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Sobre MIS

  • Rank
    Jeremy Clarkson
  • Data de Nascimento 28-04-1974

Profile Information

  • Gender
    Male
  • Local
    São Paulo/SP

Seu Carro

  • Fabricante
    VW
  • Modelo
    Fox
  • Versão
    Prime
  • Cor
    Prata
  • Ano/Modelo
    2011/2012
  1. Bacana. Na parte "LISTA DE PRODUTOS NÃO CONFORMES COM RELAÇÃO À QUALIDADE NA ANP" só tem marca desconhecida.
  2. Quase 2 anos depois...
  3. Todo motorista de Audi R8 é celebridade... mesmo sem ser; assista ... - http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2017/08/14/todo-motorista-de-audi-r8-e-celebridade-mesmo-sem-ser-assista.htm?cmpid=copiaecola - http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2017/08/14/todo-motorista-de-audi-r8-e-celebridade-mesmo-sem-ser-assista.htm Quando passei, ele estava meio coberto numa rua perto da minha casa. Tinha um cara tirando foto, achei que fosse de algum jogador de futebol. ehehe Foi a primeira vez que vi um R8 e ele é bem baixinho. Só não sei o motivo de escolherem o meu bairro. Aqui está lotado de lombada, algumas monstruosamente gigantes.
  4. O que estranhei foi: "Ele também terá um design frontal diferente do europeu – segundo a VW, resultado de clínicas realizadas com clientes brasileiros. " ( http://quatrorodas.abril.com.br/noticias/vw-comeca-producao-do-polo-e-confirma-virtus-suv-e-picape-no-brasil/)
  5. Chevrolet Cruze 2018: preços, fotos e itens das versões - http://www.car.blog.br/2017/08/chevrolet-cruze-2018-precos-fotos-e.html A Chevrolet do Brasil apresenta a linha 2018 do Cruze, modelo que completa um ano de mercado, trazendo como novidades ajuste de altura dos faróis também para a versão de entrada e o repetidor de seta nos retrovisores externos. Outra novidade é a localização da produção do motor do Cruze no mesmo complexo industrial da GM onde é feito o modelo, em Rosário, na Argentina. Tabela de preços Os preços subiram entre R$ 1.100 na versão LT, R$ 2 mil nas LTZ, e ficaram da seguinte forma: Chevrolet Cruze LT 2018 -- R$ 92.990 reais Chevrolet Cruze LTZ 2018 -- R$ 104.990 reais Chevrolet Cruze LTZ 2018 (completo) -- R$ 114.990 reais O Cruze vem de série desde a versão LT com revestimento dos bancos em couro, assistente de partida em rampas, sistema de monitoramento da pressão dos pneus, ajuste de altura dos faróis, câmera de ré com sensor de estacionamento traseiro, computador de bordo de última geração, equipamento de áudio de alta definição, rodas de aro 17 e sistema Stop/Start (desliga momentaneamente a ignição em paradas para economizar combustível). Há ainda multimídia MyLink com Android Auto e Apple CarPlay, com o sistema OnStar, que oferece ao motorista serviços de emergência, segurança, navegação, concierge e diagnóstico remoto. Já a versão topo de linha (LTZ) acrescenta airbags laterais e de cortina, luz de condução diurna em LED, sensor de estacionamento dianteiro, sensor de chuva, sensor crepuscular, abertura das portas por sensor de aproximação na chave e partida por botão no painel, além de acionamento da ignição por controle remoto, retrovisores externos com rebatimento elétrico e aquecimento, retrovisor interno eletrocrômico, multimídia MyLink com GPS integrado, acabamento da grade e das maçanetas externas em cromo e rodas escurecidas. A Chevrolet oferece ainda um pacote high-tech para o Cruze, composto por: Assistente de permanência na faixa Alerta de colisão frontal Alerta de ponto cego Sistema de estacionamento automático Farol alto inteligente Carregador de celular sem fio Banco do motorista com ajustes elétricos