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Pódium


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  1. 4 points
    PHAER

    Fiat Uno Sporting ou Etios XS 1.5 AT?

    Tópico de 6 de janeiro, e o cara está dizendo que tem uma SLK no perfil. E aí o palhaço doente por toyota saiu desenterrando todos os tópicos sobre o Etios pra postar o video dele kkkkkkkkk
  2. 4 points
    Lanpenn

    Imagens interessantes e curiosas sobre carros

    Essa montagem eu que fiz, comparando a evolução das diferenças visuais entre os Classes C, E e S e... o segredo para diferenciá-las nas atuais gerações é ver o número de filetes de LEDs dos faróis dianteiros. No Classe C há um, no Classe E dois e no Classe S três. Há algumas falhazinhas de colagem mas vocês não perceberão direito): Esses são anúncios recentes da Peugeot do Egito (de junho deste ano), onde a marca faz sucesso. Pela Agência Kijamii. Essa é muito criativa, da Volkswagen da Itália, fazendo uma campanha contra o uso de celular ao volante. Feita pela agência DDB. Publicado em agosto deste ano. A essência da campanha é a mesma nesse anúncio da Audi, feita pela agência Saatchi & Saatchi. Publicada em outubro de 2016. O meu favorito, feito também pela DDB, em maio de 2017.
  3. 3 points
    Lanpenn

    Imagens interessantes e curiosas sobre carros

    O Corona me lembra já o Mitsubishi Colt... Fiz outra montagem, agora com precisão melhor, sobre as diferenças visuais entre o Polo e Golf ao longo do tempo:
  4. 3 points
    Lanpenn

    Imagens interessantes e curiosas sobre carros

    Quando a ideia é levada ao pé da letra... pela Agence V. e publicada em janeiro de 2012. Da Volkswagen francesa. Lançado em março de 2004 pela agência Euro Rscg Dusseldorf para a Citroën alemã. O carro médio da marca, C5. Um anúncio bem-humorado bolado pela agência EURO RSCG, da Peugeot do Chile. O 207 que o Brasil nunca teve (assim como o 107). Publicado em julho de 2007. Obrigado a todos que estão acompanhando e comentando.
  5. 2 points
    Sonic, respeito muito sua opinião e creio em todos seus argumentos sobre nosso governo e a péssima administração publica. Porem existe o fato de que, se uma peugeot vende o carro a 85 mil e faz o mesmo veículo para pcd abaixo de 70 só pra pegar esse público significa que o grande problema é o lucro das montadoras. O governo deveria ter outgos dispositivos além das isenções para Pcd, para forçar as montadoras a vender os carros com um preço mais justo no mercado brasileiro. Isso sim é ima vergonha. Deveríamos pagar 70 em um fusion ou audi a4, e não pedir para aumentar o teto para termos acesso a esse tipo de veículo.
  6. 2 points
    bighouse

    Automático até 45k

    Se fosse eu, esperaria aparecer um 308 THP com até uns 40.000 km. Ou iria nesse Onix. Difícil.
  7. 2 points
    mongeee

    Arrumando sarna para se coçar

    Já tenho um antigo, um fusca, e sou apaixonado por esse mundo. Por isso pensei em comprar outro clássico pra casamento, pois a cada dia que passa está ficando mais difícil achar esses carros em estados razoáveis de conservação. Imaginei que pelo menos o Gol fosse fácil de utilizar no dia à dia, mas quem tem os gti's já estão pedindo absurdos. A BMW já imagina que seria inviável, mas por um breve momento pensei que se achasse uma realmente bem cuidada, daria pra manter. Vou ter que adiar este sonho, pois realmente as dores de cabeça podem ser maiores que a alegria. Lembro no início da juventude que um Maverick GT, V8, custava 13 mil, enquanto um Vectra com quase 10 anos de uso custava 20 mil. Mustang então, os donos praticamente estavam fazendo doação, hoje em dia valem uma boa grana, que já não tenho coragem de pagar. Obrigado a todos pelas respostas.
  8. 2 points
    Lanpenn

    Imagens interessantes e curiosas sobre carros

    Esse é mais antigo do Subaru Outback, da mesma agência DDB para a marca no Canadá, feito em julho de 2014. Feito em junho de 2014, fazendo uma analogia do sistema de assistente de estacionamento com sensor de ultrassom. Pela agência BBDO, para a Mercedes-Benz dos Emirados Árabes Unidos. Aqui se tenta trazer a ideia da marca "de escapar da rotina", por Leo Burnett, na Jeep da Turquia. Publicado em agosto de 2016. Honda Fit é mais um dos poucos subcompactos (segundo classificação do EPA) existentes no mercado norte-americano (apesar da pouca demanda, há Kia Rio, Hyundai Accent, Chevrolet Sonic, Ford Fiesta, Nissan Micra¹ e Toyota Yaris). Neste anúncio é mostrado como o melhor carro pequeno, pela Honda canadense. Da agência Grip Limited. Publicado em fevereiro de 2015. ¹ Nissan Micra é vendido no mercado canadense e mexicano, nos EUA não, vendido aqui no Brasil como Nissan March Publicado em maio de 2013 pela agência Publicis, a marca faz uma campanha contra o hábito de escrever no celular enquanto está ao volante. Pela agência Leo Burnett, uma campanha criativa comparando o baixo consumo do Mille e os preços das coisas nos supermercados já pode atualizar porque os preços dos combustíveis e dos bens de supermercado já subiram consideravelmente desde 2013. Publicado em abril de 2013. Publicado em agosto de 2013, a agência TBWA compara a chave inteligente do Nissan Micra a uma situação como a mostrada na propaganda. Para a Nissan britânica. Essa pode gerar interpretações polêmicas. Não se sabe a data nem a agência.
  9. 2 points
    Sim mas faça as contas, hoje vc pega o Creta (exemplo) Atitude modelo manual (75.990) com câmbio automático e diversos outros itens que o manual não possui (stop and go, piloto aut. e etc) por 69.990k para se enquadrar no teto (70k), caso o teto suba para 90 (exemplo) eles vão oferecer a versão Pulse que custa 85.990k com os mesmos itens do Atitude oferecido hoje (exceto rodas e multimídia acho) e vc vai pagar com isenção, veja abaixo, Atitude hoje 54,5k daria 22% desconto, como mesmo desconto no Pulse vc paga 67k, ou seja 12,4k a mais?? Onde esta a vantagem? 1 jogo de roda 17 (3.000) e multimídia (2.000)? Eu não vejo vantagem nessa, pelo menos para mim né..rsrs R$ 69.990,00 R$ 85.990,00 R$ 15.397,80 R$ 18.917,80 R$ 54.592,20 R$ 67.072,20 R$ 12.480,00
  10. 2 points
    Não é só o desconto percentual, a montadora tira alguns itens e reduz o valor do carro pra 69.990. Geralmente o valor do desconto dado pra entrar abaixo dos 70, e bem maior do que os itens que foram retirados. Se o teto for pra 90, não vai haver essa necessidade da montadora dar esse desconto pro carro se enquadrar no teto.
  11. 2 points
    Concordo. Penso que é um quebra cabeças, mas no fundo pressiona as montadoras a fazerem bons produtos para Pcd com valor mais acessível. Mas principalmente pelo meu padrão de vida carros na faixa de 60 mil é o que comporto. Graças ao teto posso ter um Suv ou sedã médio. Se aumentar já foge das minhas intenções.
  12. 2 points
    Hoje (para mim), se o teto aumentar para 90 mil, por exemplo, todos os carros que estariam disponíveis hoje (são poucos mesmo) por 54 mil subiriam na hora para mais de 60 mil certamente. De fato incluiriam algumas melhorias, mas ainda assim o aumento do preço seria bem maior do que os atrativos adicionais.
  13. 2 points
    Toyota Corolla tem resultado perfeito em crash test; UOL Carros conferiu - http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2017/09/26/toyota-corolla-tem-resultado-perfeito-em-crash-test-uol-carros-conferiu.htm
  14. 2 points
    MIS

