARRO ONLINE, a Volkswagen do Brasil que optou por não comentar nada a respeito.
  9. È isso aí. AE tem bola de cristal e respondeu a indignação da turma do fórum: RENAULT CAPTUR, COMO ANDA (COM VÍDEO) - http://www.autoentusiastas.com.br/2017/02/renault-captur-como-anda-com-video/ Durante o lançamento do Captur foi possível avaliar os dois modelos, o Zen 1,6 manual e o Intense 2,0 automático. Confesso que após ler comentários na matéria anterior e no vídeo que já está no YouTube tenho a impressão que haverá muita resistência na aceitação do que eu tenho a dizer. Isso porque há uma enxurrada de pessoas criticando a caixa automática de quatro marchas. E aceito que é praticamente impossível não concordar que uma de seis marchas não pudesse deixar o Captur melhor. Mas, preste atenção: fazer algo melhor não significa que o que foi melhorado seja ruim. E é aí que eu vejo que há muita reclamação de crítica, apenas pela crítica. No AE não avaliamos carros pelo que eles poderiam ser, e sim pelo que são. e alguns fatos sobre o desenvolvimento do Captur nacional O engenheiro Antonio Fleischmann, vice-presidente de engenhari da Renault mostra os componentes comuns com o Captur europeu… Um fato importante é que neste momento a Renault não tem disponível outra caixa automática para este produto. Alguns vão dizer que existe a caixa tal usada em tal modelo, mas isso não quer dizer que possa ser usada facilmente em qualquer produto. E sabendo disso, sabendo das críticas, a engenharia da Renault do Brasil trabalhou com afinco para proporcionar melhor experiência possível para condutor e passageiros. Essa experiência envolve conforto, desempenho e consumo de combustível. E tudo isso dentro de um preço aceitável e em combinação com outras característica e equipamentos. Em um percurso de aproximadamente 100 quilômetros que envolveu trânsito pesado em São Paulo, trechos de rodovia aberta e trechos de rodovias de mão dupla, o que eu notei é que esse conjunto motriz do Captur Intense, motor 2-litros com caixa automática de quatro marchas, na condição de carro vazio, se comporta muitíssimo bem no quesito conforto. As trocas são praticamente imperceptíveis e muito suaves e o trabalho de isolamento acústico e de vibrações do motor também é notável. Quando o pé direito requisita o motor com vigor, a redução de marchas é instantânea e também sem desconfortos. Em um teste de retomada a uma velocidade constante de 100 km/h, ao requisitar carga máxima, a caixa passou de quarta para segunda, o giro subiu rapidamente e a resposta foi satisfatória. Eu digo satisfatória pois entendo que não posso esperar de um carro familiar um comportamento esportivo. O ruído do motor obviamente aumenta em rotações acima de 5.500 rpm até o corte limpo a 6.300 rpm (atingido no modo manual), mas não há aspereza. O Captur europeu receberá as melhorias do desenho desenvolvidas para o nosso O modo manual também apresenta trocas rápidas e suaves e sua operação pela alavanca (não há borboletas) deslocando-a para a esquerda e com marchas ascendentes para trás e descendentes para frente. Alguns já falaram em usar uma CVT no lugar dessa caixa. isso para mim só seria aceitável se fosse uma CVT de última geração ou topo de linha. Caso contrário prefiro essa mesmo. Mas isso me chamou a atenção para o fato de que as CVTs estão sendo mais aceitas e até requisitadas! A 120 km/h o motor está a confortáveis 3.000 rpm. A velocidade máxima é de 177 km/h com gasolina ou 179 km/h com álcool, e a aceleração 0-100 km/h, 12 e 11,1 segundos, respectivamente. O consumo médio que obtive nesse trajeto foi de 9,2 km/l com gasolina, em linha com o do Inmetro. Considerando o trânsito pesado que peguei e as diversas acelerações intensas a que submeti o Captur, fiquei surpreso. Para melhorar o consumo o Captur traz em todas as versões o sistema Energy Smart Management, ou gerenciamento inteligente de energia. Durante acelerações, o alternador é desligado para não carregar o motor desde que a bateria esteja com carga acima de 80%. E durante a desacelerações, quando se retira o pé do acelerador o alternador automaticamente passa a recuperar energia e enviá-la para a bateria, que aumenta sua carga sem consumo de combustível. Há ainda a função Eco, com botão escondido sob a alavanca do freio de estacionamento, que otimiza pedal do acelerador e ar-condicionado para redução de consumo. Quando já se anda muito tranquilamente essa função é imperceptível. Há ainda uma luz grande no painel que fica verde enquanto estamos nos comportando e