O assistente de permanência na faixa possui uma câmera na parte superior do para-brisas que “lê” as faixas da via e faz eventuais correção na trajetória do veículo ao perceber que ele está saindo involuntariamente da pista. O alerta de colisão frontal é um equipamento de segurança que, por meio dele, o motorista estabelece eletronicamente uma distância mínima em relação ao veículo à frente, podendo, por exemplo, ser alertado caso o outro automóvel sofra uma redução de velocidade repentina. Além de luzes vermelhas piscarem na base do para-brisa, um alarme soa pelos alto-falantes do carro. O alerta de ponto cego auxilia o motorista em mudanças de faixa. Uma luz acende no retrovisor externo atentando da presença ou da aproximação de um outro automóvel ou de uma motocicleta em tráfego lateral. O sistema de estacionamento automático ajuda o motorista a estacionar em vagas paralelas e perpendiculares. Radares e sensores espalhados pela carroceria identificam os obstáculos em volta e o volante esterça sozinho. Ao condutor, basta seguir as instruções no computador de bordo de quando acelerar e frear o veículo, por exemplo. Já o sistema de iluminação conta com os faróis altos inteligentes, sistema que altera o facho de acordo com o tráfego para não ofuscar, por exemplo, a visão do motorista do veículo que vem em sentido contrário. O Cruze sedã 2018 já está sendo distribuído às concessionárias Chevrolet em todo país em oito opções de cores: Branco Summit, Branco Abalone, Vermelho Edible Berries, Vermelho Glory, Cinza Satin Steel, Prata Switchblade, Azul Petróleo e Preto Ouro Negro.
  6. lembra a do City mesmo, mas o Passat também tem esse padrão.
  7. Com certeza serão inferiores. Um lixo, provavelmente. Do contrário, qual o sentido dos franceses usarem uma plataforma mais cara para a Europa?
  8. Segredo: novos Classe A e Série 1 estreiam até o fim de 2018 - http://quatrorodas.abril.com.br/noticias/segredo-novas-geracoes-do-classe-a-e-serie-1-estreiam-ate-o-fim-de-2018/ O Mercedes vai radicalizar no visual, enquanto o BMW ganhará tração dianteira Novo Classe A chega à Europa no fim do ano (Du Oliveira/Quatro Rodas) BMW e Mercedes são duas das marcas que mais lançam carros em novos segmentos – até porque passaram boa parte de sua existência fazendo basicamente sedãs em três tamanhos: M, G e GG. Apesar da atual diversificação, a dupla não descuida dos territórios já conquistados, nos quais são rivais históricas. Um desses segmentos é o de hatches médios. Neste momento, BMW e Mercedes trabalham no desenvolvimento das novas gerações de Série 1 e Classe A, respectivamente. Série 1 vais seguir a atual identidade visual da marca, como no Série 5 (Du Oliveira/Quatro Rodas) A Mercedes apresentará resultados antes: o novo Classe A é esperado para o final deste ano. Mais precisamente, a avant-première deve acontecer em setembro, no Salão de Frankfurt. A BMW vem um ano depois, final de 2018, com o Série 1. O Classe A será um exemplar de segunda geração (o monovolume homônimo lançado nos anos 90 não entra na conta). Ele usa a mesma plataforma modular MFA da versão atual, mas em uma variação chamada internamente de MFA2, que é maior no comprimento, o que significa que deverá haver mais espaço interno para pessoas e bagagem. Maior no comprimento, o hatch vai oferecer mais espaço interno (Du Oliveira/Quatro Rodas) O estilo muda bastante. Inspirado no show car Concept A, apresentado este ano no Salão de Xangai, o Classe A terá linhas mais fluidas, no lugar dos atuais vincos bem definidos que começam a cair em desuso na marca. No que diz respeito à