    VW Polo 2018

    Sei não. Eu acho que quem gostou, tem que comprar esse ano. Ou até na pré-venda mesmo. O Golf chegou com preço muito bom e depois...
  15. 2 points
    Cote seguro e analise mesmo! Muita gente esquece de fazer isso ou o faz de forma incompleta! Eu tive um Focus 1.6. A diferença no custo de seguro (1,5k contra 3k reais por ano) que tive nos anos que usei o carro compensou diretamente a diferença de desvalorização em relação a um Golf 1.6, que eu também cogitei comprar! Some-se a isso que o Focus custou 8 mil reais mais barato do que o Golf e pra mim ficou claro mais uma vez que o carro que menos desvaloriza nem sempre é o que significa menor gasto no final das contas!
  16. 2 points
    Renegade 1.8 AT6 2018 2008 Allure 1.6 AT6 Kicks S 1.6 CVT Captur Life 1.6 CVT Potência 139 cv 120 cv 114 cv 120 cv 0 a 100km/h 11,1s 11,9s 12,4 s 13,1s Peso 1.432 kg. 1.215 kg. 1.129 kg. 1.286 kg. Revisões até 60.000 km R$ 3.869 R$ 3.876 R$ 2.994 R$ 3.312 Consumo urbano etanol 6.5 km/l 7,5 km/l 7,7 km/l 7,3 km/l Consumo rodovia etanol 7,6 km/l 9,2 km/l 9,4 km/l 8,1km/l Consumo urbano gasolina 9,5 km/l 10,7 km/l 11,4 km/l 10,5 km/l Consumo rodovia gasolina 10,9 km/l 13 km/l 13,7 km/l 11,7 km/l Porta malas 260 litros 355 litros 432 litros 437 litros Direção Elétrica Elétrica Elétrica Eletro-hidráulica Som Não vem Multimídia Rádio Rádio Rodas Ferro 16 Ferro 16 calota Ferro 16 calota Liga leve 17 Farol de neblina Não Sim Não Não Start stop Sim Não Não Não Repetidor de seta Sim Sim Não Sim Luz diurna Sim Sim Não Sim Controle estabilidade Sim Não Sim Sim Controle de tração Sim Não Sim Sim Assist. partida rampa Sim Não Sim Sim Conforto (opinião pessoal) 1º lugar 2º lugar 3º lugar 4º lugar Design externo (opinião pessoal) 4º lugar 3º lugar 1º lugar 2º lugar Pts. positivos (opinião pessoal) Tecnologia e conforto Preço Custo beneficio e econômico Espaço interno e mecânica Pts. negativos (opinião pessoal) Porta malas e consumo Desvalorização e pós venda Depenado/Retirada de acessórios Plástico duro e acabamento Minha escolha: ??? Emoção Descartado ??? Razão Talvez a Zen, a Life sem chance
  17. 2 points
    nelson trindade

    Renegade PCD x Creta PCD

    ALELUIA!!! Finalmente peguei o Creta Hoje.
  18. 1 point
    Jdguerreiro

    Automático até 45k

    Consegui finalmente ver este carro... e não passou no selo de procedência. Acusou dano estrutural e abandonei a opção, infelizmente pois estava sendo a minha principal opção até o momento. Acabei comprando o 2015 com uma chorada a mais no valor final.
  19. 1 point
    Lanpenn