assim que começamos a sair da linha fica mais amarelada até atingir um laranja forte caso você não se comporte. Desenho rebuscado, mas mostradores simples. Durante o lançamento muitos elogiaram O tradicional eixo de torção atrás e McPherson na frente foram ajustados para uma excelente combinação conforto-desempenho. Como o Captur é um carro alto (1.619 mm), era de se esperar um comportamento menos confortável proveniente de uma suspensão mais rígida para conter mais os movimentos. No entanto, em curvas leves do percurso e dirigindo comportadamente, me senti muito confiante. Em forçadas de barra em velocidades mais alta a confiança foi igual. E isso sem perder o conforto. A Renault sabiamente optou por pneus de perfil 60 (215/60R17). E também decidiu equipar todas as versões com o ESP e quatro bolsas infláveis. Em buracos também me surpreendi positivamente tanto pelo comportamento quanto pelo isolamento de ruídos. Captur Intense com rodas R17 e pneus 215/60 Captur Zen, com a mesma roda mas acabamento mais simples O conforto a bordo se completa pelos bancos dianteiros com apoios laterais que nos acomodam muito bem e o grande espaço interno com grande área envidraçada, que proporciona claridade e uma boa sensação. O tempo todo eu imaginei que minha família estaria contente ali comigo. Minha filha apenas reclamaria da falta de uma entrada USB ou tomada para carregar o celular no banco de trás. E eu reclamaria de ficar com o fio do carregador dela passando ali no meio dos bancos dianteiros. E como é difícil agradar! A versão Zen, com motor 1,6, tem caixa manual de cinco marchas. Vários pediram uma CVT ali! Já está a caminho e chega dentro de alguns meses. O motor SCe cumpre bem o seu papel no Captur para uso mais urbano e até em viagens curtas. Eu tenho a impressão que os motoristas estão se habituando a andar cada vez mais com tranquilidade, ainda mais em suves. Isso em São Paulo. Talvez em outras regiões mais arejadas isso não seja verdade e o 2-litros seja mandatório. Captur Zen na cor marfim com teto preto, chique Mas não se deixe enganar por números apenas. Eu tive também uma boa impressão dessa versão. A caixa mais curta, com 120 km/h em quinta a 3.500 rpm, foi uma escolha para deixá-lo mais à mão e disposto. Se você faz viagens longas, de mais de duas horas e com muita frequência, vai desejar a versão Intense. Se viaja ocasionalmente e gosta de cambiar, como eu, vai se deleitar com a Zen. Esse “motorzinho” quando requisitado é bem esperto. Mais do que aceita, ele se diverte acima de 4.000 rpm. E isso associado a um conjunto de alavanca mais trambulador muito bem-resolvidos e a uma embreagem levíssima, tornam a diversão mais gostosa. Fiz exatamente o mesmo percurso, mas desta vez com álcool, e obtive 7,5 km/l, também em linha com o do Inmetro. Com a caixa manual e pesando 69 kg a menos que a versão Intense, a aceleração 0-100 com o motor 1,6 e com álcool é atingida em 11,9 s. Até levemente mais baixa que na versão 2-litros com gasolina. Daí dá para se ter uma ideia do seu comportamento. Obviamente com carro cheio tudo muda de figura. Mas quem quiser muito um suve e estiver com orçamento apertado pode partir para o Captur Zen. Claro que existem muito concorrentes no segmento. Muitos deles com conjuntos motrizes mais desejados. E possivelmente com outras deficiências. Embora haja subjetividade na interpretação do desenho, acho difícil negar que o Captur tenha um estilo diferente e muito atraente. Junte-se a isso o espaço interno excelente e o conforto a bordo e de rodagem dignos de destaque e temos um conjunto que pode atrair muitos consumidores. Principalmente aqueles que não se deixam levar apenas por números. E vamos aguardar um “no uso” para explorarmos mais outras condições de uso. Para ficha técnica e fotos adicionais consulte a matéria anterior aqui: Lançamento Renault Captur. Vídeo
  10. Renault Captur 1.6 com câmbio CVT chega em junho - http://www.autossegredos.com.br/marcas/renault-marcas/renault-captur-1-6-cvt-chega-em-junho/