motorização, a Mercedes deve aumentar a oferta com versões híbrida e elétrica acrescentadas às tradicionais gasolina e diesel de quatro cilindros. A terceira geração do Série 1 estreia com mudanças mais radicais, uma vez que ele ganha a plataforma modular UKL, já aplicada em modelos como o BMW Série 2 Active Tourer e o Mini Countryman. Essa estrutura não permite arquiteturas de tração traseira, uma tradição na linha BMW. O novo Série 1 poderá ter versões com tração dianteira ou integral. O lado positivo da troca de plataforma está no fato de que a nova base será mais leve (o que vai contribuir para o desempenho e a economia) e maior nas três dimensões (assegurando mais espaço interno). O Série 1 pode ser produzido em Araquari (SC) (Du Oliveira/Quatro Rodas) O visual vai obedecer à nova linguagem da BMW, tendo como exemplo recente o Série 5. A grade ficará maior e integrada ao conjunto de faróis. Outra novidade que pode desagradar aos fãs mais conservadores é a ausência do motor de seis cilindros, item que também não é previsto pela nova plataforma. Em seu lugar haverá versões de três e quatro cilindros, 1.5 e 2.0, respectivamente. Sobre o Brasil, ainda não se sabe como seriam as duas estratégias. Por ser fabricado aqui, o Classe A pode demorar mais de um ano para ser renovado. Já o Série 1 poderia estrear em alguns meses, importado. Mas, como essa plataforma é usada também pelo Mini, haveria uma chance de o BMW ser produzido em Araquari (SC).
  9. Flagra: Ford Ka 2019 (reestilizado) terá opção de câmbio automático - https://www.autossegredos.com.br/segredos/flagra-ford-ka-reestilizado-tera-opcao-de-cambio-automatico/ Como antecipamos no mês passado, o Ford Ka e Ka+ serão reestilizados em 2018. A mudança visual fará sua estreia na linha 2019 do compacto. Agora, nosso leitor Frederico Maia flagrou protótipos do modelo em testes no Sul do país. Além do visual renovado, o Ford Ka 2019 terá opção de câmbio automático. As novidades visuais serão mais concentradas na dianteira do modelo. De acordo com nossas fontes, por ainda ser importado o motor tricilíndrico 1.5 Dragon não será usado na linha Ka inicialmente. Linhas A reforma visual do compacto é de responsabilidade da Ford Ásica Pacífico. As mudanças se restringem as partes móveis, ou seja, na dianteira mudam para-choque e faróis. Capô e para-lamas seguem como estão. O flagra indica que o para-choque terá novas entradas de ar inferiores. Já os faróis também terão novo formato. De lado, as únicas mudanças visíveis serão as novas rodas já usadas nos protótipos e os retrovisores que passarão a contar com os repetidores de seta. Na traseira, como é de praxe nas reestilizações da Ford, somente o para-choque terá retoques. Já a lanterna mantém o mesmo formato ganhando somente novos elementos internos. Interior Os protótipos flagrados estavam com o painel coberto, o que indica uma atualização. Motores Na motorização, o Ka 2019 seguirá com os motores 1.0 e 1.5 atuais. O propulsor 1.0 de três cilindros rende 85 cv quando abastecido com etanol e torque de 10,7kgfm e 80 cv com gasolina e torque de 10,2kgfm. Já o motor 1.5 tem potência de 111 cv e torque de 15 mkgf com etanol e 107 cv e torque de 14,8 kgfm com gasolina. O Ford Ka 2019 contará opcionalmente com câmbio automático de seis velocidades para as versões com motor 1.5 e também com o manual de cinco velocidades. Já o propulsor 1.0 manterá a transmissão manual de cinco velocidades. Versões O Ford Ka e Ka+ manterão a mesma oferta de versões atuais. Com a mudança a versão aventureira Trail mudará de visual com menos de um ano de mercado.