    Longa Duração: o desmonte do Fiat Mobi

    Testes Longa Duração: o desmonte do Fiat Mobi Gêmeo do Uno, o compacto chega aos 60.000 km e prova que é ainda mais parecido com o irmão do que imaginávamos Por Péricles Malheiros access_time9 out 2017, 16h03 (Xico Buny/Quatro Rodas) Fim de jogo para o Mobi. Aos 60.000 km, o compacto se despede da nossa frota deixando uma lição para a Fiat: quem não aproveita o tempo para evoluir, mais do que parado, fica para trás. Logo que estreou aqui no Longa Duração, em julho de 2016, o Mobi foi apresentado como um gêmeo mecânico do Uno, desmontado em dezembro de 2011. À época, dissemos: “Motor, câmbio e até a plataforma são os mesmos do velho Uno”. Apesar das relevantes semelhanças, no fim das contas, o saldo do Mobi é negativo: os pontos em que evoluiu diante de seu par passam longe de compensar aqueles em que ficou para trás ou no mesmo nível. O acabamento foi um dos itens mais criticados, principalmente a partir da segunda metade do teste. Nunca antes na história do Longa Duração tivemos que repor tantas partes plásticas: tampão do porta-malas e respectivo suporte, tampa de acesso ao plugue do sistema de diagnose da central eletrônica e capas de cobertura dos passantes dos cintos dianteiros. Capa do cinto teima em cair (Silvio Gioia/Quatro Rodas) Se fosse em qualquer outro carro, até poderíamos fazer um mea-culpa no caso do porta-malas, pois nossos fotógrafos se acomodam ali às vezes para fazer o seu trabalho na pista de Limeira (SP). Mas, como se trata do Mobi, podemos garantir: não temos ninguém na equipe com porte nem talento de contorcionismo suficientes para se acomodar naquele minúsculo compartimento de bagagem que possa ter quebrado as peças – a causa mais provável você encontrará adiante. O Mobi conta com o volume de porta-malas de 215 litros (Christian Castanho/Quatro Rodas) Quanto à tampa do painel, temos um suspeito: a autorizada Amazonas, que por várias vezes tentou solucionar uma falha de funcionamento do motor e assumidamente retirou-a para acessar o plugue da diagnose. O fato de termos encontrado essa tampa caída, dias após a saída da Amazonas, com as travas quebradas e repleta de fita dupla face por dentro, corrobora essa nossa tese. Tampa lateral do painel foi danificada, provavelmente por uma concessionária (Silvio Gioia/Quatro Rodas) Por fim, ter de trocar as capas dos passantes dos cintos do nosso carro em nada nos surpreendeu, já que outros dois Mobi cedidos pela Fiat para testes e comparativos chegaram até nós já com as tais capinhas no chão. Com tantos episódios assim, logo começaram as piadas do tipo: “O desmonte já começou?”. E por falar em desmonte… Ao chegar à oficina Fukuda Motorcenter, a direção do Mobi foi assumida por nosso consultor técnico, Fabio Fukuda, que sempre roda os quilômetros derradeiros dos carros de Longa para extrair as últimas impressões e, com base nelas, concentrar maior atenção no processo de desmontagem. Mobi, em sua última visita ao campo de provas (Silvio Gioia/Quatro Rodas) Cumprido o trajeto, Fukuda disse: “Há dois tipos de ruído na dianteira, que vão ao encontro das anotações dos usuários no diário de bordo. Um mais metálico, de choque entre partes, e o outro de ressonância de rotação”. Mais tarde, os culpados foram encontrados: o primeiro vinha do protetor de cárter e o segundo do rolamento de roda dianteiro direito desgastado. “O protetor tinha uma marca muito discreta, mas o rolamento não tem defesa: estava visivelmente afetado”, disse Fukuda. Problemas no motor iguais do Uno No motor também foi encontrado um problema – muito parecido com o detectado no Uno, o que pode revelar que a Fiat não deu muita bola ao primeiro desmonte. Com excesso de acúmulo de material carbonizado, as válvulas de admissão passaram a não vedar as câmaras de combustão como deveriam. Esse carvão é formado por óleo lubrificante e combustível não queimados na fase de combustão. Quando algo não funciona como deveria, o acúmulo é tanto que fragmentos acabam se desprendendo do pé da válvula. Depois, há dois fins para esses carvõezinhos: invadir as câmaras (onde são incinerados) ou ser comprimido (e logo expelido) entre o chanfro da válvula e a sede. Neste segundo caso, o microrrisco deixado é suficiente para impedir a estanqueidade da câmara. Foi essa segunda situação que atingiu o motor dos dois Fiat – com muito mais severidade agora, no do Mobi. Nosso Mobi posa no Rio de Janeiro (Henrique Rodriguez) Os cilindros 1, 2, 3 e 4 chegaram a 60.000 km com, respectivamente, 14,25; 14,48; 14,59 e 13,3 bar – todos abaixo dos 15,5 bar, pressão mínima tolerada pela Fiat. Ao inspecionar as válvulas, Fukuda disse: “Esse carvão é característico de gasolina mal queimada. Como o Mobi consumiu apenas etanol, a culpa recai sobre o sistema de injeção de gasolina da partida a frio”. Quanto à significativa diferença de pressão de compressão do cilindro 4, o técnico explicou que o respectivo cabo de vela estava com a proteção do conector rompida, com fuga de corrente. “Sem a centelha ideal, um círculo vicioso se fechou, já que a queima menos eficiente gera mais carvão, que prejudica a vedação da câmara, com piora da queima e assim por diante”, explicou o nosso consultor. No mais, o motor foi bem, com todos os demais componentes dentro dos limites estipulados pela Fiat. Câmbio favorável O sistema de câmbio passou bem pelos 60.000 quilômetros (Pedro Bicudo) Se o motor sofreu, o câmbio passou ileso, com garfos, luvas e sincronizadores em bom estado e demais partes do sistema com medidas dentro dos limites da Fiat. Suspensão (com buchas intactas) e direção (com terminais e pivôs em bom estado e sem folga axial relevante) também se despedem com elogios. Uma pena o rolamento de roda ter sido encontrado com severo desgaste. O desmonte jogou luz em outro ponto crítico: o acabamento. Apesar da aplicação de arruelas de borracha, o painel tem poucas zonas de fixação, o que o deixa suscetível a vibrações e torções. “Alguns destes pontos têm botões de pressão que, definitivamente, não combinam com torção”, acrescenta Fukuda. Sobre o tampão, Fukuda conta que fez um teste para explicar o que poderia ter causado sua quebra concomitante ao respectivo suporte. “Simulei uma situação comum, deixando um objeto alto no porta-malas que impedia a descida completa do tampão. Olhei pelo vidro e vi que, ao contrário do que ocorre em hatches e SUVs, o tampão não salta do suporte, o que impediria a sua quebra.” O tampão plástico que cobre a área do porta-malas teve que ser trocado na concessionária (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas) Ou seja, em algum momento do teste, um usuário pode ter causado a quebra ao acomodar mais bagagem do que o porta-malas do Mobi suportava. Diferentemente do acabamento, a carroceria venceu a jornada sem maiores dificuldades, chegando ao desmonte livre de sinais de infiltração de poeira ou água. Assim como o motor, o atendimento da rede autorizada evoluiu pouco, exigindo visitas repetidas para a solução de um mesmo caso, como o das falhas de motor, na metade do teste. Com seus altos e baixos, o Mobi se despede do Longa Duração aprovado, mas com algumas ressalvas – viu só como ele é gêmeo do Uno? Peças aprovadas Válvulas, pistão/biela, eixo comando e virabrequim (Silvio Gioia/Quatro Rodas) Maestros das válvulas e do conjunto pistão/biela, o eixo comando e o virabrequim passaram bem tanto na inspeção visual quanto nas análises dimensionais. No entanto, cabe ressaltar que a Fiat não forneceu os valores tolerados de conicidade e de ovalização dos cilindros. Diâmetro dos cilindros e dos pistões, folga entre ambos e de entre-pontas dos anéis estavam dentro dos limites tolerados pela marca. Apesar da acentuada concentração de carvão nas válvulas, o índice de material carbonizado na cabeça dos pistões pode ser considerado compatível com a quilometragem do carro. Caixa de direção, discos/pastilhas e embreagem (Silvio Gioia/Quatro Rodas) Com reduzido índice de folga axial e terminais em perfeito estado de conservação, a caixa de direção parece ter saído de um carro com bem menos quilometragem. Ela foi como um bom juiz de futebol, passando despercebida ao longo dos 60.000 km da partida e se despedindo com elogios após o apito final. Ao fazer a revisão dos 50.000 km, a autorizada deveria ter recomendado, no mínimo, uma verificação intermediária, antes dos 60.000 km. Discos epastilhas foram encontrados no limite de desgaste. Na embreagem, platô com molas do chapéu chinês em bom estado e disco de atrito sem ranhuras visíveis. No câmbio, engrenagens, luvas de engate eanéis sincronizadores isentos de sinais de mal funcionamento. Tudo aprovado sem restrições. Suspensão (Silvio Gioia/Quatro Rodas) Assim como no Uno, desmontado em 2011, a suspensão do Mobi venceu os 60.000 km sem dificuldades. Amortecedores sem vazamentos, molas livres de sinais de batida entre elos, bandejas com buchas sem folga: componentes bem adaptados à dura realidade do asfalto brasileiro. Coxins Aqui, a Fiat caprichou. Se no Uno, os coxins foram reprovados por chegarem ao fim do teste rompidos, no Mobi foram encontrados em ótimo estado. Carroceria (Silvio Gioia/Quatro Rodas) Bem isolada, a carroceria manteve poeira e pó do lado de fora da cabine. Também não foram encontrados sinais de pintura trincada, o que poderia indicar torção demasiada da carroceria. Conectores bem localizados echicotes de fácil acesso e bem protegidos renderam elogios ao sistema elétrico. Peças que demandam atenção Rolamento (Silvio Gioia/Quatro Rodas) O rolamento da roda dianteira (na foto, ainda montado na manga de eixo) não suportou a maratona. Dava para sentir uma espécie de efeito quadro a quadro, enquanto o esquerdo, intacto, girava liso. Era ele o responsável pela rodagem ruidosa do Mobi. Válvulas de admissão (Silvio Gioia/Quatro Rodas) As válvulas de admissão estavam com acúmulo de carvão, mas a do cilindro 4 foi a mais atingida – veja abaixo o porquê. O material liso e brilhante, como um caramelo, é típico de gasolina mal queimada, bem diferente do carvão mais seco e quebradiço formado a partir do etanol, único combustível que alimentou o Mobi. A culpa, então, recaiu sobre a injeção de gasolina do sistema de partida a frio. Velas (Silvio Gioia/Quatro Rodas) As velas chegaram aos 60.000 km em bom estado, mas a ruptura do conector do cabo do cilindro 4 levou à perda de força da centelha. Essa falha foi a culpada pelo agravamento da carbonização da válvula do cilindro 4. Veredicto Quatro Rodas A comparação com o Uno era inevitável e isso deu ao Mobi uma responsabilidade extra: mais moderno, ele tinha a obrigação de ser também melhor. Não foi. No fim das contas, saiu com um magro empate. A boa notícia é que este obsoleto motor tende a ser integralmente substituído pelo Firefly, de três cilindros, hoje exclusivo das versões Drive. Linha do tempo (clique nos links para ler as matérias) Julho/2016: o Mobi é apresentado à frota de Longa Duração, com destaque para a similaridade com o Uno, desmontado em 2011. Nosso MobiLike On, completo, saiu por R$ 39.631. Janeiro/2017: danificado ao passar por um buraco, um dos pneus foi condenado. Para evitar desequilíbrio, substituímos também o seu vizinho de eixo. O par saiu por R$ 576. Março/2017: a tampa de vidro traseira pode queimar sua mão em um dia de sol. Foi o que vimos ao aferir a temperatura da superfície externa, que chegou a quase 70 °C. Junho/2017: Fingindo interesse na troca por um carro novo, fomos à mesma autorizada que nos vendeu o Mobi, por R$ 39.631. Saímos de lá com uma frustrante proposta de R$ 25.000. Ocorrências 1.887 km – Portas dianteiras com fechamento difícil. 12.118 km – Críticas à má qualidade da espuma do banco do motorista. 34.092 km – Pneu danificado em buraco. Substituição do par dianteiro. 35.261 km – Motor falhando. Carro faz duas visitas à autorizada até ficar bom. 37.302 km – Painel reflete a luz do sol, dificultando a leitura das informações. 49.543 km – Substituição de diversas partes plásticas de acabamento. Folha corrida Tabela de Preço Em julho de 2016 – R$ 39.631 Atual (modelo usado) – R$ 35.224 Atual (modelo novo) – R$ 42.640 Quilometragem Urb. 14.460 km (24%) Rod. 45.797 km (76%) Total 60.257 km Combustível Em litros 6.045,67 Em reais 16.278,32 Cons. médio 10 km/l Manutenção (revisão/alinhamento) 10.000 km – Impéria – R$ 207/R$ 145 20.000 km – Destaque – R$ 408/R$ 160 30.000 km – Florença – R$ 607/R$ 97 40.000 km – Ventuno – R$ 572/R$ 180 50.000 km – Sinal – R$ 396/R$ 185 Extras Tapetes – R$ 118 Película – R$ 180 Borracharia – R$ 100 Par de pneus – R$ 576 Limpeza de bicos – R$ 600 Acabamentos – R$ 624 Palhetas – R$ 101 Custo por 1.000 km Combustível – R$ 270,15 Revisões – R$ 36,34 Alinhamento – R$ 12,73 Extras – R$ 38,15 Total – R$ 357,37 Testes de pista (com etanol) 1.035 km 60.024 km Diferença Aceleração de 0 a 100 km/h 17,5 s 17,3 s +1,14% Aceleração de 0 a 1.000 m 38,1 s / 131,2 km/h 38,2 s / 131,3 km/h – 0,26% / – 0,07% Retomada de 40 a 80 km/h (em 3°) 10,6 s 10,6 s – Retomada de 60 a 100 km/h (em 4°) 18,7 s 17,9 s +4,27% Retomada de 80 a 120 km/h (em 5°) 35 s 33,8 s +3,43% Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0 17,4 / 29,8 / 70,2 m 16,8 / 28,4 / 66,3 m +3,45% / +4,7% /+5,55% Consumo urbano 8,7 km/l 8,8 km/l +1,15% Consumo rodoviário 11,4 km/l 11,9 km/l +4,39% Ficha técnica – Fiat Mobi Like On 1.0 Motor: flex, dianteiro, transversal, 4 cil., 999 cm³, 16V, 70×64,9 mm, 12,15:1, 75/73 cv a 6.250 rpm, 9,9/9,5 mkgf a 3.850 rpm Câmbio: manual, 5 marchas, tração dianteira Direção: hidráulica, 10 m (diâmetro de giro) Suspensão: independente McPherson (diant.), eixo de torção (tras.) Freios: disco vent. (diant.), tambor (tras.) Pneus: 175/65 R14 Peso: 946 kg Peso/potência: 12,6/13 kg/cv Peso/torque: 95,6/99,6 kg/mkgf Dimensões: comprimento, 356,6 cm; largura, 163,3 cm; altura, 150 cm; entre-eixos, 230,5 cm; porta-malas, 215 l; tanque de combustível, 47 l Equipamentos de série: ar-condicionado, direção hidráulica, banco do motorista e volante com regulagem de altura, computador de bordo, volante multifuncional, trio elétrico, rodas de liga leve, sensor de estacionamento, faróis de neblina.
  20. 1 point
    luizfernandotbo