  11. Primeira Volta: Renault Captur – À moda saia e blusa - http://www.autossegredos.com.br/lancamentos/renault-captur-a-moda-saia-e-blusa/ Renault Captur chegará às revendas em 11 de março. Confira nosso primeiro contato com a versão 2.0 Intense Paulo Eduardo (*) De São Paulo (SP) No século passado, as carrocerias de automóveis pintadas em duas cores recebiam a denominação saia e blusa em alusão a peças do vestuário feminino. Na segunda década deste século, a pintura bicolor, como a do Captur, é denominada biton e vendida como item opcional por R$ 1.400 pela Renault. O novo SUV da marca francesa estará à venda nas regiões Sul e Sudeste até o fim de fevereiro e a partir de 11 de março em todo o país. O Captur nacional é idêntico ao vendido na Rússia desde o ano passado e bem maior do que o fabricado na França. O carro é o Duster com nova roupagem. A distância entre-eixos é a mesma assim como o comprimento. Além das linhas da carroceria, a diferença entre os dois modelos está no acabamento mais refinado e isolamento acústico do Captur. Percebe-se logo a maior altura do solo. Aliás, o Captur é mais alto do que o Duster e a picape Oroch. Por isso, está equipado de série com controles de tração e de estabilidade, além do Hill holder. Esse dispositivo evita o recuo do carro em aclive. Elevada também é a posição de dirigir. Andando Dirigimos apenas a versão 2.0, que a Renault espera ser a mais vendida, e equipada somente com câmbio automático de quatro marchas, o mesmo da Oroch. O câmbio CVT vai equipar a versão de entrada Zen com motor 1.6 dentro de três meses, segundo a Renault. Por enquanto essa versão terá somente câmbio manual de cinco marchas. Futuramente, o CVT poderá equipar a Intense 2.0. A suspensão multilink está reservada para o Captur 4×4, a exemplo do modelo russo. Não há data definida para essa versão ser vendida no Brasil. A qualidade percebida é notada até no revestimento das laterais do porta-malas, que perdeu alguns litros para o Duster _ 475 litros contra 437 do Captur, que é a mesma do rival Honda HR-V. Com bancos forrados em couro e pintura em duas cores o novo SUV tem preço sugerido de R$ 91.300. Bancos de maior espessura do que os Duster tiram um pouco do espaço farto para pernas no banco traseiro, apesar de terem a mesma distância entre-eixos. Ainda assim, o espaço para a turma de trás é muito bom. Interior Além da posição muita alta de dirigir, as trocas suaves do câmbio são logo percebidas. O motor urra para valer ao pisar fundo no acelerador em ultrapassagem quando o câmbio pula da quarta para a segunda marcha. A eletrônica trabalha bem e reduz marcha em descida. A coluna de direção tem apenas regulagem de altura. Falta a de distância. Falha grave num carro que custa em torno de 90 mil reais. O material do painel central tem bom aspecto, mas não se usa plástico emborrachado, a exemplo do Honda HR-V. No quadro de instrumentos falta o indicador de temperatura do motor, que foi substituído por luz espia. A Renault consegue manter o conforto de rodagem com as rodas aro 17 (16 polegadas no Duster e pneus de perfil 65) e pneus de perfil 60. Muito boa a calibragem da suspensão, que é um dos pontos fortes da marca no Brasil. Rodas maiores estão na moda e os clientes exigem, mesmo engenharia reconhecendo que mais borracha e menos metal significa mais conforto para os ocupantes. Mas os fabricantes produzem carros para clientes e têm que fazer o que eles pedem. Essa é a explicação para rodas grandes e perfil baixo dos pneus. Moda vigente há algum tempo. Em asfalto bem conservado não há desconforto nem risco de dano. Entretanto, a realidade é outra na maioria das ruas e estradas no país. Direção A direção com assistência eletro-hidráulica evoluiu em relação à hidráulica convencional. É possível sentir um pouco o comportamento do carro, além de não roubar potência do motor. Mais bem adequada é a direção com assistência totalmente elétrica. A eletro-hidráulica da Renault exige esforço em manobra. Segurança O controle de estabilidade segura bem o Captur nas curvas. Cumpre a função e sem o equipamento seria difícil segurar a trajetória do carro que fica a 21,2 centímetros de altura do solo. A inclinação da carroceria é contida, mas prudência na curva é imperativo. Os ângulos de ataque e saída são bons, 23 e 31 graus respectivamente. Mesmo assim, o carro esbarrou a frente na saída do estacionamento para o test-drive. Além da eletrônica na segurança, o Captur vem de série com dois airbags laterais, além dos frontais previstos em lei. No banco traseiro, há sistema Isofix para fixação de cadeiras infantis. O público feminino é o alvo principal do Captur. Os utilitários-esportivos representaram 15% do mercado no ano passado e devem atingir 25% este ano. E os SUVs caíram no gosto das mulheres, que se sentem mais seguras em carros mais altos. Sorte dos fabricantes. Enfim, o Captur tem atributos para agradar com as linhas bonitas, sóbrias e limpas sem os recortes que caracterizam a maioria dos modelos de origem asiática. O Captur segue o estilo sóbrio europeu.