  10. Renault Kwid é lançado com "reconstrução" total para o Brasil - https://br.motor1.com/news/173362/lancamento-oficial-renault-kwid/ Quase nada sobrou do Kwid indiano para o nosso mercado. E o Crash Test deve acontecer em breve Primeiro, o choque da péssima classificação no Global NCAP, com zero estrela da versão indiana. Depois, a primeira aparição da versão brasileira no Salão de Buenos Aires. Daí a pré-venda com preço inicial de R$ 29.990, com taxa de reserva de apenas R$ 1.000 parcelada no cartão de crédito em 3 vezes. Sucesso além do esperado. A vida do Renault Kwid é feita de altos e baixos e, aproveitando a boa maré, ele é apresentado oficialmente para o mercado brasileiro. Segundo a Renault, quase nada se aproveitou do Kwid indiano para o nosso. "Pelos padrões brasileiros de homologação, ele nem poderia ser vendido aqui", disse Manuel Tavares, chefe de engenharia do Kwid. Ele parte da mesma plataforma, chamada de CMFA e usada pela aliança Renault-Nissan para este segmento, mas toda a sua construção foi revista para se enquadrar, principalmente, nas exigências de deformações, torções e qualidade de montagem do novo mercado em que ele entrará. Como referência, o Kwid latino pesa, no mínimo, 758 kg, contra 680 kg do indiano - tudo devido a reforços estruturais. Ele é construído com 30% de aços de alta resistência, principalmente em pontos estratégicos para a absorção de impactos. Todo este trabalho foi realizado por equipes brasileiras, com 290 pessoas dedicadas ao projeto, em mais de 200.000 horas de desenvolvimento, 1 milhão de quilômetros rodados na América Latina e Romênia. Foram 35 crash-tests, com carros completos ou componentes separados, para garantir que ele não terá o mesmo resultado do indiano. E não deve demorar para o modelo brasileiro ser enviado ao Latin NCAP, só dependendo da programação da organização, segundo fonte da Renault. Com o histórico negativo do Kwid indiano em testes de impacto, a Renault focou na segurança. Lembra quando o Clio nacional foi lançado com airbag duplo quando o item ainda não era obrigatório? A história se repete com o Kwid, mas com os airbags laterais, totalizando quatro. Ele também vem com fixação Isofix no banco traseiro em todas as versões. Será o suficiente para apagar o Kwid indiano da cabeça do povo? Segundo a Renault, pelo comportamento da pré-venda, sim. Dieta do peso e custos O Kwid "original" é leve mas, como muito divulgado, inseguro. Então o grande desafio da engenharia brasileira foi torná-lo um carro capaz de atender às normas de segurança, mas ganhando pouco peso, para manter a relação de peso/potência num bom nível e também não prejudicar o consumo (que vamos falar um pouco mais adiante) e desempenho. Eles conseguiram isso, afinal, o adicional de peso foi de, no máximo, 88 kg na versão completa, mantendo o Kwid com até 768 kg. Por isso, o Kwid não usa a mesma versão de motor 1.0 do Sandero/Logan, o SCe de 3 cilindros, com duplo comando de válvulas variável, 79/82 cv e 10,2/10,5 kgfm de torque. Manteve o bloco e cilindrada, mas o cabeçote, mesmo ainda sendo de 12V, usa comando duplo, sem variação, em prol da economia de custos e de peso. Até o câmbio manual de 5 marchas é exclusivo do Kwid, mais leve, barato e compacto que o dos irmãos, com capacidade de trabalhar o torque menor do subcompacto. No total, são 66/70 cv e 9,4/9,8 kgfm de torque. Como exemplo, a relação peso potência do Sandero 1.0 está na faixa dos 12 kg/cv, contra 11 kg/cv do Kwid. Somando tudo, o Kwid conquista números de consumo, segundo o Inmetro, suficientes para ser o carro mais econômico da categoria na média mista com gasolina: 15,2 km/l. Abaixo, uma tabela comparativa com o Peugeot 208 1.2, o mais econômico