    Pagamento de conserto de batida

    Amigo, Em geral o acerto do pagamento terá que ser feito direto entre a oficina e o cara que bateu. Você não pode se comprometer com a oficina, pois caso o cara não pague, vai sobrar pra você. A oficina vai ter que decidir qual a forma de pagamento é mais segura para ela.. ou pega uma metade adiantada.. ou puxa a ficha do cara e faz um boleto.. etc etc etc. Mas você não pode se envolver com isso. O mais correto, se houver tempo e disponibilidade dos caras, é celebrar um contrato de prestação de serviço em que o pagador reconheça em cartório. Neste contrato, deve constar que a oficina não pode reter o carro no caso de não pagamento. Para oficina é seguro pois ela poderá cobrar na justiça caso o cara não pague.
  21. 1 point
    Caros colegas, Contribuindo para a discussão a respeito da dúvida da isenção do IPVA em SP, coloco a minha visão: A nova lei assim determina: . a isenção aplica-se a veículo: a) novo, cujo preço de venda ao consumidor sugerido pelo fabricante, incluídos os tributos incidentes, não seja superior ao previsto em convênio para a isenção do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS nas saídas destinadas a pessoas com deficiência; b) usado, cujo valor de mercado constante da tabela de que trata o § 1º do artigo 7º desta lei não seja superior ao previsto no convênio mencionado na alínea “a” deste item; 2. deverão ser adotados os conceitos de deficiência física, visual, mental severa ou profunda, ou autista, previstos no convênio mencionado na alínea “a” do item 1; 3. a comprovação da condição de pessoa com deficiência física, visual, mental severa ou profunda, ou autista dar-se-á na forma e condições estabelecidas pela Secretaria da Fazenda; No caso, entendo que a isenção aplica-se no ato do pedido do processo junto à Fazenda Estadual. O que a Lei a princípio determina é a possibilidade de ingresso do procedimento de isenção. Obtendo-se a isenção, esta permanece, caso contrário seria necessário ingresso de novo procedimento a cada ano para carros novos que se tornaram usados. A questão é que regula a obtenção de isenção de IPVA de carros usados por PCDs. E ainda esperando a isenção do ICMS... já são 34 dias aguardando em Sorocaba... Bom final de feriado a todos!
  22. 1 point
    Em média de 30 a 40 dias pelo q tenho acompanhado os compradores do fórum aqui.
  23. 1 point
    Vai tomar prejuízo, olha a lei: Recolhimento do IPI No caso de alienação de veículo adquirido com o benefício, efetuada antes de 2 (dois) anos de sua aquisição, para pessoa que não satisfaça os requisitos estabelecidos, o IPI dispensado deverá ser pago: I) com acréscimo de juros de mora, se efetuada com autorização do Delegado da DRF ou da Derat; II) com acréscimo de juros e multa de mora, se efetuada sem autorização do Delegado da DRF ou da Derat, mas antes de iniciado procedimento de fiscalização; III) com acréscimo da multa de ofício de 75% (setenta e cinco por cento) do valor do IPI dispensado (Lei nº 4.502/64), e de juros de mora, se efetuada sem autorização do Delegado da DRF ou da Derat, ressalvado o disposto no item anterior; IV) com acréscimo da multa de ofício de 150% (cento e cinquenta por cento) do valor do IPI dispensado (Lei nº 4.502/64), e juros moratórios, para a hipótese de fraude.
  24. 1 point
    Concordo com vc da duster a 2018 acho um bom negocio para quem ta meio apertado de grana e quer um SUV compacto pois agora esta com cambio cvt e com os controles de tracao e estabilidade; Mas o resto (cobalt, spin, versa, hb, etios, etc...) são de uma categoria inferior e nenhum deles tem os controles de tração e estabilidade o que gera muita segurança, para min esses carros valeriam a pena se os top chegassem na faixa dos 40 mil, o que não acontece, exemplo hb20s top que custa quase 54 mil; E ecosport, se vier para o pcd, pode ter certeza que tbm vai custar 54 mil e vai vir mais pelado que o kicks; Por isso esses carros que vc citou não são muitos flados no grupo, a maioria que não quis investir tanto em um carro e pegou um na faixa de 48 mil, foi de 408 THP; O 408 THP se acompanha o grupo viu que é muito flado aqui e todo mundo que tem adorou o carro, e não tem como comparar um seda medio turbo com os compactos de entrada que custa a mesma coisa, mas claro que ainda tem gente que torce o nariz pra pug, e com certa razão; Isso flando de carros e valores na minha opniao. Agora se vale o investimento, ai vai da necessidade do momento de cada um, um renegade e ou um creta que estão vendendo bem e custam na casa dos 78 mil, vao dar um bom retorno daqui a 3 anos, provável que até pegue os 54 mil que pagou de volta e so troque de carro sem ter que gastar mais novamente, mas isso vai muito do prazer de dirigir e se gosta de carro, pq se nem liga e so usa por necessidade, as vezes compensa guardar 10 mil na carteira pegar uma duster e investir em outras coisas, vai de cada um mesmo.
  25. 1 point
    mongeee