  12. Renault lança Captur sobre base do Duster - http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/25325/renault-lanca-captur-sobre-base-do-duster Para desenvolver carros no Brasil, a Renault lança mão da estratégia de realizar simbioses de produtos. Depois de transformar em Renault aqui toda a linha de modelos da sua controlada romena Dacia – manobra iniciada com o Logan em 2007 –, desta vez a montadora usou a plataforma do utilitário esportivo Duster para desenvolver outro SUV, o Captur, que na Europa é construído sobre a base da última geração do Clio, menor, porém mais moderna e evoluída. A engenharia brasileira da Renault comandou o desenvolvimento do Captur “emergente” com custos menores, que já é produzido há seis meses na Rússia e também será na Índia, para ser vendido nesses países e seus arredores onde existem consumidores menos exigentes. A Renault já vende desde dezembro o Captur brasileiro na Argentina e deverá exportá-lo de sua fábrica de São José dos Pinhais para oito outros mercados da América Latina. No Brasil começou esta semana a fase de pré-venda, é possível agendar test-drives com o modelo em 80% das concessionárias da marca no País. As primeiras entregas no Sul e Sudeste devem ser iniciadas semana que vem e a fabricante afirma que a partir de 10 de março toda a rede estará abastecida. Para o lançamento, a marca aposta em usar o design elegante do Captur para "colar" uma imagem sofisticada ao modelo. Como parte da estratégia para atrair público que compra carros mais caros do que os até hoje oferecidos na rede de concessionárias, foi criada a Maison Renault em um dos endereços mais luxuosos de São Paulo. Onde existia um posto de gasolina desativado na badalada Rua Oscar Freire, foi construída em 40 dias uma grande estrutura provisória para abrigar uma série de ações de marketing até 12 de março, que devem receber 10 mil pessoas com a realização de 48 eventos entre exposições, shows e degustações gastronômicas. O Captur inaugura no Brasil uma ofensiva de lançamentos de SUVs (ou algo parecido com isso) da Renault, que inclui o compacto popular Kwid e o Koleos, de maior porte, que virá importado da Coreia ainda neste semestre. "Investimos no segmento que mais cresce no País, que passou de 6% do mercado em 2014 para 15% no ano passado. Temos certeza que é a aposta certa", justifica Fabrice Cambolive, presidente da Renault do Brasil. Apesar de ser uma adaptação sobre plataforma antiga, o Captur traz em seus traços a mais recente identidade visual mundial da Renault, desenhada em regime de cooperação pelos cinco centros de design da marca no mundo, incluindo um instalado em São Paulo. A nova geração do Captur europeu, que será apresentada no Salão de Genebra em março, também trará os mesmos traços, que incluem luzes diurnas (DRL) abaixo dos faróis e lanternas traseiras de LED, além de grade dianteira redesenhada com o losango da Renault fixado em uma haste alinhada com os faróis. Para fazer a nova pintura bicolorida do novo modelo, foram investidos € 4,5 milhões da fábrica de São José dos Pinhais (PR), para instalar um novo processo robotizado que pinta cada carro em 1 hora e 50 minutos. Para desenvolver o Captur brasileiro, a engenharia da Renault trabalhou 720 mil horas e rodou 1 milhão de quilômetros com 150 veículos de testes em seis países. "O carro tem poucas partes do Captur europeu e a plataforma do Duster também foi bastante modificada. Foi um desenvolvimento novo feito no Brasil, que liderou o projeto do carro a ser fabricado também na Rússia e Índia", afirma Antonio Fleischmann, diretor de projeto Américas. PREÇOS O Captur também inaugura uma nova configuração de versões, que aos poucos será estendida para os demais modelos da Renault no País. Serão só duas nomenclaturas, começando com a versão Zen, equipada com câmbio manual e o novo motor 1.6 SCe – o mesmo que desde o fim do ano passado é usado por Sandero e Logan, mas recalibrado com um pouco mais de potência, de 118 para 120 cavalos abastecido com etanol. Esta versão parte de R$ 78,9 mil e assim deve ser forte concorrente em preço do Nissan Kicks, que tem tamanho e motorização assemelhados. Opcionalmente, o Captur Zen pode receber a central Media Nav, com sistema de som, conexão com celular, navegador e