do país até então, e seus concorrentes diretos, VW up! MPI e Fiat Mobi, nas versões Fire e Drive, além do up! TSI como referência do motor turbo com injeção direta. Destacado, temos o melhor de cada item da classificação: MODELO ETANOL - CIDADE ETANOL - ESTRADA GASOLINA - CIDADE GASOLINA - ESTRADA Renault Kwid 10,5 km/l 10,8 km/l 14,9 km/l 15,6 km/l Peugeot 208 1.2 10,4 km/l 11 km/l 14,8 km/l 15,8 km/l Volkswagen up! MPI 9,6 km/l 10,6 km/l 14,2 km/l 15,3 km/l Volkswagen up! TSI 10 km/l 11,5 km/l 14,3 km/l 16,3 km/l Fiat Mobi Fire 9,2 km/l 10,2 km/l 13,5 km/l 15,2 km/l Fiat Mobi Drive (Firefly) 11,3 km/l 10,3 km/l 13,7 km/l 16,1 km/l O SUV dos compactos? A Renault aposta que o Kwid atrairá o consumidor por uma série de qualidades. O primeiro ponto é ser chamado de "SUV dos compactos". A marca entra na onda dos "falsos SUVs", mas coloca sob o braço as regras do Inmetro para se justificar. A altura livre do solo é de 180 mm, o ângulo de entrada de 24º e o de saída é de 40º, mas em nenhum momento falam em uso off-road. Apenas são boas qualidades para o uso urbano, segundo a marca, e na posição elevada de dirigir, com 324 mm do solo até o "ponto H", ou a junção do assento com o encosto do banco dianteiro. O design, principalmente da dianteira e das caixas de rodas com apliques plásticos, remetem aos utilitários esportivos da Renault. Mas como ele vai se classificar nas tabelas de vendas da Fenabrave? Ao menos por lá, como carro de entrada, onde o Clio se encaixava. Ufa. Outro pilar do Kwid é o espaço interno. Com eixos nas extremidades (2.423 mm de entre-eixos), há um bom aproveitamento, onde quatro adultos convivem tranquilamente. No porta-malas são 290 litros, mais do que os 280 litros do Chevrolet Onix. O problema será colocar duas pessoas maiores para conviver lado a lado, já que o Kwid é estreito. Mas os bancos são confortáveis em densidade da espuma e dimensões. Mercado, versões e preços O Kwid já está em pré-venda desde a apresentação no Salão de Buenos Aires, em junho. Muito chamou a atenção o preço inicial de R$ 29.990 da versão Life e os pacotes da Zen (+ rádio) e Intense (+ pacote Connect). Agora, a Renault divulga mais três opções, usando as mesmas versões. Renault Kwid Life (R$ 29.990): rodas de 14" com calotas, 4 airbags, isofix, desembaçador traseiro, abertura interna do porta-malas e preparação para som; Renault Kwid Life + ar-condicionado e direção elétrica (Preço não divulgado): Life + ar-condicionado manual e direção elétrica (disponível a partir de outubro); Renault Kwid Zen (R$ 34.990): Life + direção elétrica, ar-condicionado, revestimento do porta-malas, aviso de luzes acesas e travas e vidros dianteiros elétricos (disponível a partir de agosto); Renault Kwid Zen + rádio (R$ 35.390): Zen + som com Bluetooth e USB; Renault Kwid Intense (Preço não divulgado): Zen + faróis de neblina, rodas de 14", e detalhes internos diferenciados (disponível a partir de outubro); Renault Kwid Intense + Pack Connect (R$ 39.990): Intense + sistema multimídia MediaNav com GPS e câmera de ré, retrovisores elétricos, abertura elétrica do porta-malas, chave canivete e grade dianteira cromada. Como já noticiamos, os carros da pré-venda começam a ser entregues nos primeiros dias de agosto, com previsão de só terminar no fim de novembro. Foram liberadas 10.000 unidades para o programa, que ganhou destaque com a entrada de R$ 1.000 em 3 vezes no cartão de crédito e taxas de financiamento especiais. Segundo a marca, 50% dos modelos vendidos na pré-venda foram da versão Zen, 40% da Intense e 10% da Life. Quem optar pelo financiamento do Banco Renault terá 5 anos de garantia (dois a mais que o padrão) e a três primeiras revisões gratuitas para os compradores da pré-venda. Para exemplificar o valor de manutenção, a Renault mostrou os valores das três primeiras (feita a cada 10.000 km ou 3 anos) para que comprar o carro sem financiamento: REVISÃO PREÇO TABELADO 10.000 km ou 1 ano R$ 349,00 20.000 km ou 2 anos R$ 349,00 30.000 km ou 3 anos R$ 349,00