    WRV ou Ecosport

    Minha mãe tem uma Ecosport 2015 e sinto uma certa fragilidade nela, principalmente em relação aos acabamentos. Não sei se melhoraram isso, mas eu não considero um carro que aguente o tranco rotineiro em estradas não asfaltadas. Por ser JEEP, o Renegade parece ser o que mais aguenta, porém tem um porta-malas minúsculo, coisa que a Eco também tem. Por fim, WRV não vale o que pedem.
  26. 1 point
    bighouse

    WRV ou Ecosport

    Sim. Tracker, Renegade, Kicks... Creio que o Renegade seja o melhor pra pisos irregulares.
  27. 1 point
    Exatamente, MayaT. O teto para a isenção do IPVA será a mesma para a isenção do ICMS, hoje fixado em 70 mil. Na pratica, os automóveis que não constam na tabela fipe terão seu valor venal definidos pelo Estado de São Paulo. Isso já havia sido noticiado tem tempo, tem inclusive um senhor no forum que trabalha na receita estadual e comentou que o Gerado Alckmin, governador de São Paulo, havia enviado um projeto de lei com a intenção de limitar as isenções. As legislações podem ser consultadas no diário oficial: http://diariooficial.imprensaoficial.com.br/nav_v4/index.asp?c=4&e=20170719&p=1 https://www.imprensaoficial.com.br/DO/GatewayPDF.aspx?pagina=1&caderno=Executivo I&data=10/10/2017&link=/2017/executivo secao i/outubro/10/pag_0001_EMITBE631D3FRe35J35E4VKQUN9.pdf&paginaordenacao=100001 @Tiago Dau Basta consultar na tabela fipe, se seu carro tem valor maior que 70 mil, ano que vem será tributado.
  28. 1 point
    Pois é, pelo Decreto está parecendo que sim. Acho que ele não foi publicado agora à toa, pois assim dá tempo de rever todos que já tenham conseguido a isenção e que possuem veículos acima do teto. Não sou da área, mas não me parece que se trata de direito adquirido, pois é um imposto que depende do fato gerador, ou seja, vai depender do valor venal atribuído ao carro do deficiente na tabela para cálculo do IPVA de 2018.
  29. 1 point
    Concordo. Pra alguns estados sim, outros, em menos de 2 meses você está com a documentação completa. Mas mesmo colocando 40% de desvalorização em dois anos, o que eu já acho muito, o carro ainda empataria ou perderia muito pouco. O pessoal fala da desvalorização, porque quem pegou o PCD 15/16, ainda era o modelo com o motor 2.0 já meio defasado e beberrão. Realmente esse modelo perde mais na revenda, porque quem compra usado, prefere o motor turbo THP, que é mais potente e mais econômico. Quem pegou os modelos 16/17 PCD THP só saberemos da desvalorização ano que vem, mas acredito que não vão perder muito justamente por ser um motor muito procurado.
  30. 1 point
    Excelente análise colega! Quando me referi há um ano, seria um ano do modelo mesmo. No sentido de em 2019 você vender um carro modelo 2018. Sei bem o que é esse duelo razão x emoção, fiquei muito em dúvida entre Corolla x Renegade x Captur. Escolhi a Captur por achar um carro com design espetacular, embora peque em algumas coisas. Acho que o que me estimulou também, foi o fato de pegar uma das 1500 disponibilizadas pra PCD da versão Zen!
  31. 1 point
    Esses seus números estão forçando bastante a barra. Mas vamos lá fazer as contas... Quem comprou em agosto e pegou o C4 Lounge 17/18 por 54 mil, pode vender ele em agosto de 2019. Em agosto de 2019, ele estará com um ano de idade, porque o que vale na venda é o modelo (isso não é mimimi), é só olhar o valor da tabela FIPE. Veja se tem diferença pra tabela o ano da fabricação? Não tem. Supondo 25% de depreciação no primeiro ano, temos 75% de 85.000 (valor do C4 de tabela), igual a 63750. Bota 60 mil pra vender rápido, e você vai ver que não é um "mal" investimento.
  32. 1 point
    bighouse

    Primeiro Carro

    ???
  33. 1 point
    MIS

    Novo Ford Focus será apresentado em 2019

    Novo Ford Focus 2019 será apresentado entre janeiro e fevereiro http://carplace.uol.com.br/novo-ford-focus-2019-data-estreia/ Fotografado com frequência pelos profissionais das principais agências de segredo do mercado, o Ford Focus 2019 não deve demorar mais do que cinco meses para finalmente se tornar conhecido do público. Em encontro realizado nesta semana com investidores, o chefe de mercados globais da marca, Jim Farley, confirmou que o novo modelo será apresentado em janeiro e fevereiro do ano que vem, e que começará a ser vendido nos principais mercados da Europa logo na sequência. Publicamente, a estreia deve acontecer em março, no Salão de Genebra (Suíça). Conforme já adiantamos, é praticamente certo que o Focus IV adotará como base uma evolução da atual plataforma C Global, também chamada de C2. Estima-se que o modelo terá entre-eixos de 2,70 m e que pese 50 kg a menos do que o carro atual. Em termos de aparência, projeções baseadas em flagras recentes antecipam linhas mais fluidas e elegantes, a exemplo das usadas pela nova geração do Fiesta. O portfólio será expandido com a chegada de novas versões e duas já foram confirmadas: a Vignale, com foco no luxo, e a Active, com pegada mais aventureira. Um detalhe interessante é o fato de a própria Ford já estar ciente da queda nas vendas enfrentada pelo segmento. Tanto é que concentrará esforços no lançamento de versões mais caras (consideradas mais lucrativas), em detrimento de variantes de acesso – basicamente como fez com o novo Fiesta. Para se ter uma ideia, as vendas do Focus caíram 1,2% no primeiro semestre, para cerca de 119.052 exemplares. Atualmente, o modelo é o quarto colocado no categoria, atrás do Volkswagen Golf, Opel/Vauxhall Astra e Skoda Octavia. No geral, vale lembrar, esse nicho encolheu 1,9%, sendo engolido principalmente pelos SUVs. Não por acaso, a marca confirmou nesta semana que reduzirá a produção de automóveis de passeio para concentrar atenções em SUVs e picapes.
  34. 1 point
    bighouse

    Fiat Uno Sporting ou Etios XS 1.5 AT?

    Desses, Etios sem dúvidas. Mas estão com mesmo preço??!!
  35. 1 point
    o meu saiu rápido, fiz o pedido no dia 15/09, só entrei ele assinado e reconhecido firma no dia 18/09... pediram de 30 a 45 dias.. No dia 26/09 já tinha faturado. E chegou ontem dia 03/10 na concessionaria, devo pegar na sexta ou segunda pq só paguei o boleto hoje, e vão instalar alguns acessórios, e emplacar o carro. só que o meu não é versão pcd é a gli upper cor cinza. saiu por R$ 71.532,26 somente com ipi + desconto de 15% da toyota esse valor já tá incluso a pintura metálica. ganhei de brinde, insufilm, friso lateral e sensor de estacionamento.
  36. 1 point
    bighouse

    Automático até 45k

    Garimpe um pouco rodado. Esse motor não tem histórico de grandes problemas. Bomba de combustível de alta pressão e bobinas são as peças que mais sofrem nesse carro. Usando combustível de qualidade, esses problemas são minimizados. Procure um que esteja com manutenção em dia e creio que não terá problemas. Nunca ouvi relatos sobre defeitos nesse câmbio Aisin de 6 marchas. Leia a matéria abaixo: https://quatrorodas.abril.com.br/guia-de-compras/guia-de-usados-peugeot-308/
  37. 1 point
    Mto legal ver a evolução dos carros da Mercedes!
  38. 1 point
    Ainda tem gente querendo que o teto aumente!! é mole, já vi em outros sites pessoas reclamando. Reclamando de pagar 54,500 num Creta completo pra pagar 69 ou mais em um com roda de alumínio e adesivos a mais...
  39. 1 point
    Quando eu comprei meu 308 há um ano, fiz o pedido no valor de 48097 na cor prata. Uns 20 dias depois o vendedor a loja me propôs trocar pelo branco nacré que o faturamento seria mais rápido. A Peugeot faturou o carro por 55000 porque o preço promocional havia "vencido". A concessionária insistiu que havia um acordo entre a montadora, a concessionária e o cliente no valor de 48097. Resumo da ópera: O faturamento foi cancelado e efetuado novamente pelo valor inicial. Ainda houve um contado da equipe de comunicação direto da montadora se desculpando pelo equívoco. Como já antecipei, um ano com o carro e 12 mil kms depois não tenho do que reclamar. É uma máquina! Hoje faz uma média de 9-10 km/l (gas) aqui neste caos do Recife. Quando olho para trás não tenho nenhum arrependimento da minha escolha.
  40. 1 point
    PHAER