câmera de ré por R$ 1.990. Pintura em duas cores custa mais R$ 1,4 mil. Dentro de três meses a Renault promete oferecer a opção de transmissão automática CVT em conjunto com a motorização 1.6. A versão topo de linha agora é chamada de Intense, equipada com um ultrapassado e pouco eficiente powertrain importado da França, motor flex 2.0 de 148 cavalos (etanol) e câmbio automático de apenas quatro velocidades. O preço parte de R$ 88.490 e pode chegar ao teto de R$ 91.390 se forem agregados bancos revestidos com couro (R$ 1,5 mil) e pintura bicolorida (R$ 1.4 mil). Pelo monitoramento do público-alvo imaginado para o Captur, a Renault calcula que esta versão será responsável pela maioria das vendas do modelo, dominando de 75% a 80% do mix, mas isso até a chegada da opção 1.6 CVT, que deverá roubar muitos clientes desta versão. COMPLETO A plataforma do Captur nacional pode ser antiga, mas a Renault garante que fez diversas modificações na adaptação em relação ao Duster, incluindo uma nova suspensão. Também aparelhou o carro com uma moderna arquitetura eletroeletrônica que conta com 13 computadores para controlar muitos equipamentos de série que aumentam eficiência, conforto e segurança. O pacote é bem completo desde a versão mais barata, incluindo quatro airbags (frontais e laterais), cintos de segurança com pré-tensionador pirotécnico, freios com ABS/EBD e controle eletrônico de estabilidade e tração (o ESP fabricado no Brasil pela Bosch), assistência de partida em rampa, direção eletro-hidráulica, assistente de frenagem de emergência, ancoragem Isofix para cadeirinhas de crianças, ar-condicionado, acionamento elétrico de vidros, travas e retrovisores com rebatimento, rodas de liga leve de 17 polegadas. A grande vantagem de ter sido adaptado sobre a ampla plataforma do Duster é que o Captur brasileiro ficou maior e confortável. Ele é 20 centímetros mais longo, cinco mais alto e quatro mais largo do que o modelo europeu lançado em 2013. O porta-malas de 400 litros é o maior da categoria. Esse arranjo sobre a base de baixo custo da Dacia trouxe qualidade competitiva ao novo SUV: a Renault garante que o Captur é o mais espaçoso dos SUVs compactos já lançados no mercado brasileiro, assim como é o que tem a carroceria com maior distância do solo e posição de dirigir elevada. O posicionamento de mercado do Captur fica acima do Duster, que parte de R$ 65 mil com motor 1.6 (a versão que responde por 85% das vendas do modelo) e chega a R$ 84 mil com o mesmo powertrain 2.0 e câmbio automático usado no Captur. Por isso os executivos da Renault avaliam que não haverá canibalização entre os modelos. O Captur, por enquanto, não será oferecido com tração 4x4, como já acontece em outros mercados. Esta opção ficará restrita ao Duster, mas a montadora não descarta essa possibilidade. Se houver demanda, a engenharia garante que está preparada para fazer.
  13. E piorou mais com essas chuvas. E tem também isso:
  14. Tem o valor do IPVA também, que é menor no 16.. Tirado da FIPE: Ka 1.0 2015 x 2016 = R$ 32.641,00 x R$ 34.579,00
  15. Mini Cooper Seven chega ao Brasil por R$ 149.950 - http://quatrorodas.abril.com.br/noticias/mini-cooper-seven-chega-ao-brasil-por-r-149-950/ Cor azul Lapispuxury é exclusiva da versão Seven (Divulgação/Quatro Rodas) A Mini anunciou a chegada do Cooper Seven ao Brasil. Com pintura exclusiva de proposta clássica e bom pacote de equipamentos, o modelo chega ainda este mês por sugeridos R$ 149.950. Disponível apenas com carroceria de três portas, o Cooper Seven pode ser branco, preto, verde ou do exclusivo tom de azul batizado de Lapisluxury, destaque da versão. Os repetidores laterais de seta recebem o número 7 (que também pode ser encontrado nas soleiras das portas), enquanto as rodas, de 17 polegadas, têm desenho diferenciado em relação às demais versões e os retrovisores são sempre na cor cinza. Conjunto mecânico é formado pelo motor 2.0 turbo de 192 cv e câmbio automático de seis marchas (Divulgação/Quatro Rodas) Entre os equipamentos, o modelo tem faróis full led com acendimento automático, sensor de chuva, direção elétrica, central multimídia e seletor de modo de direção (normal, esportivo e econômico). O motor é sempre o 2.0 turbo de 192 cv acompanhado do câmbio automático de seis marchas.