  11. Novo Audi Q5 2018 começa a ser vendido no Brasil - preços - http://www.car.blog.br/2017/08/novo-audi-q5-2018-comeca-ser-vendido-no.html As concessionárias da Audi no Brasil já recebem a segunda geração do Audi Q5 a partir de hoje, 3 de agosto. Os preços começam em R$ 244.990 reais. O novo Audi Q5 chega importado do México com novidades tecnológicas como o painel totalmente digital Audi virtual cockpit e o sistema de condução semiautônomo traffic jam assist. São três versões disponíveis: Attraction, por R$ 244.990, Ambiente, oferecida por R$ 274.990, e Ambition, com preço inicial de R$ 292.990. Em todas as opções, o novo Q5 é equipado com motor 2.0 TFSI a gasolina, que desenvolve 252 cv de potência e 370 Nm de torque, disponíveis entre 1.600 e 4.500 rpm. Segundo dados da montadora, o SUV chega aos 100 km/h em 6,3 segundos e sua velocidade máxima é de 237 km/h. A transmissão é a S tronic de sete velocidades e dupla embreagem, com opção de trocas manuais pelos shift paddles atrás do volante. Todas as versões contam com sistema de tração integral permanente quattro com tecnologia ultra, que distribui a força para as quatro rodas conforme a necessidade. Em termos dimensionais, o Q5 2018 mede 4,66 metros de comprimento, 1,89 m de largura, 1,66 m de altura e distância entre-eixos de 2,82 m. O Q5 vem com painel Audi virtual cockpit a partir da versão Ambiente, e traz também conexão à internet, ACC com traffic jam assist – que assume a direção em trânsito congestionado com velocidades de até 65 km/h –, além de outros sistemas de assistência ao motorista.
  12. Parece que ficou mais comprido. Mas eu achei que ficou mais bonito que o atual.
  13. FLAGRA – Novo Volkswagen Jetta 2018 aparece sem disfarces 04/08/2017 | http://carplace.uol.com.br/volkswagen-jetta-2018-sem-disfarces/ VW Jetta de 7ª geração A Volkswagen já não teve nenhum pudor em mostrar como seria o novo Jetta em uma imagem divulgada no Salão de Genebra. Apenas por Herbert Diess, presidente do conselho de administração do grupo. Nada poderia ser mais oficial do que isso, mas mesmo assim a marca não gostou quando o site mexicano Autología divulgou imagens da sétima geração completamente limpa, certamente dentro de alguma instalação da Volkswagen no México. A reportagem saiu do ar, mas não as imagens, já espalhadas pela internet, ainda com a marca d’água do site. Parece que esta semana foi a da indiscrição dos sedãs da VW. Na quarta-feira (2), publicamos em primeira mão o sedã compacto Virtus, versão de 3 volumes do Polo, sem nenhum disfarce. Ambos são fabricados sobre a arquitetura modular para motores transversais da Volkswagen, a MQB, ainda que a do Virtus seja reduzida, por motivos óbvios. O flagrante no México, onde o Jetta de 7ª geração começa a ser fabricado no final deste ano, revela um modelo com vincos marcantes no capô. Muito em linha com os apresentados pelo Arteon, mas ainda mais presentes. Os vincos laterais que delimitam o corte dos faróis, por exemplo, estão lá, assim como os paralelos à abertura do capô, que seguem pela grade dianteira, mas há mais dois, centrais, que o Arteon não apresenta. Ainda na dianteira, a grade hexagonal também se faz presente. Assim como no polo, há um forte vinco lateral, seguido pelas maçanetas das portas, que começa na traseira e vai até a parte de trás das caixas de rodas dianteiras. O novo Jetta terá uma traseira de queda bem mais suave, quase