    Fiat Stilo 2010 ou Fiat Punto 2008 ou 2009

    Com certeza o Polo é mais seguro que o Agile, mas tem que lembrar: foram em épocas diferentes, e as regras (e as notas consequentemente) mudam. O ideal seria o NCAP recalcular suas notas de acordo com a última norma!! Palio G4 com plataforma de 1996 teve 3 estrelas assim como o Gol G5 de 2007, base de 11 anos depois, ambos com airbag. Hoje ambos teriam menos!!
  41. 1 point
  42. 1 point
    PHAER

    Fiat Stilo 2010 ou Fiat Punto 2008 ou 2009

    Eu teria um Punto 1.8, fácil. Se precisar de mais espaço pra bagagem e no banco traseiro, um Linea também. São carros bons de dirigir e que não dão dor de cabeça.
  43. 1 point
    bighouse

    Fiat Stilo 2010 ou Fiat Punto 2008 ou 2009

    Punto com certeza. Mas só 1.6 ou 1.8. Os 1.4 bebem muito e não andam nada!
  44. 1 point
    Gersinho

    Fiat Stilo 2010 ou Fiat Punto 2008 ou 2009

    Agile eu nem consideraria pelo fato de ter uma das piores plataformas já feitas e um dos piores crash testes da historia.
  45. 1 point
    MIS

    VW Polo 2018

    SAIBA TUDO SOBRE O VOLKSWAGEN POLO, QUE TEM PREÇOS ENTRE R$ 49.990 E R$ 69.190 Hatch chega com três opções de motores (1.0, 1.6 e 1.0 turbo) para brigar com Chevrolet Onix, Fiat Argo, Hyundai HB20 e Ford Fiesta; confira todos os itens de série e versões http://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2017/09/saiba-tudo-sobre-o-volkswagen-polo-que-tem-precos-entre-r-49990-e-r-69190.html Passaram-se menos de quatro meses desde que a nova geração do Volkswagen Polo foi apresentada na Alemanha até a montadora lançá-la nesta segunda-feira (25) no mercado brasileiro. As vendas do hatch começam no Brasil no final de outubro, em quatro configurações. Os preços variam de R$ 49.990 a R$ 69.190, sem considerar os opcionais. Com a chegada do Polo, a Volkswagen dá início a uma estratégia de diminuir as versões de seus carros, especialmente dos hatches. Outra novidade fica por conta dos nomes das versões, que começarão a ser revistos. No caso do Polo, as duas versões mais baratas serão chamadas apenas de Polo 1.0 e Polo 1.6 MSI, respectivamente. Já os mais caros serão Polo 200 TSI Comfortline e 200 TSI Highline. Elas são equipadas com motor 1.0 turbo, mas a montadora substituirá o termo “1.0” pelo “200”, que remete aos 200 Nm de torque que o motor produz. É o vale-tudo para evitar ser associado a um carro de entrada, de baixa potência. Motores e câmbios O Polo de entrada tem motor 1.0 aspirado de 84 cv e 10,4 kgfm. Já o intermediário ganha motor 1.6 MSI também aspirado, mas com 117 cv e 16,5 kgfm. O câmbio destes dois modelos é sempre manual de cinco velocidades. Já as duas versões mais caras do hatch ganham o motor 1.0 TSI que equipa o compacto up!. Mas, ele foi retrabalhado pela engenharia da Volkswagen para entregar melhor desempenho. São 128 cv e 20,4 kgfm, segundo a montadora. No Polo turbo, o câmbio manual é eliminado e o carro passa a contar sempre com uma transmissão automática de seis marchas. Versões e preços Apesar de a diferença de preços entre as versões básicas e mais equipadas ser relativamente pequena, há um certo abismo em relação aos itens de série. Dá para dizer que as versões turbinadas são bem equipadas para desbancar os rivais em custo-benefício, enquanto as de entrada deixam a desejar por conta da ausência de importantes equipamentos. Até o início oficial das vendas, em outubro, será possível fazer uma pré-reserva do carro em qualquer configuração, mediante o pagamento de sinal de R$ 1 mil em boleto ou cartão de crédito. Polo 1.0 (R$ 49.990): Ar-condicionado, direção elétrica, rodas de 15 polegadas com calotas, sistema de som Media Plus sem tela sensível ao toque, freios ABS nas rodas dianteiras e a tambor nas traseiras, quatro airbags, suporte de celular no painel. Opcionais: rodas de liga-leve de 15 polegadas, Kit Safety (display multifuncional, controle de estabilidade, controle de tração, bloqueio eletrônico de diferencial), Connect Pack (itens do Safety Pack + rádio Composition Touch com App Connect, volante multifuncional e rodas de liga-leve de 15 polegadas). Os preços dos opcionais ainda não foram divulgados. Volkswagen Polo 1.0 TSI Highline (Foto: Marcos Camargo / Autoesporte) Polo 1.6 MSI (R$ 54.990): Mesmos itens de série da versão 1.0, mas adiciona motor 1.6 MSI. Opcionais: rodas de liga-leve de 15 polegadas, Kit Safety (display multifuncional, controle de estabilidade, controle de tração, bloqueio eletrônico de diferencial), Connect Pack (itens do Safety Pack + rádio Composition Touch com App Connect, volante multifuncional e rodas de liga-leve de 15 polegadas). Os preços dos opcionais ainda não foram divulgados. Polo 200 TSI Comfortline (R$ 65.190): Adiciona controle e estabilidade, freios a disco nas quatro rodas, assistente de partida em rampa, bloqueio eletrônico do diferencial, luz de assistência a manobra, volante multifuncional, sensor de ré, apoio de braço dianteiro, saídas de ar para o banco de trás, terceira entrada USB para o banco de trás, direção com ajuste de altura e profundidade, retrovisor com titl-down e repetidores de setas, rodas de liga-leve de 15 polegadas, grade cromada, lanternas traseiras escurecidas. Já a tela multimídia Composition Touch com App Connect tem 5 polegadas e sensibilidade ao toque, além de leitor de cartão de memória, entrada USB e auxiliar, leitor de CD e MP3 e conectividade Mirror Link. Opcionais: Indicador de perda de pressão dos pneus, sistema de frenagem pós-colisão, rodas de liga-leve de 16 polegadas, Kit Tech I (chave presencial, sensor dianteiro, controle de velocidade de cruzeiro, luz de assistência a manobras, retrovisor eletrocrômico, sensores de chuva e crepuscular, aletas para trocas de marchas e rodas de liga-leve de 16 polegadas) e Kit Tech II (indicador de pressão de pneus, ar digital, câmera de ré, detector de fadiga, sistema de frenagem pós-colisão, porta-luvas refrigerado, porta-malas com ajuste de altura, rede no porta-malas). Os preços dos opcionais ainda não foram divulgados. Volkswagen Polo 1.0 TSI Highline (Foto: Marcos Camargo / Autoesporte) Polo 200 TSI Highline (R$ 69.190): Adiciona ar-condicionado digital, rodas de liga-leve de 16 polegadas, chave presencial, aletas para trocas de marchas atrás do volante, controle de velocidade de cruzeiro, porta-luvas refrigerado, luzes diurnas de LED, grade pintada de preto brilhante e sistema de rebatimento do banco do passageiro dianteiro. Opcionais: Indicador de perda de pressão dos pneus, sistema de frenagem pós-colisão, rodas de liga-leve de 17 polegadas, Kit Native (revestimento dos bancos, portas e laterais de couro sintético) e Technology Pack (quadro de instrumentos digital, rodas de liga 17", sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, indicador de pressão de pneus, porta-malas com ajuste de altura e rede, antena tubarão, câmera de ré, detector de fadiga, tela multimídia Discovery Media com GPS, retrovisor eletrocrômico, faróis com ajuste automático de intensidade, luzes de auxílio a manobra, sistema de frenagem pós colisão, sensores de chuva e crepuscular). Os preços dos opcionais ainda não foram divulgados. Volkswagen Polo 1.0 TSI Highline (Foto: Marcos Camargo / Autoesporte) Consumo Na avaliação feita pelo Inmetro, todas as motorizações do Polo conquistaram nota A de eficiência energética. O motor 1.0 aspirado faz 8,8 km/l na cidade e 10 km/l na estrada com etanol e outros 12,9 km/l e 14,3 km/l com gasolina. O Polo 1.6 alcançou 8,2 km/l na cidade e 9,5 km/l na estrada com etanol e 12 km/l e 13,9 km/l com gasolina. Já o Polo 200 TSI fez médias de 8,0 km/l na cidade e 9,8 km/l na estrada com etanol e 11,6 km/l e 14,1 km/l com gasolina. Rivais Considerando preço e proposta, o Polo terá ao menos quatro rivais diretos no nosso país. As versões aspiradas terão a missão de disputar mercado com o Chevrolet Onix, o atual líder de mercado. Com motor 1.4 de 106 cv, 13,9 kgfm e câmbio manual ou automático de seis velocidades, ele tem quatro versões (LT, Effect, LTZ e Activ) entre R$ 51.350 e R$ 59.990. Elas também disputarão o gosto do consumidor com as versões mais baratas do recém-lançado Fiat Argo. O Polo aspirado tem preços para brigar com as versões 1.3 de 109 cv, 14,2 kgfm e câmbio manual ou automatizado de cinco marchas. Batizado de Argo Drive, o carro custa entre R$ 53.900 e R$ 58.900 nessas configurações. Analisando apenas preço, o Polo 1.0 e 1.6 MSI pode rivalizar com o Hyundai HB20 1.0 turbo Comfort e Comfort Plus, que variam entre R$ 50.330 e R$ 51.880. Apesar de ser turbinado, ele tem menos potência que o Polo TSI: são 105 cv e 15 kgfm, administrados por um câmbio manual de seis velocidades. Também está na mesma faixa de preços o HB20 1.6 manual de 128 cv e 16,5 kgfm (R$ 52.880). Já as versões 1.0 TSI brigam de frente com o Argo 1.8 Precision automático e HGT (de R$ 67.800 a R$ 70.600), que gera 139 cv e 19,3 kgfm e tem câmbio manual de cinco velocidades ou automático de seis. Por fim, o Polo turbo disputa mercado com o HB20 1.6 automático, nas versões Premium e Comfort Plus, entre R$ 65.230 e R$ 66.830. Volkswagen Polo 1.0 TSI Highline (Foto: Marcos Camargo / Autoesporte) Dimensões Em relação à geração anterior, o Polo está maior e mais largo. Ele também é ligeiramente maior do que todos os seus concorrentes diretos no mercado brasileiro. O hatch tem 4,05 m de comprimento, 1,75 m de largura, 1,46 m de altura e tem bons 2,56 m de entre-eixos. Essas medidas representam um aumento de 16,7 cm no comprimento, 10 cm de largura, e 10 cm de entre-eixos, além de uma diminuição de 2,1 cm na altura em relação ao último Polo vendido no Brasil. O porta-malas está na média do segmento e comporta 300 litros de bagagem, valor que salta para 1.071 litros com os bancos traseiros rebatidos. Como comparação, o Onix tem 3,93 m de comprimento, 1,70 m de largura, 1,47 m de altura e 2,52 m de entre-eixos. Já o Argo mede 3,99 m de comprimento, 1,72 m de largura, 1,50 m de altura e 2,52 m de entre-eixos. Por fim, o HB20 tem 3,92 m de comprimento, 1,68 m de largura, 1,47 m de altura e 2,50 m de entre-eixos. Volkswagen Polo 1.0 TSI Highline (Foto: Marcos Camargo / Autoesporte) Estrutura e segurança Antes de chegar ao Brasil, o hatch passou por pequenas mudanças, como a altura do solo que foi ampliada em 2 cm. A montadora, garante, porém, que não foram feitas mudanças estruturais no carro. Na prática, o Polo brasileiro seria tão seguro quanto o europeu, a não ser por alguns equipamentos de assistência ao motorista que são oferecidos de série por lá e não são nem opcionais por aqui. Feito a partir da plataforma MQB, o Polo nacional tem cerca de 50% de sua estrutura feita de aços de alta e ultra alta resistência. Além disso, há reforços nas portas para evitar lesões em acidentes laterais. Conforme Autoesporte antecipou, a Volkswagen tem o objetivo de conquistar cinco estrelas no teste de segurança do Latin NCAP. Por isso, o carro é equipado de série com quatro airbags (dois dianteiros e dois laterais de cabeça e tórax). Também há cintos de três pontos e apoios de cabeça para todos os ocupantes, além de pontos de fixação de cadeirinhas infantis pelo sistema Isofix e Top Tether. “Nota máxima de segurança não é uma opção, é um princípio”, afirma Gustavo Schmidt, vice-presidente de vendas e marketing da Volkswagen do Brasil. Por fim, a dianteira do modelo foi desenhada para minimizar lesões a pedestres em caso de atropelamentos. Segundo Antonio Carnielli Júnior, gerente de desenvolvimento de produto, “O Polo foi projetado para ter o máximo de segurança para os pedestres”. O para-choque dianteiro tem dois pontos de contato simultâneos na perna de um pedestre, o que projeta a pessoa para cima do carro e evita que os ossos da perna sejam quebrados. Por fim, há maior distância entre o capô e o motor para evitar um choque com a cabeça. Além disso, há duas fechaduras no capô, ambas próximas dos faróis, para evitar que essa peça machuque o pedestre. Volkswagen Polo 1.0 TSI Highline (Foto: Marcos Camargo / Autoesporte) O que muda no visual? Nós sabíamos que o visual do Polo nacional seria diferente do europeu, mas as fotos revelam que, na prática, o carro pouco mudou. As mudanças se concentram no para-choque, que tem mais detalhes em preto fosco. “O carro se saiu muito bem nas pesquisas com clientes, mas o mercado brasileiro precisava de um pouco mais de esportividade”, explica José Carlos Pavone, gerente executivo de design. A principal diferença, porém, fica no interior. O Polo europeu chamou atenção por contar com diversos detalhes do painel pintados na mesma cor do carro, garantindo visual mais moderno. Mas, o nacional terá apenas apliques pretos ou em tons de cinza. "As pesquisas que fizemos mostraram que o mercado brasileiro preza por contraste e inserção de cor moderada", diz Jonas Silva, gestor de color e trim. Mas ele explica que é estudada, sim, a oferta "pontual" de interior colorido no futuro. Volkswagen Polo 1.0 TSI Highline (Foto: Marcos Camargo / Autoesporte) Manutenção e pós-venda O CEO da Volkswagen do Brasil deixou claro em entrevista à Autoesporte que a empresa não quer oferecer os carros mais baratos de cada categoria. “A Volkswagen nunca vai ser uma marca com carros mais baratos. Nós temos um pequeno premium em relação às outras marcas”. Para ele, o mais importante é que a empresa ofereça custos de manutenção e seguro mais baratos. Ao menos por enquanto, é exatamente o que o Polo consegue frente aos rivais. O modelo terá o menor custo de reparabilidade entre todos os carros vendidos no país atualmente e um plano de manutenção dos mais baratos do segmento. Segundo o Índice Car Group, avaliado pelo Cesvi, tem nota 10 em custo de reparabilidade, em uma escala que vai de 10 a 60. Quanto menor a nota, mais barato de reparar um carro em caso de acidente. Além disso, a empresa aderiu à estratégia de oferecer um pacote pré-pago de revisões, que deve ser adquirido no ato da compra do carro. O valor poderá ser diluído nas parcelas e representa desconto de 17% em relação ao preço de tabela das manutenções. Quem aderir ao plano, pagará R$ 999 pelas três primeiras revisões do carro, ante R$ 1.207 cobrados pelos mesmos serviços, individualmente. "Além de poder ser diluído no financiamento do veículo, esse valor não é afetado pela inflação. E o serviço pode ser feito em qualquer concessionária do país", diz Daniel Morroni, diretor de pós-vendas da VW. Confira o valor das seis revisões previstas para o Polo: Polo 1.0: R$ 215, R$ 491, R$ 425, R$ 627, R$ 425, R$ 491. Total: R$ 2.674 Polo 1.6: R$ 263, R$ 539, R$ 473, R$ 728, R$ 473, R$ 539. Total: R$ 3.017 Polo 200 TSI: R$ 243, R$ 519, R$ 453, R$ 847, R$ 453, R$ 519. Total: R$ 3.036 Volkswagen Polo 1.0 TSI Highline (Foto: Marcos Camargo / Autoesporte) Versão sedã O investimento da Volkswagen no Polo não se resume apenas à versão sedã. Mas, diferente da geração anterior, a configuração alongada do Polo será vendida com o nome Virtus. Ainda há poucas informações sobre o carro, que será lançado já no primeiro trimestre do ano que vem, mas sabemos que ele apostará em amplo espaço interno e bom nível de equipamentos para tentar desbancar Chevrolet Cobalt e Honda City. Desenvolvido especificamente para o mercado Brasileiro, o Virtus tem dianteira semelhante à do Polo e traseira mais refinada, inspirada no sedã Audi A3. Isso é o que mostram flagras das primeiras unidades produzidas no país, ainda em período de testes. Ao menos a versão mais cara do sedã terá computador de bordo digital, como é no Polo. Conforme Autoesporte apurou, o modelo terá 4,47 m de comprimento e 2,65 m de entre-eixos para ficar posicionado entre Voyage e Jetta. Fichas técnicas Polo 1.0 Motor: Dianteiro, transversal, 3 cilindros em linha, 12 válvulas, flex Cilindrada: 999 cm³ Potência: 84 (E) / 75 (G) cv a 6.250 rpm Torque: 10,4 (E) / 9,7 (G) kgfm a 3.000 rpm Câmbio: Manual de 5 marchas Direção: Elétrica Suspensão: Independente, McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira Freios: Discos ventilados na frente e a tambor atrás Pneus: 185/65 R15 Tração: Dianteira Dimensões: Comprimento: 4,05 m Largura: 1,75 m Altura: 1,46 m Entre-eixos: 2,56 m Tanque: 52 litros Peso: 1.058 kg Porta-malas: 300 litros 0 a 100 km/h: 13 segundos Velocidade máxima: 170 km/h Polo 1.6 MSI Motor: Dianteiro, transversal, 4 cilindros em linha, 16 válvulas, flex Cilindrada: 1.598 cm³ Potência: 117 (E) / 110 (G) cv a 5.750 rpm Torque: 16,5 (E) / 15,8 (G) kgfm a 3.000 rpm Câmbio: Manual de 5 marchas Direção: Elétrica Suspensão: Independente, McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira Freios: Discos ventilados na frente e a tambor atrás Pneus: 185/65 R15 Tração: Dianteira Dimensões: Comprimento: 4,05 m Largura: 1,75 m Altura: 1,46 m Entre-eixos: 2,56 m Tanque: 52 litros Peso: 1.083 kg Porta-malas: 300 litros 0 a 100 km/h: 9,6 segundos Velocidade máxima: 193 km/h Polo 1.0 TSI Motor: Dianteiro, transversal, 3 cilindros em linha, 12 válvulas, flex Cilindrada: 999 cm³ Potência: 128 (E) / 116 (G) cv a 5.500 rpm Torque: 20,4 (E) / 20,4 (G) kgfm a 2.000 rpm Câmbio: Automático de 6 marchas Direção: Elétrica Suspensão: Independente, McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira Freios: Discos ventilados na frente e sólidos atrás Pneus: 195/55 R16 Tração: Dianteira Dimensões: Comprimento: 4,05 m Largura: 1,75 m Altura: 1,46 m Entre-eixos: 2,56 m Tanque: 52 litros Peso: 1.147 kg Porta-malas: 300 litros 0 a 100 km/h: 9,6 segundos Velocidade máxima: 192 km/h
  46. 1 point
    luizfernandotbo