ao estilo cupê. Pelas imagens, apostaríamos em um entre-eixos bem maior que o do modelo atual, de no mínimo 2,70 m. Se não for maior. Na traseira, nota-se de cara um vinco que imita um aerofólio na tampa do porta-malas. É algo que o Virtus também exibe. A parte superior das lanternas avança mais para o interior da tampa do que na lanterna antiga. Isso faz o novo Jetta parecer mais largo e sofisticado que o anterior. Ainda não se sabe nada sobre os motores do novo Jetta, mas apostaríamos em pelo menos dois: o 1.5 TSI que substituiu o 1.4 atualmente usado no modelo feito no Brasil e o 2.0 TSI para a versão Highline. Se na Europa os modelos MQB continuam a usar a transmissão automatizada de dupla embreagem DSG, nos EUA a preferência tem sido pelo automático convencional, que a Volkswagen chama de Tiptronic. Como o Jetta que virá para o Brasil deverá ser feito exclusivamente no México, a expectativa é por um automático tradicional. Os amigos da Quatro Rodas apostam em um automático de 8 marchas. O presidente da Volkswagen no Brasil, David Powels, já confirmou em entrevista ao site Automotive Business que o novo Jetta será vendido por aqui em 2018. A apresentação oficial deve acontecer ou em setembro, durante o Salão de Frankfurt, ou em novembro, no Salão de Los Angeles. Espere pelo sedã no Brasil por volta de meados de 2018.
  14. Ford prepara novo hatch premium para países emergentes 03/08/2017 | http://carplace.uol.com.br/ford-prepara-novo-hatch-premium-para-paises-emergentes/ Ford Fiesta A nova geração do Ford Fiesta já está nas concessionárias da Europa. Porém, o projeto mais caro acabou se tornando inviável para países emergentes como Brasil e Índia. Tanto que aqui teremos um facelift do modelo produzido em São Bernardo do Campo (SP). Na Índia, onde o Fiesta saiu de linha em 2015, um carro completamente novo está em desenvolvimento, segundo informações do site Autocar India. Sobre a plataforma do Ka atual. Esse novo hatch, apontado pelo Autocar como um futuro rival do Hyundai i20 e Suzuki Baleno, ficará acima do Ka (lá conhecido como Figo) e será um sucessor do Fiesta. Sua plataforma, conhecida pelo código B563 (a do Ka é a B562), dará origem a um hatchback e a um sedã pequeno, já indicado como um concorrente do Honda City. Exatamente do que precisamos no Brasil, já que a nova geração do Fiesta está fora dos planos. “O Fiesta (plataforma B299) é essencialmente um carro feito para a Europa e o custo da estrutura é muito alto para a Índia, tornando-o inviável. A plataforma B563 nos permite ser muito mais rentáveis, o que é a chave para ter preços competitivos na Índia”, revela uma fonte ligada à Ford. Custo foi o mesmo motivo que levou a filial brasileira a escolher reestilizar o Fiesta nacional em vez de trazer a nova geração. Porém, essa nova linha de carros não é esperada para antes de 2020. Isso porque a fabricante trabalhava em outra plataforma, chamada B500, que era destinada principalmente ao mercado chinês. Essa base acabou descartada, ainda mais com o desempenho dos carros pequenos na China, onde os clientes estão migrando para os SUVs e crossovers. Na Índia, já se fala sobre o facelift da dupla Ka/Ka+ e sobre um reposicionamento de preços, para reduzir a canibalização com o futuro hatchback B563. A mesma movimentação poderia ser feita aqui quando e se este novo compacto premium chegar, para evitar o que acontece com o Fiesta, que perde vendas para o Ka. As chances de os novos projetos serem vendidos também aqui são altas… ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- E, na minha opinião, são alta a chance de tomar bomba no Latin Ncap; porque, se não pode ser vendido nos principais mercados da Europa Ocidental, coisa boa não é.