    FATURAMENTO CAPTUR 1.6 CVT 1000 PCD

    O meu faturou na sexta-feira!!! Pedido foi feito em 01/08 e a documentação mandada dia 04/08. Creio que vão honrar com os pedidos até final do mês
  47. 1 point
    Sendo carro pra uso, um mico pode ser até melhor negócio do que um best seller. Você paga bem menos na aquisição, menos seguro e menos IPVA. Na hora de vender, também vende por menos.
  48. 1 point
    nelson trindade

    Renegade PCD x Creta PCD

    Oi Bfc. Sim o Stop/go pode ser desativado por um botão ao lado da alavanca do cambio. O carro é sensasional, muito espaço interno, muito plastico porem de varios tipos e todos de otima qualidade e tudo muito bem encaixado. a dirigibilidade é o ponto forte pois é excelente ( Em Maio fiquei um mês nos EUA e aluguei uma Ford Escape e achei a dirigibilidade muito parecida com o Creta). Até agora o carro está com 195 km e achei o motor por ser 1.6 muito bom, pois não peguei estrada ainda mas estou andando com o ar 100% ligado e peguei muito morro (região av. pompeia e av. sumare) e não faltou motor (Acho que anda muito proximo ao fit que tive 14/15 ou seja desempenho muito honesto). O unico porem do carro é o consumo, até agora 6.9km/l na gasolina (mas eu não esperava muito mais que isso pelo tamanho do carro). A espera valeu muito a pena, vc também não vai se arrepender de ter esperado tanto. Qualquer duvida sobre o carro é só perguntar Abs e Parabéns pelo seu carro também Abs
  49. 1 point
    Boa noite pessoal, muito tempo sem postar mas acompanhando o fórum sempre que posso... já procurando saber novidades pra pensar em trocar meu peugeot 2008 allure. Se não mudarem os benefícios e demais condições fico apto a comprar novamente em janeiro/2018. Semana passada fui levar meu carro pra revisão de 20mil km e dei uma olhada nos 0km da peugeot... E pra minha surpresa... caparam o carro... http://mundodoautomovelparapcd.com.br/peugeot-2008-1-6-allure-automatico-6-para-pcd-ja-atualizado-2018/ Agora vem com rodas de ferro e calotas, ar condicionado analogico... meu jesuis amado.... desse jeito vou pensar muito mas muito se vale apena trocar ou não... o meu tem roda de liga-leve e ar digital.. se for pra ter carro com roda de ferro vou atrás do renegade que é muito mais no estilo aventureiro...
  50. 1 point
    É isso mesmo... Brasileiro sempre andou em carroças, então quando aparece um carro aqui com 192 cv aspirado (Civic Si antigo) todo mundo arregala os olhos e acha que é "o carro". Morei nos EUA um bom tempo... lá Camaro V6 tem só cara de esportivo mesmo, pois carros como Accord, Camry, Maxima, andam igual ou mais que ele... Pra mim, o que sempre quebra as pernas aqui no Brasil é realmente os preços e a manutenção "exclusiva" desses carros... lembram quando a Citroën lançou o DS3? O carro custava mais do que um sedã médio de segmento semi-luxuoso... É uma compra muito emocional e pouquíssimo racional... e atualmente o brasileiro não tá podendo usar a emoção pra nada... é pé no chão mesmo e segue o jogo!
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